25 fevereiro 2008

COE Itaú define principais eixos para 2008 em seminário

Previdência, Ramo, Remuneração e Saúde/Condições de Trabalho serão os principais eixos de debate entre trabalhadores e o banco Itaú em 2008. A definição dos temas pela Comissão de Organização dos Empregados do Itaú (COE) aconteceu durante o Seminário de Planejamento 2008, realizado nos dias 19 e 20 de fevereiro, em Atibaia/SP.

De acordo com o diretor de Bancos Privados da FETEC SP, Valdir Machado, que também é diretor dos Bancários de Taubaté e Região, além dos quatro eixos principais, que conduzirão futuras negociações, também será abordado outros pontos pertinentes à categoria, como demandas referentes ao Programa AGIR e pautas pendentes de 2007.

O Seminário de Planejamento da COE/Itaú foi considerado pelos dirigentes sindicais como um dos melhores dos últimos anos. "O debate de alto nível, com participação de todas as Federações, representando os anseios dos trabalhadores do Itaú em todo o país, resultou num dos melhores encontros. Esperamos que esse entrosamento se reflita positivamente nas negociações deste ano", comenta Machado.

O dirigente da FETEC SP ressalta ainda que a reunião do Coletivo Estadual do Itaú está confirmada para o dia 12 de março, às 10h, na sede da FETEC SP.

Fonte: Michele Amorim – Fetec/SP

18 fevereiro 2008

PLR é conquista dos bancários

Com a publicação dos balanços de 2007, os bancos já começam a pagar a segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados. Os primeiros a receberem foram os 65 mil bancários do Bradesco. No dia 01 de fevereiro, eles receberam dois salários a título de PLR mais o valor adicional de R$ 1.800, descontada a primeira parcela paga em novembro último.


No próximo dia 22/02, será a vez de os bancários do Itaú receberem o seu quinhão. Após negociações, a direção do Itaú aceitou pagar dois salários de PLR, mais R$ 1.800 de valor adicional e PCR (Programa Complementar de Remuneração) de R$ 1.500, descontando-se os valores creditados em 2007.


No Unibanco, o pagamento será no próximo dia 29/02. Os sindicatos cobram dois salários de PLR e o pagamento integral do valor adicional de R$ 1.800.

Conforme estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o pagamento da PLR aos bancários, assim que concluído pelo conjunto dos bancos, injetará na economia brasileira cerca de R$ 2,140 bilhões.


“O crédito vem em boa hora, pois alivia o orçamento doméstico, normalmente mais apertado em todo início de ano”, afirma Pedro Sardi, secretário geral da FETEC/CUT-SP, ao classificar a PLR, como uma importante conquista da categoria.

“Como a segunda parcela da PLR vem meses depois da assinatura da Convenção Coletiva, os bancários costumam desvinculá-la das conquistas da campanha salarial e achar que se trata de uma benesse dos bancos. Mas não é isso. A PLR vem ano-a-ano sendo aperfeiçoada por força da mobilização da categoria”, destaca Sardi.


Para se ter idéia, os bancários foram a primeira categoria a garantir, em 1995, cláusula em Convenção Coletiva Nacional, após a PLR ter sido estabelecida na Constituição Federal de 1988. No início, os bancos privados pagavam aos seus funcionários 72% do salário mais o valor fixo de R$ 200. Já nos bancos públicos, como BB e Caixa, a PLR passou a ser paga de forma linear a partir da campanha de 2003.


De lá para cá, o pagamento vêm sendo aperfeiçoado até que, na última campanha, a categoria conquistou novo avanço, com melhorias na parcela adicional. O valor foi elevado em 20%, percentual correspondente ao crescimento do lucro dos bancos no 1º semestre de 2007.

Fonte:Lucimar Cruz Beraldo - Fetec/SP

11 fevereiro 2008

Bancários na luta pela redução da jornada de trabalho

Aderindo à Campanha Unificada pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário, promovida pela CUT, o Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região foi na manhã desta segunda-feira, dia 11, para a Praça Dom Epaminondas em Taubaté coletar assinaturas e mobilizar as pessoas que passam pelo local com informações sobre a campanha.

Confira aqui as fotos!

A CUT realizou o primeiro ato de rua da Campanha nesta manhã com um ato em frente ao Teatro Municipal, em São Paulo.

Para o presidente da CUT, Artur Henrique, o ato deve servir como marco de uma ampla campanha unificada com as centrais e, ao longo do tempo, o desafio será incorporar também outros atores sociais. "A redução da jornada será uma mudança significativa, que enfrentará forte oposição. Por isso a necessidade de uma frente de luta ampla", diz.

Artur destaca que os sindicatos cutistas devem divulgar a campanha e conquistar apoio em suas bases, na vizinhança, nas cidades e regiões. "A capacidade de mobilização da CUT é muito grande, é um diferencial. Vamos encarar essa campanha como uma oportunidade de resgatar aquele trabalho militante que tanto conhecemos", convoca.

A prioridade das centrais neste início de campanha é a coleta de assinaturas para o abaixo-assinado de apoio à emenda constitucional 393/01. O objetivo da CUT é coletar pelo menos 1 milhão de assinaturas.

Clique aqui para baixar os formulários do abaixo-assinado.

A partir do ato inicial desta segunda-feira, o desafio da CUT será organizar mais e mais atos em diversas regiões. No dia 13, a CUT vai realizar uma grande mobilização diante do Congresso Nacional, em Brasília, somando a bandeira da redução da jornada ao ato de entrega das Convenções 151 e 158 para ratificação.

Mais empregos
A redução da jornada, além de melhorar a saúde e a qualidade de vida do trabalhador, vai possibilitar a abertura de novas vagas, principalmente se houver uma limitação ao abuso de horas extras. Pelos cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos), "a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais teria o impacto potencial de gerar em torno de 2.252.600 novos postos de trabalho no país".

O cálculo considera que: O Brasil tinha 22.526.000 pessoas com contrato de 44 horas de trabalho, em 2005, segundo dados da Relação Anual das Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego; Diminuindo quatro horas de trabalho semanais de cada uma delas, cria-se a possibilidade de gerar 2.252.600 novos postos de trabalho; A conta a ser realizada é ¨ (22.526.000 x 4) : 40 = 2.252.600".

"É claro que para potencializar a geração de novos postos de trabalho, a redução da Jornada de Trabalho deve vir acompanhada de medidas como o fim das horas extras e uma nova regulamentação do banco de horas", esclarece o Dieese. Desta forma, "se impediria as empresas de compensar os efeitos de uma jornada menor de outra forma que não com a contratação de novos trabalhadores. Esse conjunto de medidas é necessário porque a contratação de novos trabalhadores tem sido, em geral, a última alternativa utilizada pelos empresários, com a adoção de outros métodos que acabam por impedir a geração de empregos".

Conforme o Dieese, o que existe hoje é uma realidade de extremos: "De um lado, muitos estão desempregados e, de outro, grande número de pessoas trabalha cada vez mais, realizando horas extras e de forma muito mais intensa devido às inovações tecnológicas e organizacionais e à flexibilização do tempo de trabalho". Desta forma, "o desemprego de muitos e as longas e intensas jornadas de trabalho de outros têm como conseqüência diversos problemas relacionados à saúde como, por exemplo, estresse, depressão, lesões por esforço repetitivo (LER). Aumentam também as dificuldades para o convívio familiar, que tanto podem ter como causa a falta de tempo para a família, como sua desestruturação em virtude do desemprego de seus membros".

Assim, "se, do ponto de vista social, fica evidente a necessidade da Redução da Jornada de Trabalho, também é sabido que a economia brasileira hoje apresenta condições favoráveis para essa redução uma vez que: a produtividade do trabalho mais que dobrou nos anos 90; o custo com salários é um dos mais baixos no mundo; o peso dos salários no custo total de produção é baixo; o processo de flexibilização da legislação trabalhista, ocorrido ao longo da década de 90, intensificou, significativamente, o ritmo do trabalho".

Ao longo da história, esclarece o Dieese, a luta pela redução do tempo dedicado ao trabalho teve diversos focos. "Num primeiro momento foi uma luta pela sobrevivência. Depois, durante um longo período, o objetivo era mais tempo livre, ou seja, a conquista de uma vida melhor. Hoje a redução da jornada de trabalho tem como objetivo a luta contra o desemprego, o que significa um retrocesso em termos históricos, porque se volta à luta pela sobrevivência. Na década de 90 do século XX, no Brasil, e em quase todo o mundo, a flexibilização e desregulamentação dos direitos dos trabalhadores levaram à deterioração crescente e contínua do mercado e das condições de trabalho".

Os sinais mais evidentes deste processo foram: "o aumento do desemprego e da informalidade; a queda da remuneração; o aumento do número de estágios; a crescente terceirização, entre vários outros. Estes fatos trazem a necessidade de um esforço em direção à mudança".

"No Brasil, a taxa de desemprego - ainda que atualmente esteja em queda - tem níveis elevados desde a década passada. Quanto aos salários, a situação não é muito melhor", demonstram os estudos do Dieese, lembrando que "os rendimentos, que sofreram forte redução na década de 90, apresentam apenas uma recuperação tímida nos últimos anos. No caso das mulheres e dos jovens, a situação é mais grave ainda, pois as taxas de desemprego para estes grupos são bem superiores à média em todas as regiões pesquisadas".

Mais informações sobre a campanha:

www.cut.org.br

Confira aqui as fotos!

Fonte: Contraf-CUT, com informações da CUT

Auxílio-educação: Bancários definem estratégias para pressionar o Bradesco

Os bancários do Bradesco definem essa semana os primeiros passos para a campanha pelo auxílio-educação. A Comissão de Organização dos Empregados (COE) reúne-se na terça-feira, dia 12, na Contraf-CUT, para discutir a melhor forma de mobilização para pressionar o banco a conceder o benefício aos seus trabalhadores. Atualmente, o Bradesco é o único entre os oito maiores bancos que atuam no país que não paga bolsa de estudos para seus funcionários.

Na última rodada de negociações, realizada no dia 28 passado, o Bradesco mais uma vez frustrou seus empregados e se negou a pagar o auxílio-educação. "No mesmo dia em que o banco mais uma vez negou nossa reivindicação, o Bradesco divulgou seu balanço de 2007 com um lucro recorde de R$ 8 bilhões, 58,8% a mais que em 2006. Como uma empresa que lucra R$ 8 bi se nega a pagar uma ajuda de custo para seus funcionários estudarem? Investir no trabalhador é investir na própria empresa, mas ao negar isso, o Bradesco mostra que seu único interesse é ganhar dinheiro sacrificando seus empregados", destaca Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT e funcionário do banco.

Vagner afirma que a Contraf-CUT vai investir pesado na mobilização dos bancários neste primeiro semestre para arrancar o auxílio-educação no Bradesco. "Não podemos aceitar que o maior banco privado do país seja o único que a não oferecer bolsas de estudo aos seus empregados. Na próxima semana, a COE vai definir os primeiros passos para intensificarmos a Campanha pela Valorização dos Funcionários do Bradesco. Todos os sindicatos da Contraf-CUT devem esquentar a mobilização, com visitas constantes às agências para discutir a situação com os bancários", ressalta Vagner.

Clique aqui para baixar o boletim da Campanha, em formato PDF .

"O auxílio-educação é uma antiga reivindicação dos bancários e nos últimos anos intensificamos a campanha pelo benefício, o que nos levou à vitória em praticamente todos os bancos. Só no ano passado, conquistamos as bolsas de estudo no Itaú, Santander e no Unibanco. ABN, HSBC, Safra, Banco do Brasil e Caixa Federal já pagavam o benefício. Agora só falta o Bradesco e vamos concentrar nossas forças neste primeiro semestre para arrancarmos mais esta conquista", comenta Carlindo Dias, o Abelha, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT

07 fevereiro 2008

Auxílio-educação: confira aqui prazos e valores das bolsas

Os bancários conquistaram em mesas de negociações permanentes o auxílio-educação no Itaú, Santander, Unibanco, ABN/Real, HSBC, Banco do Brasil e Safra. Dos oito maiores bancos que atuam no país, somente o Bradesco se nega a pagar as bolsas de estudo. Os bancários vão intensificar a campanha contra o Bradesco como forma de pressão (leia mais aqui).

Confira abaixo os bancos em que as inscrições para o auxílio-educação encontram-se abertas:

Caixa Econômica Federal
Prazo de inscrição: até 8 fevereiro
Valor: até R$ 350 para graduação, pós-graduação e cursos de idiomas.
Mais informações aqui .

ABN/Real
Prazo de inscrição: até 29 de fevereiro para os bancários que já possuem bolsa e de 3 a 14 de março para quem entrar com o pedido pela primeira vez.
Valor: 50% do valor da mensalidade para graduação e pós, sem teto, mas os cursos têm que estar relacionados à área de negócios da organização e também à função do bancário.
Mais informações aqui .

Itaú
Prazo de inscrição: até 29 de fevereiro.
Valor: 50% da mensalidade limitado ao máximo de R$ 320, só para a primeira graduação.
Mais informações aqui .

Safra
Prazo de inscrição: até o dia 29 de fevereiro.
Valor: são 275 bolsas de até 50% para cursos de graduação que tenham relação com as atividades do bancário, sem teto. O bancário precisa ter no mínimo um ano de banco.
Mais informações aqui .

HSBC
Prazos de inscrição: os bancários que precisam renovar sua bolsa têm até o dia 5 de março. Para inscrições de novas bolsas o prazo é de 10 de março a 4 de abril.
Valor: A ajuda é de 50% do valor da mensalidade limitado a R$ 292,50. O auxílio é válido para trabalhadores com pelo menos um ano de casa e os cursos devem ter relação com as atividades do mercado financeiro.
Mais informações aqui.

Fonte: Contraf-CUT

31 janeiro 2008

Itaú paga a PLR no dia 22 de fevereiro

Um dia após a cobrança da Contraf-CUT, o banco Itaú anunciou nesta quarta-feira, dia 30, a data para o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e da Participação Complementar nos Resultados (PCR). Segundo o banco, os benefícios serão creditados na conta dos bancários no próximo dia 22 de fevereiro.

"O Itaú frustrou as expectativas dos bancários, que esperavam receber a PLR e a PCR bem antes. Outros bancos já estão pagando os benefícios e o próprio Itaú anunciou que vai divulgar o balanço no dia 12 de fevereiro. Então por que não pagar em seguida?" questiona Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do banco.

Segundo o dirigente, a expectativa agora é que o Itaú pague a PLR e a PCR em seu teto máximo, já que mais uma vez o banco deve bater recorde de lucratividade.

"Esperamos receber dois salários de PLR, mais os R$ 1.800 do adicional e os R$ 1500 da PCR, claro que com os descontos dos valores adiantados no ano passado. O Itaú tem todas as condições de pagar o teto e vamos exigir isso do banco", afirma Cordeiro.

A PLR deste ano é de 80% do salário, mais valor fixo de R$ 878 na regra básica (teto de R$ 5.826). Os bancos que ao calcularem a distribuição da PLR não atingirem 5% do lucro líquido devem aumentar esse valor até chegar a dois salários, com teto de R$ 11.652. A este montante será acrescido adicional à PLR de até R$ 1.800, dependendo do crescimento do lucro de cada banco. Sobre essa parcela adicional não haverá desconto de programas próprios de remuneração.

Já a PCR do banco Itaú, negociado em mesa específica, pode atingir até R$ 1.500. O banco já antecipou uma parcela de R$ 500 no ano passado, assim como a PLR já teve uma parte paga em 2007.

Fonte: Contraf-CUT

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Retomadas as negociações sobre o plano de saúde do Itaú

30 janeiro 2008

Grande festa celebra posse da nova diretoria dos Bancários

O Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região realizou na última sexta-feira, 25 de janeiro, a festa de encerramento da campanha de sindicalização 2007 e a cerimônia de posse da nova diretoria, com Vera Saba assumindo como presidente da entidade.

Confira a galeria de fotos da festa!

Clique aqui para ver os nomes dos vencedores que levaram a TV, DVD e Bicicleta.

Vera Saba é a primeira mulher eleita para a presidência do Sindicato e assume o cargo em 2008 com término do mandato em janeiro de 2011. Vera é funcionária do Unibanco há 19 anos e no sindicato, além da vice-presidência, foi responsável pelo Departamento de Saúde do Trabalhador.

Convidados: Cerca de 650 convidados estiveram presentes na festa que foi realizada na Associação Clube Jovem em Taubaté. O evento contou com a presença de personalidades políticas como a do Prefeito da cidade, Sr. Roberto Peixoto, do Deputado Estadual, Cido Sério (PT/SP), do Presidente do PT em Taubaté, Salvador Soares, de representantes do Deputado Estadual, Padre Afonso e assessores do Senador Aloízio Mercadante.

A categoria bancária também estava bem representada com Carlos Cordeiro da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e o Sr. Sebastião Cardozo, da Federação dos Trabalhadores de Empresas de Crédito (Fetec/SP). No evento também estava presente representantes da subsede da CUT, de Sindicatos cutistas de toda a região e representantes da Previdência Social.

A Festa: A noite foi um sucesso total com a participação calorosa da categoria bancária e o excelente trabalho do Buffet Louzada, que recebeu muitos elogios do começo ao fim do evento. A banda Gruporão animou a festa com muita música, mas a animação foi total para os três ganhadores dos prêmios da campanha de sindicalização 2007. Clique aqui para ver os nomes dos vencedores que levaram a TV, DVD e Bicicleta.

Confira também a galeria de fotos da festa!

23 janeiro 2008

Inscrição no auxílio-educação termina em fevereiro

O período das inscrições para o recebimento do auxílio-educação no Itaú começou dia 14 de janeiro e termina em 29 de fevereiro. Vale lembrar que quem usufruiu da conquista no segundo semestre do ano passado deve refazer a solicitação.

O valor da conquista é de 50% da mensalidade limitados ao máximo por R$ 320, sempre para a primeira graduação.

O auxílio-educação foi conquistado no segundo semestre do ano passado e foi usufruído por mais de 700 trabalhadores.

Fonte:
Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Sindicato firma convênio com a Unitau

O Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região comunica a todos os bancários sindicalizados de nossa base territorial e seus dependentes, que foi firmado convênio com a UNITAU.

Através deste convênio foi disponibilizado o total de 150 bolsas com direito ao desconto de 20% na mensalidade nos cursos de graduação.

Mas atenção! Para solicitar o desconto nas mensalidades, os bancários sindicalizados deverão entrar em contato com o Sindicato, e fornecer os seguintes dados:

Nome completo/Curso/Ano e RA

Lembramos que, o Sindicato necessita encaminhar a listagem com a máxima urgência para que a UNITAU, autorize os descontos.

Entrar em contato com Diretora Isabel ou secretaria Larissa:

E-mail: contato@bancariostaubate.com.br

Fone/Fax: (12) 3633-5329 / 3621-9751

09 janeiro 2008

Banco Central vai apertar a regulação dos bancos

O Banco Central (BC) está preparando um conjunto de medidas para apertar o controle e a regulação do sistema bancário brasileiro e, assim, evitar possíveis crises no futuro. O objetivo dessas ações é impedir que os bancos nacionais acabem nas armadilhas que vêm causando prejuízos desde agosto a grandes bancos e, principalmente, às economias americanas e européias na esteira da crise das hipotecas de alto risco (subprime).

Segundo reportagem publicada nesta terça-feira, dia 8, pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Direção de Fiscalização do Banco Central vai revisar os riscos potenciais dos bancos. Em entrevista ao diário, o presidente do BC, Henrique Meirelles, não quis citar nenhuma das medidas por ainda estarem em fase de elaboração.

Meirelles antecipou apenas que elas "não necessariamente" vão aumentar a regulação ou o controle do BC sobre o sistema bancário. Sobre os problemas enfrentados pelos bancos nos Estados Unidos e na Europa, Meirelles disse que no Brasil não houve crise. "Mas vamos aproveitar a lição para reduzir riscos potenciais", destacou.

Para Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT, os bancos precisam de uma regulamentação muito mais forte que a tímida encontrada hoje. "O governo Lula precisa de uma atuação mais decidida. Tanto com maior fiscalização do Banco Central sobre práticas irregulares, como a cobrança excessiva de tarifas, quanto sobre gestões temerárias", afirmou.

Vagner citou o caso do Banco Santos e questionou: "Como uma empresa termina o dia saudável e no outro amanhece sem liquidez? E todas essas irregularidades encontradas, o BC não havia percebido antes? E como vamos discutir, por exemplo, a PLR, se os balanços publicados não são confiáveis?", comentou.

O presidente da Contraf-CUT também lembrou dos episódios em que o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ofereceu um socorro camarada à Salvatore Cacciola, dono do banco Marka, quebrado depois da desvalorização do real. A empresa do italiano e o banco FonteCindam puderam comprar dólares a preços abaixo da cotação do dia. Uma CPI aberta no Senado e a Polícia Federal encontraram documentos sobre um depósito de US$ 1,6 milhão numa conta no Exterior em nome do ex-presidente do BC, Chico Lopes, que sob a batuta de FHC concedeu R$ 37,7 milhões para socorrer os bancos.

Artigo 192 da Constituição
A concentração bancária, que acaba com concorrência e prejudica os clientes, está no cerne da maioria das distorções que ocorrem no sistema financeiro nacional, e que produzem um lucro fabuloso para os banqueiros às custas da sociedade. Boa parte desses problemas poderia ser resolvida se o Brasil regulasse melhor a atuação dos bancos.

O artigo 192 da Constituição Federal, que trata do assunto, até agora não foi regulamentado. "Os bancos exploram a sociedade de todas as formas. Nosso empenho deve continuar no sentido de ampliar o debate da necessidade de regulamentação do sistema financeiro nacional. Precisamos retomar o debate sobre a ampliação do Conselho Monetário Nacional, atualmente composto por três pessoas. Precisamos lutar para que os bancos, públicos e privados, estejam em consonância com os interesses da sociedade brasileira, ou seja, ofertar crédito, farto e barato, estando assim a serviço do desenvolvimento nacional. Com relação às tarifas bancárias é preciso colocar-se limites", finaliza Vagner Freitas.

Fonte: Contraf-CUT, com informações do Estadão

20 dezembro 2007

Bancários conquistam Auxílio-educação no Unibanco

Os funcionários do Unibanco terão bons motivos para iniciar 2008 com vontade de retomar os estudos e se qualificar profissionalmente. Em mais uma rodada de negociação, realizada nesta sexta-feira, dia 21, o banco atendeu a reivindicação dos trabalhadores e aumentou o valor do auxílio-educação. O acordo deve ser assinado no começo de janeiro.

De acordo com Jair Alves dos Santos, diretor da FETEC/CUT-SP e coordenador da Comissão de organização dos Empregados do Unibanco (COE), o auxílio-educação conquistado pelos bancários prevê a concessão de mil bolsas de estudo para todo o país. O custeio das bolsas será no valor de 70% das mensalidades, até o limite de R$ 320. O auxílio vale também para a matrícula. O benefício vale para a primeira graduação nas áreas afins como Economia, Administração, Comércio Exterior, entre outras.

Os critérios para seleção são, pela ordem: menor renda, maior número de dependentes e maior tempo de banco. Podem concorrer às bolsas todos os funcionários do Unibanco desde que tenham, no mínimo, seis meses de empresa. O banco se compromete a financiar apenas os cursos das faculdades que tenham alcançado pelo menos o Nível 3 no Enade.

Os bancários interessados devem fazer a inscrição entre os dias 02 e 20 de janeiro. A pedido dos dirigentes sindicais, o Unibanco se comprometeu a, posteriormente, estender a bolsa de estudos a toda a holding.

"É uma conquista muito importante. O banco já exige curso superior de seus trabalhadores, mas muitos não têm condições para pagar uma faculdade", comenta Jair Alves, coordenador da COE do Unibanco.
Michele Amorim


Fonte: Michele Amorim - Fetec/SP

19 dezembro 2007

Paralisação no BB de Taubaté contra desrespeito aos vigilantes

A agência Centro do Banco do Brasil de Taubaté está paralisada, nesta terça-feira, em protesto contra atraso no pagamento de benefícios dos vigilantes contratados pela Concreta, empresa de segurança e vigilância.

O protesto, organizado pelo Sindicato dos Vigilantes de Taubaté, São José dos Campos e Região, conta com apoio do Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região e a tendência é estender-se para outras cidades, a exemplo de São José dos Campos, cuja adesão está prevista para esta quarta-feira.

Há cinco meses, a Concreta, prestadora de serviços contratada pelo BB, não paga a cesta básica a seus empregados. Também há denúncias de que a empresa não estaria recolhendo FGTS e INSS. Além disso, há risco de não creditar o 13º dos funcionários, em flagrante desrespeito a acordo negociado em mesa de conciliação, no último mês de novembro, na DRT de São José dos Campos, com participação de representante do BB.

“Na oportunidade, as partes buscaram uma solução para os atrasos que já se prolongavam desde meados de agosto. A empresa se comprometeu em fazer o acerto, mas até agora não o fez. Por isso, a paralisação que conta com apoio dos bancários”, explica o presidente do Seeb/Taubaté, Luis Antonio da Silva.

Conforme o dirigente, o Seeb questionou a gerência da agência paralisada sobre o porquê de o BB manter contrato com uma empresa que desrespeita os direitos trabalhistas. “Diante do questionamento, fomos informados de que o banco estatal estaria providenciando contrato com outra prestadora de serviços de vigilância”.

Em tempo - Durante o fechamento desta edição, a agência central do BB de Taubaté foi reaberta para atendimento ao público sob a determinação da gerência regional do Vale do Paraíba e sem o número mínimo de vigilantes. "A abertura se deu em flagrante desrespeito à lei federal sobre segurança bancária. Por isso, estamos encaminhando denúncia à Polícia Federal, na expectativa de vermos cumprida as legislações pertinentes", salienta Luizão.

10 dezembro 2007

Após pressão dos bancários, Santander melhora auxílio-educação

A pressão da Comissão de Organização dos Empregados (COE), da Contraf-CUT, na mesa de negociações com o Santander, buscando avanços na proposta de aditivo à convenção coletiva, deu resultados. Em nova rodada realizada nesta sexta-feira, dia 7, em São Paulo, o banco aceitou a melhoria no auxílio-educação, importante conquista obtida na reunião anterior. A empresa aumentou o total de bolsas de 700 para 1.000, garantindo até 50% de 12 mensalidades, elevando o teto de R$ 250 para R$ 300. O Santander também assegurou o pagamento de renda variável mínima ou Programa de Participação nos Resultados (PPR) de R$ 600 para todos os funcionários até 3 de março de 2008, sem descontar na segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). As entidades irão reivindicar antecipação do pagamento.

"Garantimos grandes avanços nas negociações, além de mantermos o acordo aditivo. Agora os bancários vão avaliar se aceitam ou não o acordo em assembléias que serão realizadas pelos sindicatos em todo o país na semana que vem", diz Paulo Stekel, diretor da Contraf-CUT e funcionário do Santander.

O banco ainda assegurou a renovação dos termos aditivos da Cabesp e do Banesprev, que estabelecem grupos de trabalho para analisar a situação das entidades de saúde e previdência complementar dos antigos banespianos e a inclusão dos demais empregados do banco.

Durante a negociação, o presidente da Afubesp, Paulo Salvador, entregou um documento assinado pelos dirigentes sindicais, solicitando a instalação de uma mesa específica de negociação sobre a Cabesp, com o objetivo de discutir temas como reforma estatutária, co-participação e melhoria dos benefícios.

Com essas propostas, o Santander afirmou que o processo negocial para firmar um novo aditivo está concluído. Na próxima semana, os sindicatos realizarão assembléias dos funcionários do Santander em todo o país, a fim de decidir sobre a aceitação ou não da oferta do banco, para fins de assinatura do instrumento.

"O balanço das negociações é positivo, pois garantimos a renovação do aditivo, obtido no ano passado, com a manutenção das cláusulas e a inclusão de novas conquistas, como o auxílio-educação, e várias melhorias, como a elevação da renda variável mínima ou PPR para R$ 600 por funcionário, a ampliação do horário de amamentação, a estabilidade provisória de 120 dias em caso de adoção de crianças até 12 anos e a garantia de negociação permanente, através do Comitê de Relações Trabalhistas, a cada dois meses", avalia o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e da Afubesp, Ademir Wiederkehr, que participou de todas as rodadas.

Auxílio-educação
As bolsas serão concedidas anualmente, através de processo seletivo, para cursos de primeira graduação afins: Matemática, Economia, Ciências Contábeis, Administração de Empresas, Direito, Comércio Exterior, Marketing e Tecnologia da Informação, todos reconhecidos pelo MEC.

Os contemplados deverão ser aprovados nas disciplinas cursadas, a fim de possam disputar nova bolsa no ano seguinte. Ninguém será dono de bolsa.

Todos os funcionários com mais de um ano de banco serão considerados elegíveis para a concessão das bolsas. Os critérios de desempate são os seguintes, nesta ordem: menores salários; maior tempo de banco (antigüidade); maior número de filhos.

Após assinatura do aditivo, o banco abrirá prazo de inscrições, que será amplamente divulgado, por meio do Portal do RH. A cada semestre, o banco realizará uma reunião com os dirigentes sindicais para acompanhamento.

Renda Variável e PPR
O Santander assegurou que não haverá desconto dos programas próprios de renda variável (Sim, Somar, Super Ranking, comissões etc) da PLR, como faculta a convenção coletiva. O banco também efetuará o pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR). Nenhum funcionário receberá menos do que R$ 600 de renda variável ou PPR.

O crédito será feito junto com a segunda parcela da PLR e o adicional até o dia 3 de março de 2008, conforme consta na convenção coletiva. "As entidades sindicais e de representação, no entanto, lutarão para antecipar esse pagamento, a exemplo de anos anteriores", adianta Paulo Salvador.

"A proposta avança em relação aos últimos três anos, quando o banco concedeu uma PPR de R$ 300 por funcionário. Agora, todos ganharão no mínimo R$ 600 e não haverá desconto dos programas de renda variável da PLR, como fazem outros bancos privados", destaca Ademir.

Horário de Amamentação
Outro avanço das negociações é ampliação do horário de amamentação. As mães terão direito à redução de sua jornada de trabalho em uma hora por dia, que poderá, a critério da funcionária, ser fracionada em dois períodos de 30 minutos, pelo período de 270 dias contados do nascimento do filho.

Trata-se de uma conquista dos trabalhadores espanhóis, que está sendo garantida no Brasil. Aqui, a lei assegura horário de alimentação somente para crianças até 180 dias.

Fonte: Seeb Porto Alegre e Afubesp

07 dezembro 2007

Bancários em campanha por mais empregos na Caixa Federal

No último dia 05 de dezembro o Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região coletou assinaturas para o abaixo-assinado da campanha “Mais empregados para a Caixa – Mais Caixa para o Brasil”. Os empregados da Caixa estão na luta pela adequação da estrutura de pessoal na Caixa Econômica Federal. A reivindicação, prioridade em toda a campanha salarial, resultou no compromisso assumido pela direção do banco, de contratação de 3 mil novos empregados até o final de 2007. O Sindicato está cobrando.

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O abaixo-assinado que circula em todo o país será entregue ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e às demais instâncias governamentais responsáveis por esta adequação em instituições públicas federais.

A contratação de mais empregados na Caixa beneficia os cidadãos, a empresa e a categoria bancária. A participação de clientes, trabalhadores e de toda a sociedade é muito importante para a campanha.

A campanha lançada pela Fenae, Apcefs, Contraf-CUT e sindicatos visa aprimorar a empresa pelo desenvolvimento social e estimular o debate sobre os problemas decorrentes da falta de mão-de-obra na Caixa. A falta de trabalhadores além de trazer grande insatisfação aos clientes, provoca excesso de trabalho e cobranças excessivas com assédio moral sobre os empregados.

Informações: Fetec-SP

05 dezembro 2007

Unibanco antecipa 13º salário

Segunda parcela do 13º salário será paga no próximo dia 07/12.

A direção do Unibanco anunciou, nesta quarta-feira, a antecipação da segunda parcela do 13º salário para o próximo dia 07/12.


Anualmente, o pagamento costuma ser efetuado entre os dias 10 e 11/12. “A antecipação é bem-vinda, pois facilita a programação dos funcionários para o seu final de ano, o que, no entanto, não diminui nossas mobilizações por melhorias em remuneração e saúde para todos”, frisa Jair Alves, diretor da FETEC/CUT-SP.

Fonte: Lucimar Cruz Beraldo - Fetec/SP

Divulgado horários dos bancos no final de ano

Dia 28 de dezembro será o último dia útil do ano com atendimento


O calendário de funcionamento das agências bancárias para o final do ano foi divulgado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) na segunda-feira, dia 26.

Na véspera do Natal, 24 de dezembro, as capitais e regiões metropolitanas do país com horário igual ao de Brasília funcionarão das 9h às 11h. Nas cidades do interior o funcionamento será das 8 às 10h. As contas com vencimento no dia de Natal, 25, poderão ser pagas sem multa no dia 26 de dezembro sem incidência de multa.

Já no feriado de Ano Novo, 28 de dezembro é o último dia útil. No dia 31 de dezembro os bancos não abrirão para atendimento. O funcionamento será retomado no dia 2 de janeiro de 2008.

Fonte: Carlos Fernandes - Seeb SP

03 dezembro 2007

Sindicato realiza Seminário de Organização para 2008

A direção do Sindicato dos Bancários de Taubaté promoveu no último sábado, dia 01 de dezembro, uma reunião com toda a diretoria eleita com a pauta única para discutir prioridades e o formato para o próximo seminário de planejamento que será realizado até março do próximo ano.

A direção apontou algumas prioridades como: um maior investimento do sindicato na formação política da diretoria, a criação de um jornal permanente de comunicação com os clientes dos bancos, a defesa da nossa caixa contra o projeto de privatização imposto pelo governo Serra. O sindicato pretende também investir mais na integração social com os filiados e no dia-a-dia dos diretores liberados, além de priorizar as visitas e reuniões nas bases, eleger vereadores bancários nas diversas cidades da base, criar formas alternativas de arrecadação financeira para o sindicato e ocupar espaços para inserir o sindicato mais próximo da sociedade através da ONG CIDADE/CIDADÃO, entre outras propostas.



30 novembro 2007

Tucanos ligam o trator para sangrar ainda mais a Nossa Caixa

Projeto de Lei tira mais R$ 1,5 bi do banco e vai a plenário nesta quinta

A bancada governista da Assembléia Legislativa, na figura do presidente da Casa, Vaz de Lima (PSDB), convocou duas sessões extraordinárias para esta quinta-feira, dia 29, a fim de colocar em votação o Projeto de Lei 903/2007, que permite ao governador José Serra sangrar a Nossa Caixa em mais R$ 1,5 bilhões.

De acordo com a norma, 70% dos depósitos judiciais e administrativos existentes nos cofres da Nossa Caixa poderão ser transferidos para a conta única do Tesouro Estadual. O montante chega a R$ 1,5 bilhões e poderia ser capitalizado a fim de gerar pelo menos mais R$ 40 milhões ao ano. "Além disso, a falta deste dinheiro deixa o banco ainda mais fragilizado do que já está, após o desfalque de mais de R$ 2 bilhões pela compra da folha de pagamento dos servidores", diz a diretora do Sindicato e funcionária da Nossa Caixa Raquel Kacelnikas.

O projeto do governador foi enviado à Alesp no dia 31 de agosto e desde então os trabalhadores e a bancada do PT pede uma audiência pública para que o assunto pudsesse ser discutido abertamente entre todos os setores da sociedade, mas não foi ouvida. "Os tucanos e a sua base de apoio querem fugir da dicussão aberta. Não deram espaço para ninguém de fora opinar", revolta-se Raquel.

Em plenário, a sangria de Serra deve passar, pois o governador tem a maioria na Casa. "O Serra não quer saber do futuro do Estado, está passando por cima de tudo e de todos, no maior estilo ditatorial, para tirar proveito próprio e rápido de sua gestão", completa a diretora.

R$ 2 bilhões -
Também em 2007, Serra sacou R$ 2 bilhões da Nossa Caixa para repassar a folha de pagamento dos servidores estaduais. A folha estava anteriormente com o Banespa e, quando este foi vendido para o Santander, em 2000. Um acordo garantia a permanência da folha com os espanhóis por sete anos e a migração automática da mesma para a Nossa Caixa ao final deste período.

Fonte:FETEC-SP

28 novembro 2007

Sindicato apóia vídeo documentário sobre moradores de rua

O Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região concedeu apoio cultural ao vídeo documentário “Memória de moradores de rua”. O vídeo é um trabalho acadêmico produzido como trabalho de conclusão do curso de jornalismo da Unitau e explora a vida de parcela dos moradores de rua da cidade de Taubaté, mostrando as frustrações, ambições, sonhos e história dessas pessoas.

”Buscamos apresentar ao telespectador, o cotidiano da população de rua com o objetivo de despertar sensibilidade e ao mesmo tempo senso crítico em quem assiste,” afirma Victor Martin, assessor de imprensa do Sindicato e um dos produtores do vídeo.

Assista ao vídeo:

Parte 1



Parte 2


“Memória de moradores de rua” foi produzido por Natália Azzolini, Suellen Fernandes e Victor Martin.

Mais informações:
http://www.moradoresderua.blogspot.com

27 novembro 2007

Sindicato negocia convênio com a Unitau

O Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região, por meio da diretora Maria Isabel, está negociando com a Universidade e Taubaté um acordo de convênios para sindicalizados e seus dependentes. A idéia é oferecer 20% de desconto nas mensalidades, num total de 150 bolsas de estudo.

“Estamos no processo final de negociações e a perspectiva é de que nos próximos dias o acordo seja firmado,” afirma Isabel.