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20 maio 2010

Bancários do HSBC e do Santander turbinam abaixo-assinados por acordo global

Apesar dos esforços da UNI Finanças e das entidades sindicais em todo planeta, as direções mundiais do HSBC e do Santander ainda não abriram negociações para discutir um acordo marco global. Por isso, os bancários irão aumentar a campanha e turbinar os abaixo-assinados em todo mundo, buscando mais adesões de trabalhadores.

Clique aqui para baixar o abaixo-assinado ao HSBC e coletar assinaturas.

Clique aqui para baixar o abaixo-assinado ao Santander e coletar assinaturas.

O prazo de coleta de assinaturas foi prorrogado pela UNI Finanças, como forma de reforçar a campanha mundial. Clientes podem assinar a petição ao HSBC.

Na próxima semana, a UNI Finanças promove nova teleconferência entre os integrantes dos Grupos de Coordenação da Aliança Sindical Global do HSBC e do Santander, sob a coordenação do chefe mundial da UNI Finanças, Oliver Roethig. Os funcionários do HSBC, Miguel Pereira, e do Santander, Ademir Wiederkehr, são os representantes da Contraf-CUT.

Jornais aos bancários do HSBC e Santander

Além de coletar assinaturas, a Contraf-CUT enviou aos sindicatos filiados jornais Rede Global Bancária, da UNI Américas Finanças, para distribuição aos bancários do HSBC e Santander.

O objetivo é estimular a participação dos trabalhadores e pressionar os bancos a abrirem negociações para discutir o acordo global, que visa assegurar direitos fundamentais para os bancários em todos os países onde essas multinacionais atuam.

Clique aqui para acessar o jornal para o HSBC.

Clique aqui para acessar o jornal para o Santander.

Assembleias de acionistas

A UNI Finanças informou que, no dia 28 de maio, ocorre a assembleia mundial dos acionistas do HSBC, em Londres.

O sindicato que representa cerca de dois milhões de trabalhadores do setor financeiro também comunicou que no dia 11 de junho acontece a assembleia mundial dos acionistas do Santander, na Espanha.

Mobilização

Para o Sindicato, a mobilização precisa aumentar, A organização de caranavas e outras atividades ajuda para intensificar a coleta de assinaturas no HSBC e Santander, a fim de fortalecer a campanha por acordos globais com esses dois bancos. Só com mobilização será possível abrir negociações.

Fonte: Contraf-CUT

03 fevereiro 2010

Bancário do Santander ganha horas extras e adicional de transferência

O banco Santander pagará horas extras e adicional de transferência a ex-empregado que exercia cargo de gerente-adjunto em mais de uma agência no Rio Grande do Sul. A sentença foi confirmada pela Seção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho, ao acompanhar voto relatado pelo ministro João Batista Brito Pereira que rejeitou (não conheceu) os embargos da instituição.

O banco recorreu à SDI-1 contra a decisão da Oitava Turma do TST, sustentando que as horas extras eram indevidas, porque o empregado era gerente geral, e não adjunto. Só que a Turma rejeitou o recurso da empresa com base na Súmula nº 126/TST, que trata da impossibilidade de revisão de provas nesta instância judicial, e inviabilizava a reforma da sentença, afirmou o relator.

O relator também esclareceu que somente cabem embargos à SDI quando se constata divergência jurisprudencial entre decisões de Turmas do TST. Segundo o ministro Brito, a intenção do Santander era discutir “procedimento adotado pela Turma, buscando, por via transversa, a revisão do conhecimento do recurso de revista, e não uniformização de jurisprudência sobre a questão de mérito”, de forma que a pretensão da empresa “não se insere nas hipóteses de cabimento do recurso de embargos à luz da Lei nº 11.496/07”.

No caso do adicional de transferência, o relator verificou que a Turma decidira com base na conclusão do Tribunal gaúcho de que “ocorreram sucessivas transferências e que não restou provado que estas se deram em caráter definitivo”, nem que havia cláusula contratual prevendo a sua possibilidade. O bancário começou a trabalhar na agência de Caxias do Sul no início de 1986, tendo sido transferido, em fins de 1997, para Porto Alegre, onde permaneceu até fevereiro de 2002, quando, então, retornou a Caxias do Sul.

O banco ainda apresentou embargos declaratórios que foram rejeitados pela SDI-1. (E-ED-RR-202-2003-007-04-00.5)

Fonte:
Mário Correia
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Superior do Trabalho
Tel. (61) 3043-4404
imprensa@tst.gov.br

17 junho 2009

Santander vai pagar adicional de 2008

Reivindicação dos bancários foi atendida, mas valor está aquém do que trabalhadores merecem

Em resposta à carta enviada pelos representantes de bancários de todo o Brasil e atendendo à demanda cobrada nos últimos meses, a direção do Santander finalmente anunciou o pagamento do valor adicional à PLR de 2008.

> Leia a íntegra da resposta do banco

O banco informa que pagará a quantia de R$ 500 a todos os trabalhadores, tanto do Santander quanto do Real, no dia 19 de junho. Quem não foi demitido por justa causa e quem se aposentou entre 2 de agosto e 31 de dezembro de 2008 tem direito ao valor proporcional ao período trabalhado e recebe no dia 10 de julho.

Também atendendo à solicitação dos dirigentes sindicais, ficou agendada para 23 de junho a próxima rodada de negociação que deve tratar de PPR (programa próprio de remuneração do banco) dos trabalhadores.

“Essa é mais uma conquista da garra dos trabalhadores do Santander, mas o valor está aquém do que eles merecem”, avalia a diretora do Sindicato Rita Berlofa. “Vamos continuar nossa luta para tornar mais justa a participação dos bancários nos lucros da empresa, essa é uma das principais bandeiras da campanha da categoria em 2009.”

Cláudia Motta - 15/06/2009

04 junho 2009

Dia de Luta por PLR e defesa do emprego e direitos no Santander Real

O Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região realizou HOJE, quinta-feira (4) as 10:30, mais um Dia de Luta por PLR e defesa do emprego e direitos no Santander/Real. Dessa vez o protesto foi em frente a agência do Santander da Praça Santa Terezinha no Centro de Taubaté.

Para baixar o manifesto dos trabalhadores do banco, clique aqui


Os trabalhadores vão cobrar mais uma vez do banco o pagamento do adicional da PLR, cujo não pagamento foi fruto de manobras contábeis no balanço publicado pela empresa em 2008, que frustrou as expectativas criadas pelo próprio presidente do banco, Fábio Barbosa. Enquanto isso, o banco pagou bônus milionários de até R$ 1,4 milhão para superintendentes e fixou a remuneração anual média de R$ 8,6 milhões para os 26 diretores-executivos em 2009.

Enquanto os executivos do banco recebem milhões, a recompensa dos bancários, verdadeiros responsáveis pelo lucro do banco, é bem diferente: demissão. Entre março de 2008 e março de 2009, o banco espanhol extinguiu 3.300 empregos no Brasil. As dispensas desrespeitam um processo de negociação com os trabalhadores que já conquistou vários mecanismos para evitar as demissões, como a criação de um centro de realocação profissional e os aditivos à convenção coletiva que estabeleceram a licença remunerada pré-aposentadoria (pijama) e incentivos para aposentadoria. Os bancários exigem o fim das demissões e o deslocamento de mais funcionários para as agências, para resolver a sobrecarga de trabalho e a falta de pessoal.

Além disso, os trabalhadores repudiam as mudanças sem negociação com as entidades sindicais realizadas pelo banco no HolandaPrevi e nos planos de assistência médica e odontológica, entre outros pontos. O caso mais grave aconteceu com os planos de previdência. Em vez de estender o antigo HolandaPrevi, do Real, para os bancários que não tinham plano com uma patrocinadora, o Santander criou um novo plano. Para os sem-prev, a proposta é razoável, mas precisa de avanços, pois não considera o tempo de casa e nem faz aporte que possibilite um acúmulo de reservas que permita transformá-la no futuro em real beneficio.

Mas para quem já tem o HolandaPrevi, o novo plano é péssimo, com redução de mais de 50% dos valores depositados. A orientação é que ninguém faça adesão. Além do mais, os bancários têm prazo de 60 dias, a partir do dia 1º de junho, para fazer a sua escolha.

18 maio 2009

Bancários do Santander cobram mais PLR em dia nacional de luta

Os funcionários do Santander foram as ruas em todo o país nesta terça-feira, dia 19, em mais um Dia Nacional de Lutas. Os bancários reivindicam melhoria na Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e o fim das demissões no banco.

VEJA AS FOTOS DO ATO!


Baixe aqui o jornal que foi distribuído aos clientes!

Os diretores do Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região estiveram na porta da agência do Santander/Centro em Taubaté, que teve sua abertura atrasada em 30 minutos.

Os trabalhadores do banco espanhol estão indignados com a queda no valor da PLR, ocorrida por conta do balanço "mágico" divulgado pelo banco no final de 2008, que desapareceu com cerca de R$ 2 bilhões.


Para piorar a situação, o Santander aprovou, em reunião de acionistas ocorrida no final de abril, o valor de R$ 233,8 milhões para gastar com a remuneração de seus 26 diretores-executivos.

Os trabalhadores brasileiros não aceitam ser os únicos prejudicados, recebendo apenas a regra básica da PLR, o menor pagamento entre os grandes bancos brasileiros. É inadmissível que os bancários recebam uma PLR menor do que a de 2007, enquanto um punhado de executivos ganha milhões de reais.

Demissões: Os trabalhadores também cobram a suspensão do processo silencioso de demissões que vem acontecendo no banco espanhol. Cerca de mil funcionários perderam seus empregos apenas nos três primeiros meses de 2009.

Negociação: Uma nova reunião do Comitê de Relações Trabalhistas do Santander está prevista para o próximo dia 26, em São Paulo. Os funcionários voltarão a cobrar do banco o fim das demissões e a melhoria da PLR, itens que ficaram em aberto no último encontro.

VEJA AS FOTOS DO ATO!


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07 maio 2009

Bancários e Santander agendam reunião do Comitê de Relações Trabalhistas

A Contraf-CUT e as Comissões de Organização dos Empregados (COEs) do Santander e Real se encontram na próxima terça-feira, dia 12, às 10h, com o banco espanhol, em São Paulo, para a primeira reunião do Comitê de Relações Trabalhistas (CRT), previsto nos recentes aditivos à convenção coletiva. O objetivo das entidades sindicais é retomar o processo de negociação permanente, buscando a manutenção dos empregos e direitos e a melhoria das condições de trabalho.

A pauta dos trabalhadores está sendo elaborada a partir das sugestões enviadas pelos sindicatos e federações dos bancários de todo País, cujo prazo termina nesta terça-feira, dia 5, às 18h. As propostas devem ser remetidas para os coordenadores das COEs, Mário Raia e Marcelo Gonçalves, e para os diretores Ademir Wiederkehr e Deise Reicoaro da Contraf-CUT.

Na segunda-feira, dia 11, véspera da negociação, as COEs se reunirão, às 15h, no Auditório Amarelo do Sindicato dos Bancários de São Paulo. "Vamos nos preparar para os debates com o banco e avaliar as atividades do dia nacional de luta, promovido na última quinta-feira, dia 30 de abril, que teve protestos, manifestações e passeatas em todos os cantos do País, pressionando o Santander a parar com as demissões e pagar mais PLR aos trabalhadores", destaca Ademir.

Os bancários também irão analisar os números do balanço do primeiro trimestre de 2009, onde o Santander contabilizou ágio de R$ 447 milhões, referentes à compra do Real, o que implicou na redução do lucro, assim como já foi feito no balanço de 2008. "Os trabalhadores e as trabalhadoras não aceitam pagar essa conta com dispensas e PLR menor, pois superintendentes e executivos ganharam bônus milionários. Exigimos respeito e igualdade de tratamento para quem é o maior responsável pelos lucros do banco", salienta Deise.

Essa será a primeira reunião do CRT após as assembleias de acionistas do Santander, ocorridas na última quinta-feira, que aprovaram a extinção e a incorporação do Banco Real pelo Santander, a distribuição do lucro líquido do exercício de 2008 e a fixação de R$ 223 milhões para a remuneração global anual dos 26 diretores executivos do banco. Ademir e a Afubesp, representada pelo presidente Paulo Salvador, acionistas minoritários presentes, registraram votos contrários, diante da redução da PLR, da falta de transparência do balanço e pela ausência de garantias de emprego e direitos para os trabalhadores e aposentados no processo de fusão.

30 abril 2009

Ato de 1º de Maio e Dia de Luta no Santander/Real

"1º de Maio"

O Sindicato dos Bancários realizou nesta quinta-feira (30), juntamente com outras entidades cutistas, uma atividade em homenagem ao "Dia 1º de Maio" (Dia do Trabalhador).

Veja as Fotos!


O tradicional Café da Manhã com os Trabalhadores começou às 8h na Praça Dom Epaminondas no Centro de Taubaté. O tema este ano foi “A Luta pelo desenvolvimento com Trabalho, Renda e Direitos”

O ato teve sorteios de brindes para a população, show musical, atendimento jurídico e vacinação contra a gripe.

Veja mais fotos do "1º de Maio"!


Dia de Luta de Santander/Real

Os bancários do Santander e Real fazeram manifestações nesta quinta-feira 30 em todo o país para denunciar que o banco espanhol, ao mesmo tempo em que afirma na sua propaganda ser o número 1 do mundo, está demitindo trabalhadores no Brasil.

Veja a Galeria de Fotos do Ato em Taubaté!


O comportamento do Santander é inadmissível porque, apesar da crise, continua apresentando lucros astronômicos, fruto do trabalho dos bancários e da cobrança de altas taxas de juros, tarifas abusivas e spread elevado (a diferença da taxa em que ele capta e que empresta), maior que na Espanha e em toda a Europa.

O Santander está fazendo demissões mesmo sabendo que há falta de gente nas agências para atender melhor os clientes e a população, obrigando os bancários a um ritmo desumano de trabalho e a jornadas excessivas, o que está provocando o aumento do número de doentes.

Os bancários também protestam porque o Santander diminuiu a participação nos lucros e resultados (PLR) que os funcionários têm direito, enquanto paga prêmios milionários a seus executivos de mais de R$ 1,5 milhão.

Queremos o fim das demissões e da exploração, o pagamento justo pelo nosso trabalho e a melhoria do atendimento aos clientes, com a redução dos juros, tarifas e filas.

Veja a Galeria de Fotos do Dia de Luta em Taubaté!

01 abril 2009

Sindicato atende quem vai aderir ao “pijama” no Santander/Real

Os dirigentes sindicais do Santander e do Real já estão atendendo os trabalhadores que vão aderir ao “pijama” previsto no acordo aditivo conquistado junto ao Grupo Santander Brasil. O atendimento é na sede das 9h às 17h durante todo o prazo de adesão (leia abaixo).

Os interessados devem trazer: duas cópias, mais o documento original, da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) constando qualificações e registros; duas cópias, mais o documento original, do comprovante de estabilidade pré-aposentadoria, conforme cláusula 24, parágrafo 1º, da Convenção Coletiva de Trabalho, e cláusula 15ª do aditivo do Santander; duas cópias da simulação da contagem de tempo para aposentadoria.

Prazo de adesão – Os acordos aditivos foram assinados pelos diretores do Sindicato e dos dois bancos na segunda-feira, dia 30. A partir da assinatura, começou a valer o prazo de trinta dias para que os trabalhadores das duas empresas, que já reúnem os requisitos necessários, possam aderir à licença remunerada, o chamado “pijama”. Para os que não preencheram os requisitos até a assinatura do acordo, o prazo para a adesão é de 15 dias a contar da data em que preencher os requisitos.

A conquista, histórica, é resultado de sete meses de duras rodadas de negociação e prevê direitos além dos estabelecidos na convenção de todos os bancários.

Os que já se aposentaram pelo INSS, e que estão trabalhando, ou quem até o dia 9 de abril passar a reunir as condições para se aposentar, poderá aderir ao plano de incentivo à aposentadoria. Nesse caso, a adesão terá de ser feita nos bancos até 9 de abril.

25 março 2009

Sindicato esclarece dúvidas sobre aditivo do Santander

Após a aprovação por unanimidade das propostas de acordos aditivos à Convenção Coletiva de Trabalho dos trabalhadores do Santander e do Real, o Sindicato recebeu uma série de mensagens com dúvida dos bancários. Por conta disso, os diretores reuniram as mais freqüentes e apresentam as respostas (leia abaixo).

Caso a sua dúvida não esteja na relação abaixo, envie a pergunta que o Sindicato irá responder. Assim você também estará contribuído para atualizar a lista e esclarecer outros colegas.

> Conheça a íntegra dos aditivos conquistados nos dois bancos
> Santander e Real: trabalhadores aprovam acordos aditivos

APOSENTADORIA

1. Como calculo o tempo de contribuição para o INSS para fins de aposentadoria?

a. Por meio do site da Dataprev você poderá realizar a simulação da contagem de tempo de contribuição. Acesse www.previdencia.gov.br tendo em mãos o número do PIS e os registros da sua carteira profissional. Acesse o link “Calcule sua aposentadoria (simulação)”, localizado na “Agência Eletrônica: Segurado”. Nele, acesse “Simulação da Contagem de Tempo de Contribuição”.

b. No simulado você terá informações, dentre outras, sobre o “Tempo a cumprir para aposentadoria proporcional”

c. Verifique se ao cumprir o tempo do item “b” você já tem 48 anos, no caso de mulher, e 53 anos, no caso de homem.

OBS.: É NECESSÁRIO QUE SE CUMPRAM OS DOIS REQUISITOS: TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO E IDADE.

NÃO SE CONSIDERA A IDADE NOS CASOS EM QUE A APOSENTADORIA É INTEGRAL (MULHER, 30 ANOS, E HOMEM, 35 ANOS DE CONTRIBUIÇÃO).


ESTABILIDADE PRÉ-APOSENTADORIA

2. Estabilidade pré-aposentadoria de 24 meses: quem tem direito?

a. Para os originários do Banespa

i. Mulher com 21 anos de banco e que esteja a 24 meses de se aposentar conforme os subitens “b e c” da pergunta “1” (Como calculo o tempo de contribuição para o INSS para fins de aposentadoria?);

ii. Homem com 25 anos de banco e que esteja a 24 meses de se aposentar conforme os subitens “b e c” da pergunta “1” (Como calculo o tempo de contribuição para o INSS para fins de aposentadoria?);

b. Para os demais trabalhadores do Santander e do Real

i. Mulher com 23 anos de vínculo empregatício ininterrupto com o mesmo banco e que esteja a 24 meses de se aposentar conforme os itens “b e c” da pergunta “1” (Como calculo o tempo de contribuição para o INSS para fins de aposentadoria?);

ii. Homem com 28 anos de vínculo empregatício ininterrupto com o mesmo banco e que esteja a 24 meses de se aposentar conforme os itens “b e c” da pergunta “1” (Como calculo o tempo de contribuição para o INSS para fins de aposentadoria?).

3. Estabilidade pré-aposentadoria de 12 meses: quem tem direito?

iii. Os trabalhadores que tiverem pelo menos cinco anos de banco e que estejam a 12 meses de se aposentar conforme itens “b e c” da pergunta “1” (Como calculo o tempo de contribuição para o INSS para fins de aposentadoria?).

PIJAMA (LICENÇA REMUNERADA PRÉ-APOSENTADORIA)

4. Quem tem direito ao “pijama”?

Todos os trabalhadores que estiverem na estabilidade pré-aposentadoria e tiverem pelo menos 15 anos de banco.

5. Qual o prazo para fazer a opção?

a. Para os que já preenchem os requisitos (15 anos de banco e já estejam na estabilidade pré-aposentadoria) na data da assinatura do acordo:

i. 30 dias a contar da assinatura do acordo.

b. Para os que vierem a preencher os requisitos (15 anos de banco e estabilidade pré-aposentadoria) depois da assinatura do acordo e até um ano após:

i. 15 dias a contar do primeiro dia do preenchimento dos requisitos.

c. Para os que estiverem afastados por doença, acidente ou maternidade, durante os prazos previsto nos subitens “a e b” desta pergunta 5 (Qual o prazo para fazer a opção?):

i. cinco dias a contar da data do retorno ao trabalho.

6. Onde fazer a opção?

a. No Sindicato.

i. Levar comprovante de estabilidade pré-aposentadoria (carta ao banco informando a condição), carteiras profissionais onde constam os registros;

ii. Assinar um “TERMO DE OPÇÃO”, fornecido pelo banco;

iii. Fazer a opção, ou não, pela Cabesp (originários do Banespa);

iv. Fazer um documento manuscrito explicando os motivos da opção pelo pijama.

7. Quando se encerra o “pijama”?

No primeiro dia em que você completar o tempo para se aposentar, mesmo que na proporcional.

8. Terei direito à multa de 40% do FGTS?

a. Oriundos do Banespa:

i. Se você fizer a opção pela continuidade na Cabesp (no ato da assinatura do “TERMO DE OPÇÃO”) ao completar o tempo do “pijama”, seu desligamento será por aposentadoria e você NÃO terá direito à multa.

ii. Se você não quiser a Cabesp após sair do banco, seu desligamento se dará por “sem justa causa” e então você receberá a multa de 40% do FGTS.

b. Aos demais trabalhadores:

i. Ao completar o tempo do “pijama’, você será desligado – “sem justa causa” – e fará, portanto, jus à multa de 40% do FGTS.

INCENTIVO Á APOSENTADORIA

9. Quem tem direito ao incentivo à aposentadoria?

Os trabalhadores que durante os 10 dias a contar da assinatura do acordo já estiverem aposentados pelo INSS ou já reunirem condições de se aposentar.

10. Qual o prazo para opção?

a. 10 dias a contar da assinatura do aditivo;

b. Para os que estiverem afastados por doença, acidente ou licença-maternidade durante o prazo acima, cinco dias a contar da data do retorno ao trabalho.

11. Se o trabalhador sair no “pijama”, ele tem direito ao incentivo para aposentadoria depois?

a. Não. Ao optar pelo “pijama”, no término da licença remunerada, o bancário será desligado com pagamento das verbas rescisórias que fizer jus.


Fonte: Seeb-SP

16 março 2009

Santander abre finalmente inscrições ao auxílio-educação a partir desta segunda

Valeu a pressão dos bancários e das entidades sindicais. O Santander, finalmente, decidiu abrir inscrições para as bolsas de estudo de 2009. O banco anunciou que vai disponibilizar na intranet o formulário para obter o auxílio a partir desta segunda-feira, dia 16, até o dia 26.

"O banco estava devendo a abertura de inscrições ao auxílio-educação e cobramos quase diariamente para fosse liberado. Teve bancários que foram obrigados a se matricular, para não perder a vaga na universidade, e apelaram para empréstimos e o cheque especial", lembra o diretor do Sindicato dos bancários de Porto Alegre e região (SindBancários) e da Afubesp, Ademir Wiederkehr.

Mais bolsas e com teto maior

Graças as negociações entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) e representantes do Santander, foram conquistadas melhorias no auxíio. O banco concordou com a ampliação de 1 mil para 1.250 bolsas a serem concedidas aos trabalhadores com mais de quatro meses de empresa. Serão beneficiados os que frequentam cursos afins e de primeira graduação.

O valor do custeio é de 50% da mensalidade, mas o teto que era de R$ 300 aumentou para R$ 330.

Negociação nesta sexta

Os representantes dos bancários e do Santander voltam a se reunir nesta sexta-feira, dia 13, às 16h, para mais uma rodada de negociações sobre os acordos aditivos à Convenção Coletiva dos trabalhadores do Santander e do Real. Os debates estavam suspensos desde o dia 22 de janeiro.

Participam da negociação o diretor do SindBancários e da Afubesp, Ademir Wiederkehr, e o dirigente do Sindicato e da Contraf-CUT, Paulo Stekel.

"Estávamos discutindo também alternativas para evitar demissões em virtude da fusão com o Real. Mas o Santander não parou com as dispensas enquanto estávamos negociando e o diálogo foi interrompido. Agora, quase dois meses depois, vamos retomar os debates e esperamos fechar, já nesta sexta, os acordos aditivos", diz Rita Berlofa, diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenadora da mesa de negociações.

Licença remunerada pré-aposentadoria

Entre as reivindicações dos bancários para o aditivo está a licença-remunerada pré-aposentadoria, denominada carinhosamente pelos bancários de "pijama". A ideia é oferecer benefícios para que o funcionário que está há doze meses da aposentadoria se afaste do trabalho, sem perder direitos.

Incentivo à aposentadoria

Outra reivindicação é o incentivo à aposentadoria para os trabalhadores que já estão aposentados pelo INSS ou que reúnem condições para isso, mas continuam na ativa. "Na reunião, vamos fechar os termos desses acordos que são alternativas para evitar demissões propostas pelos bancários. Outra reivindicação neste sentido que já está em pratica é o Centro de Realocação", diz Rita Berlofa.

Os bancários também vão cobrar melhoria nos valores da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). "Vamos de novo discutir isso com o banco, que tem condições de distribuir melhor o lucro e valorizar os bancários, que são os verdadeiros responsáveis pelo ótimo desempenho do grupo", finaliza Rita.

Fonte: SindBancários e Seeb SP

Fechado acordo de incentivo à aposentadoria para bancários do Santander e Real

Em reunião realizada nesta sexta, 13 de março, entre representantes dos bancários e do Grupo Santander, ficou acertado um acordo de incentivo à aposentadoria e de licença remunerada, como um dos mecanismos para reduzir os impactos de demissões no banco espanhol no Brasil, que incorporou o Real.

Para o acordo valer, será necessária aprovação em assembléia, que deverá ocorrer entre 16 e 24 de março, com previsão de assinatura no dia 30. Caso seja aprovado, o acordo valerá para os bancários do Santander e do Real. Mesmo após a aprovação em assembléia, a adesão será voluntária para o trabalhador.

“Esse mecanismo combinado com outras propostas como a suspensão das demissões, a realocação de funcionários e a aplicação efetiva do Venha Trabalhar na Rede, reivindicados pelo Sindicato, poderiam reduzir o impacto das demissões e proporcionar mais tranqüilidade aos trabalhadores durante o processo de fusão”, disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

Licença remunerada pré- aposentadoria – Os bancários que estiverem até a dois anos de requererem a aposentadoria, poderão optar pela licença remunerada e gozá-la nos últimos 12 meses, que prevê o pagamento de todos os direitos, exceto vale transporte. Ou seja, os bancários que realizarem essa opção, poderão ficar nos 12 meses que precederem o período de aposentadoria afastados do banco recebendo salário, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), vale refeição, auxílio-creche, auxílio-educação e também terão cobertura de plano de saúde.

Programa de incentivo à aposentadoria – Os bancários aposentados que ainda estão trabalhando há mais de 15 anos de banco ou mais terão direito a um abono indenizatório se deixarem a instituição. Quem estiver em condições de se aposentar também terá esse direito.

O abono varia de acordo com a faixa salarial:

Até R$ 2.000 – Abono de R$ 4.000
De R$ 2.000 até R$ 4.000 – Abono de R$ 6.000
De R$ 4.000 até R$ 8.000 – Abono de R$ 9.000
De R$ 8.000 até R$ 12.000 – Abono de R$ 12.000
Mais de R$ 12.000 – Abono de R$ 16 mil

Os bancários entre 21 e 25 anos de banco terão um acréscimo de 10% sobre o valor do abono, de acordo com sua faixa salarial. De 26 anos a 30 anos, 15% de acréscimo. De 31 anos em diante, o acréscimo será 20%.

Fonte: www.spbancarios.com.br

18 fevereiro 2009

Bancários retardam abertura de agências no Santander/Real

Embora a direção do Grupo Santander tenha retomado as negociações nesta terça-feira (17) e assumido o compromisso de responder o quanto antes às demandas apresentadas pelos trabalhadores, os bancários decidiram manter a mobilização até que o banco atenda às reivindicações de suspender as demissões e de implementar alternativas para evitar novos cortes por conta do processo da fusão, atualmente em curso, com o banco Real.

Veja mais fotos do Ato em Taubaté!

Neste sentido, sindicatos de bancários de todo o país promoveram, nesta quarta-feira, o Dia Nacional de Lutas, com paralisações, uso de camisetas pretas e distribuição de cartas abertas denunciando as 400 demissões efetuadas pelo banco no último mês de janeiro, em pleno processo de negociação com os representantes sindicais.

Na base da FETEC/CUT-SP, 32 agências tiveram a abertura retardada para às 11h na capital paulista, além de unidades no ABC Paulista, Catanduva, Guarulhos, Limeira e Taubaté, com realização de reuniões com os funcionários. Nas demais localidades, ocorreram manifestações com distribuição da cartas abertas e diálogos com os trabalhadores, clientes e usuários dos bancos.

Sobre a fusão - Na negociação desta terça-feira (17/02), além do compromisso de apresentar retorno às reivindicações, a diretora executiva de RH do grupo, Lílian Guimarães, negou que os diálogos com o movimento sindical tenham sido interrompidos. Segundo ela, o que ocorreu foi um intervalo um pouco maior em razão da complexidade da fusão entre os dois grandes bancos.

Fonte: Lucimar Cruz Beraldo - Fetec/SP

16 setembro 2008

Seminário reforça luta por emprego e direitos no Santander/Real

A luta para conquistar garantia de emprego por três anos foi reforçada pelo Seminário Nacional dos Dirigentes Sindicais do Santander e Real, promovido pela Contraf-CUT e encerrado nesta sexta-feira, dia 5, em Atibaia, interior de São Paulo. Os 95 participantes de todo o País definiram um conjunto de propostas para organizar os funcionários dos dois bancos e dialogar com a sociedade. Somente com mobilização será possível barrar o processo de demissões e preservar os direitos dos trabalhadores.

Veja a Galeria de Fotos do Seminário!

Para
Alemão, Diretor do Sindicato, da Afubesp e Funcionário do Santander, A defesa do emprego é prioridade. "Somente em São Paulo mais de mil funcionários dos dois bancos foram dispensados sem justa causa em 2008". Além disso, quase o mesmo número de trabalhadores pediu desligamento, muitos por não agüentarem a pressão pelo atingimento das metas abusivas do banco", afirma. Desde 2000, quando o Santander adquiriu o Banespa, mais de 22 mil empregados já foram demitidos. É como se um banco inteiro tivesse sido fechado e os bancários mandados embora.

Leia mais sobre as negociações com o Santander/Real


Informações: Ademir Wiederkeh -
Seeb Porto Alegre

10 dezembro 2007

Após pressão dos bancários, Santander melhora auxílio-educação

A pressão da Comissão de Organização dos Empregados (COE), da Contraf-CUT, na mesa de negociações com o Santander, buscando avanços na proposta de aditivo à convenção coletiva, deu resultados. Em nova rodada realizada nesta sexta-feira, dia 7, em São Paulo, o banco aceitou a melhoria no auxílio-educação, importante conquista obtida na reunião anterior. A empresa aumentou o total de bolsas de 700 para 1.000, garantindo até 50% de 12 mensalidades, elevando o teto de R$ 250 para R$ 300. O Santander também assegurou o pagamento de renda variável mínima ou Programa de Participação nos Resultados (PPR) de R$ 600 para todos os funcionários até 3 de março de 2008, sem descontar na segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). As entidades irão reivindicar antecipação do pagamento.

"Garantimos grandes avanços nas negociações, além de mantermos o acordo aditivo. Agora os bancários vão avaliar se aceitam ou não o acordo em assembléias que serão realizadas pelos sindicatos em todo o país na semana que vem", diz Paulo Stekel, diretor da Contraf-CUT e funcionário do Santander.

O banco ainda assegurou a renovação dos termos aditivos da Cabesp e do Banesprev, que estabelecem grupos de trabalho para analisar a situação das entidades de saúde e previdência complementar dos antigos banespianos e a inclusão dos demais empregados do banco.

Durante a negociação, o presidente da Afubesp, Paulo Salvador, entregou um documento assinado pelos dirigentes sindicais, solicitando a instalação de uma mesa específica de negociação sobre a Cabesp, com o objetivo de discutir temas como reforma estatutária, co-participação e melhoria dos benefícios.

Com essas propostas, o Santander afirmou que o processo negocial para firmar um novo aditivo está concluído. Na próxima semana, os sindicatos realizarão assembléias dos funcionários do Santander em todo o país, a fim de decidir sobre a aceitação ou não da oferta do banco, para fins de assinatura do instrumento.

"O balanço das negociações é positivo, pois garantimos a renovação do aditivo, obtido no ano passado, com a manutenção das cláusulas e a inclusão de novas conquistas, como o auxílio-educação, e várias melhorias, como a elevação da renda variável mínima ou PPR para R$ 600 por funcionário, a ampliação do horário de amamentação, a estabilidade provisória de 120 dias em caso de adoção de crianças até 12 anos e a garantia de negociação permanente, através do Comitê de Relações Trabalhistas, a cada dois meses", avalia o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e da Afubesp, Ademir Wiederkehr, que participou de todas as rodadas.

Auxílio-educação
As bolsas serão concedidas anualmente, através de processo seletivo, para cursos de primeira graduação afins: Matemática, Economia, Ciências Contábeis, Administração de Empresas, Direito, Comércio Exterior, Marketing e Tecnologia da Informação, todos reconhecidos pelo MEC.

Os contemplados deverão ser aprovados nas disciplinas cursadas, a fim de possam disputar nova bolsa no ano seguinte. Ninguém será dono de bolsa.

Todos os funcionários com mais de um ano de banco serão considerados elegíveis para a concessão das bolsas. Os critérios de desempate são os seguintes, nesta ordem: menores salários; maior tempo de banco (antigüidade); maior número de filhos.

Após assinatura do aditivo, o banco abrirá prazo de inscrições, que será amplamente divulgado, por meio do Portal do RH. A cada semestre, o banco realizará uma reunião com os dirigentes sindicais para acompanhamento.

Renda Variável e PPR
O Santander assegurou que não haverá desconto dos programas próprios de renda variável (Sim, Somar, Super Ranking, comissões etc) da PLR, como faculta a convenção coletiva. O banco também efetuará o pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR). Nenhum funcionário receberá menos do que R$ 600 de renda variável ou PPR.

O crédito será feito junto com a segunda parcela da PLR e o adicional até o dia 3 de março de 2008, conforme consta na convenção coletiva. "As entidades sindicais e de representação, no entanto, lutarão para antecipar esse pagamento, a exemplo de anos anteriores", adianta Paulo Salvador.

"A proposta avança em relação aos últimos três anos, quando o banco concedeu uma PPR de R$ 300 por funcionário. Agora, todos ganharão no mínimo R$ 600 e não haverá desconto dos programas de renda variável da PLR, como fazem outros bancos privados", destaca Ademir.

Horário de Amamentação
Outro avanço das negociações é ampliação do horário de amamentação. As mães terão direito à redução de sua jornada de trabalho em uma hora por dia, que poderá, a critério da funcionária, ser fracionada em dois períodos de 30 minutos, pelo período de 270 dias contados do nascimento do filho.

Trata-se de uma conquista dos trabalhadores espanhóis, que está sendo garantida no Brasil. Aqui, a lei assegura horário de alimentação somente para crianças até 180 dias.

Fonte: Seeb Porto Alegre e Afubesp

16 novembro 2007

Santander aceita auxílio-educação, mas bancários consideram insuficiente

Em negociação ocorrida nesta quarta-feira, dia 14, com a Comissão de Organização dos Empregados (COE) da Contraf-CUT, em São Paulo, o Santander aceitou a reivindicação dos bancários e ofereceu 700 bolsas de auxílio-educação, no valor de 50% da mensalidade com teto de R$ 250 para primeira graduação em cursos afins, como Economia, Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Comércio Exterior e Marketing. A proposta representou um avanço, pois pela primeira vez o banco concordou com essa reivindicação dos funcionários. Entretanto, ela ficou aquém das necessidades dos bancários e voltará a ser debatida.

"Consideramos a proposta do banco insuficiente e a Contraf-CUT acredita que há espaço para melhorar tanto a quantidade de bolsas como os valores. Vamos continuar pressionando o banco e nos próximos dias deve ser marcada nova rodada de negociações", explica Paulo Stekel, diretor da Contraf-CUT.

"O auxílio-educação é uma das principais reivindicações dos funcionários para o aditivo à Convenção Coletiva da categoria bancária, porém a quantidade de bolsas propostas e o valor do auxílio são insuficientes, diante do grande número de empregados que estudam ou pretendem cursar uma faculdade e do preço das mensalidades", avalia o diretor da Afubesp e do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, Ademir Wiederkehr.

Os representantes da COE informaram ao representante do Santander que vários bancos privados, como o ABN/Real, o Itaú e o HSBC, oferecem melhores condições no auxílio educacional.

Outro avanço foi a ampliação do horário de amamentação. Pelo período de 270 dias contados do nascimento do filho, a mãe terá direito à redução da jornada de trabalho, em uma hora diária, que poderá, a critério da funcionária, ser fracionada em dois períodos de 30 minutos. "Trata-se de uma conquista dos trabalhadores espanhóis, que agora está sendo garantida também no Brasil, onde a lei assegura horário de alimentação de crianças até 180 dias", comemora a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Rita Berlofa.

Itens remetidos para o CRT
O representante do banco remeteu várias reivindicações dos funcionários para serem debatidas nas reuniões bimestrais do Comitê de Relações Trabalhistas (CRT), tais como: garantia de emprego diante da compra do ABN/Real, isenção de tarifas para funcionários e aposentados, fim das metas para caixas, convênios médicos e odontológicos, contratação de novos funcionários e grupo de trabalho para Plano de Cargos e Salários (PCS).

Em relação ao adiantamento para viagens e visitas a clientes e o reajuste do quilômetro rodado, a empresa alegou que emitiu nova instrução interna, no último dia 9 de outubro, para que as despesas não sejam custeadas pelos empregados. Informou também que está fazendo um levantamento sobre os preços de itens como pneus, combustível e seguro, a fim de verificar a necessidade de reajuste.

Também será debatida no CRT a implantação do ponto eletrônico nas agências e postos. O banco prometeu que todos os pontos de venda terão esse equipamento que marca o horário de trabalho "até a metade de 2008".

Estagiários
A situação dos estagiários também foi remetida para o CRT. O banco adiantou que a contratação desses jovens trabalhadores tem diminuído muito, existindo hoje menos de 3 mil e que esse número vai cair ainda mais.

O banco também anunciou que foi aceita a reivindicação dos dirigentes sindicais de reajustar o vale-refeição dos estagiários, que será corrigido este mês em 6% retroativo a 1º de setembro. Foi apresentada a demanda de extensão do vale-transporte. A empresa ficou de analisar.

Aposentados
Os representantes da Comissão Nacional dos Aposentados do Banespa (CNAB), Oliver Simioni e Sérgio Zancopé, participaram da negociação, reforçando as reivindicações específicas do segmento. "O banco constituiu, de forma unilateral, o Plano V do Banesprev, a fim de efetuar o pagamento da complementação de aposentadorias e pensões do pessoal pré-75", frisou Oliver.

"Não está claro que o Santander é o patrocinador do plano". Ele defendeu o reajuste dos benefícios conforme a regra prevista no Plano II do Banesprev: índice da categoria ou INPC, o que for maior. "Falta colocar no regulamento do Plano V, de forma explícita, os compromissos e as responsabilidades do banco enquanto patrocinador", enfatizou Zancopé.

O banco respondeu que as demandas dos aposentados devem ser canalizadas para o Comitê Gestor do Plano V e os órgãos de direção do Banesprev.

Demitidos
A empresa divulgou que no dia 7 de dezembro será efetuado o crédito das diferenças salariais, da primeira parcela da PLR e adicional e das rendas variáveis (Sim/Somar, Super Ranking) para os ex-funcionários que foram demitidos após o dia 2 de agosto de 2007.

Fonte: Airton Góes - Afubesp, com edição da Contraf-CUT

31 outubro 2007

Santander: Negociação tem calendário confirmado

Está definido o calendário de negociação específica do Santander. Integrantes da Comissão de Empresa dos Trabalhadores do Santander (COE) e representantes do banco se reúnem nos próximos dias 06, 09 e 14 de novembro para discutir, respectivamente, cláusulas renováveis, cláusulas que precisam de alterações na redação e cláusulas novas.


A pauta aditiva dos bancários foi definida durante a 9ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, em julho, e retomada no Congresso dos Funcionários do Santander Banespa, em agosto. Quatro eixos destacam-se como as principais reivindicações dos funcionários do banco, sendo elas: necessidade de melhorar a implantação do PCS, participação dos funcionários na gestão e melhoria dos serviços prestados pelo plano de saúde, aprofundamento das discussões relacionadas ao fundo de pensão e fim das metas abusivas.


Conforme o diretor-executivo da FETEC/CUT-SP, Sérgio Godinho, espera-se que os dois primeiros encontros sejam tranqüilos, pois não haverá grandes alterações no Acordo Aditivo já existente. “No dia 06, trataremos das cláusulas renováveis e, no dia 09, faremos alterações na redação de claúsulas já contempladas”, explica.


O grande debate segue, então, para o dia 14, quando os trabalhadores e representantes dos bancos discutem cláusulas novas, com destaque para Auxílio Educacional, Garantias contra a Dispensa Imotivada, Grupo de Trabalho para Criação de Plano de Cargos e Salários (PCS) e Assédio Moral/Violência Organizacional.


“Esperamos que o diálogo e o bom senso prevaleçam e os trabalhadores sejam reconhecidos pelo trabalho que prestam, por meio de novas cláusulas aditivas à Convenção Coletiva”, diz o dirigente da FETEC/CUT-SP.


Godinho ressalta ainda que em se tratando de Assédio Moral/Violência Organizacional a categoria conquistou avanços durante a Campanha Nacional deste ano. “Será criado um Programa de Prevenção e Combate ao Assédio Moral que contemplará todos os trabalhadores do ramo financeiro, por meio de um Canal de Denúncia”, lembra. Godinho acrescenta que sobre o tema resta a COE definir junto ao banco como será a melhor forma de implementar o programa no Grupo.


C.O.E - Em razão das negociações que estão marcadas com o banco para tratar da pauta aditiva, os membros da Comissão de Empresa dos Trabalhadores do Santander (COE) estarão se reunindo na próxima segunda-feira, dia 05 de novembro, às 14 horas, na sede da Contraf-Cut, para discutir estratégias e organização para as rodadas de negociação.


“É muito importante a participação dos sindicatos nas discussões que antecedem as rodadas de negociação, para que o discurso dos representantes dos trabalhadores esteja em sintonia com os anseios dos bancários do Santander”, finaliza Godinho.

Fonte: Michele Amorim (Fetec/SP)

01 agosto 2007

Bancários definem pautas específicas por banco

As pautas que serão entregues a cada banco foram definidas no último dia da 9ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro.

Os delegados da 9ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro estavam divididos, na última segunda-feira (30), em nove grupos para debater as reivindicações específicas por banco. Na terça-feira (31), os grupos entregaram suas minutas específicas e enceraram mais uma etapa de debates, após cinco dias de encontro.


Segundo a estratégia de campanha aprovada no domingo (29), os bancários apresentarão uma única pauta de reivindicações à Fenaban, que vale para todas as empresas, conforme indicativa da Campanha Nacional Unificada. Entretanto, as questões específicas continuarão sendo debatidas nas mesas de negociações permanentes.


“Após o término dos debates na segunda-feira, os bancários voltaram a se reunir na terça para votar todas as resoluções e fechar a minuta específica de cada banco, públicos e privados”, comenta Marcel Barros, diretor da Secretaria de Bancos Públicos da FETEC-SP. Os grupos representaram os trabalhadores do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, HSBC, ABN/Real, Unibanco, Santander e ainda bancos estaduais.


Confira abaixo as principais resoluções por banco:


Unibanco - Os representantes definiram como eixos de Campanha Específica Remuneração e Saúde. “Nós já estamos desenvolvendo uma campanha nacional, cujo tema ‘Remuneração para todos’ visa fazer com que o banco contemple de forma justa todos os funcionários e não apenas pessoal, agência e parte dos departamentos. Já em Saúde, reforçaremos os pontos referentes à prevenção, isonomia, segurança bancária, igualdade de oportunidade e fim do assédio moral”, explica Jair Alves, diretor-executivo da FETEC-SP.


O dirigente acrescenta ainda que dentre as propostas de mobilização para a Campanha Nacional foram aprovados, pelos delegados, a produção do Jornal de Saúde, a organização de um Dia Nacional de Luta e mídias.


Bradesco – Com representação de todas as regiões do país, os delegados do maior banco privado pautaram como pontos específicos problemas e possíveis soluções para Plano de Saúde, Treinet e PCS/PCC. “Vale ressaltar que esses pontos não serão tratados em mesa específica, durante a Campanha Nacional, mas via COE (Comissão de Organização dos Empregados do Bradesco)”, disse Pedro Sardi, secretário-geral da FETEC-SP.


ABN/Real –
Entre os representantes do grupo ABN/Real o ponto consensual de discussão foi a provável fusão do banco com o capital estrangeiro. Nesse sentido, os delegados debateram em cima de duas situações possíveis: a venda direta por consórcio, liderada pelos bancos RBS, Santander e Fortes ou a manutenção no processo de venda para o Barclays. “No primeiro caso, isso resultaria na sobreposição da rede de atendimento e dos centros administrativos causando, segundo o ponto de vista do movimento sindical, cortes de inúmeros postos de trabalho. Já no segundo caso, três cenários são possíveis: a manutenção do negócio no Brasil, da forma como se apresenta hoje; a venda dos ativos do Brasil para o Santander; e a venda dos ativos do Brasil para o Itaú”, esclarece Gutemberg Souza Oliveira, diretor de Assuntos Jurídicos da FETEC-SP.


O dirigente informa ainda que um calendário de atividades foi apresentado pelo grupo. Visita ao Congresso Nacional, interlocução com organizações governamentais, solicitação de intervenção do Banco Central do Brasil e dos Ministérios da Fazenda e de Relações Públicas, junto ao PCN (Ponto de Controle Nacional) serão algumas das ações adotadas pelos funcionários do banco.


Itaú - Bancários do Itaú debatem PCS, por considerar o tema de extrema importância na atual conjuntura de inflação baixa, bem como no sentido de garantir mais uma conquista junto ao salário. No que tange o Plano de Saúde e Odontológico, “apesar da análise de que nas últimas negociações tivemos avanços, o plano ainda apresenta muitas deficiências que iremos discutir com o banco nas próximas reuniões do comitê de acompanhamento”, comenta Valdir Machado, diretor da Secretaria de Bancos Privados da FETEC-SP.

Em relação ao PCR (Participação Complementar de Resultados), Valdir destaca que esse tema já está sendo negociado com o banco. “Queremos um valor maior que no ano passado, pois a categoria entende que R$ 1.200 é pouco se comparado com o lucro que o banco aponto para o próximo semestre”, diz. Quanto ao auxílio-educação os dirigentes consideram o tema de extrema importância para os bancários.


Na avaliação de Valdir, o encontro dos funcionários do Itaú foi muito importante. “Pela primeira vez, nos últimos anos, estamos avançando no que se refere à minuta tirada na Comissão Organizadora dos Empregados. Entretanto, ainda temos muito a conquistar na campanha nacional deste ano”, destaca.


Santander – Neste grupo foram definidos quatro eixos como as principais reivindicações dos funcionários do banco. Todos, entretanto, estão relacionados à renovação do Aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho 2006/2007, sendo eles: necessidade de melhorar a implantação do PCS, haja vista as enormes distorções verificadas dentro do banco; participação dos funcionários na gestão e melhoria dos serviços prestados pelo plano de saúde; aprofundamento das discussões relacionadas ao fundo de pensão; e fim das metas abusivas.


Conforme Vagner Castro, diretor da Secretaria de Administração e Finanças da FETEC-SP, esses eixos sintetizam as necessidades de aproximadamente 23 mil funcionários do Santander em todo o país. “Com base nisso, resolvemos agendar um novo encontro para o dia 24 de agosto, em São Paulo. Os pontos serão aprofundados nas bases e consolidados no grupo. Assim, teremos certeza de estarmos apresentando ao banco reivindicações claras e que contemplam os anseios de todos”, comenta Vagner.


HSBC – Com a participação de 29 integrantes, o grupo destacou como pilares para 2007 os seguintes pontos: RMO (extrapolação da jornada, retirada da gratificação de caixa). Ações para evitar a retirada das gratificações de caixa (GCX), extensão da jornada de trabalho. Retirada do item que penaliza o bancário no BSC-CDP no cumprimento das metas, ou seja, controle das transações na agencia de maneira que não venha a prejudicar a pontuação dos funcionários no sistema de avaliação e ainda a reafirmação, por parte do banco, de não efetuar demissões.


“Em relação à terceirização devemos renovar os acordos específicos com o banco e ampliar nossa interferência, reduzindo a terceirização no HSBC”, afirma Paulo Rogério, diretor do sindicato dos Bancários de São Paulo. Também foram destacados problemas no credenciamento ao plano odontológico, como falta de profissionais e mau atendimento no convenio atual. O banco terá um prazo até setembro apresentar uma proposta.


Banco do Brasil – Os representantes foram divididos em quatro grupos, durante o dia de ontem, para discutir Cassi, Previ, Função do Banco Público e PCS/PCC. Para Cassi ficou definido que os dirigentes devem trabalhar pela orientação à aprovação do estatuto na nova votação que acontecerá entre os dias 08 a 21 de agosto; cobrar do banco o pagamento de eventuais déficits da Cassi; bem como cobrar que as despesas com os tratamentos de saúde ocupacional sejam pagas integralmente pelo banco.


No que se refere a Previ, os delegados definiram que será negociada junto ao banco a utilização do superávit para melhorias de benefícios aos trabalhadores; aumentar a democracia no Previ, com o fim do voto de Minerva e retornando à consulta ao corpo social no que diz respeito à aprovação das contas, alterações na regulamentação e no estatuto.


Na discussão sobre Bancos Públicos os funcionários querem a retomada dos comitês de defesa dos Bancos Públicos, bem como persistirão na denúncia do pacote de reestruturação que expulsa os clientes de baixa renda das agências. Também será realizado um seminário onde se definirá qual é o papel dos BP e apontará a regulamentação do artigo 192 da Constituição, que trata do sistema financeiro. Além de uma campanha Nacional que fale dos 200 anos do BB e abra debate sobre o tipo de banco publico que a sociedade precisa.


Por fim, os delegados trataram do PCS/PCC reforçando a isonomia total entre funcionários; ratificando as mesas únicas e específicas aprovadas na 9ª Conferência Nacional e lutando pela recomposição do poder de compra dos salários. Eles também pedem a reclassificação e pagamento dos dias de greve de 2003 a 2006, fim do banco de horas, volta da anuência, incorporação dos R$ 33 do dissídio de 2004 ao PCS e a antecipação do congresso do BB.


Caixa Econômica Federal - Dentro do Congresso da Caixa foram definidos os pontos referentes ao PCS, Saúde, Funcef/Prevhab, contratação e organização do movimento como principais resoluções específicas para a campanha nacional deste ano. Em relação ao PCS, os delegados querem a implantação de um novo plano, que contemple todos os empregados e garanta a isonomia entre funcionários antigos e novos. A contratação de novos concursados também é uma solicitação dos bancários, uma vez que a Caixa ampliou, nos últimos anos, o número de agências e o leque de atividades relativos ao banco social, além das novas demandas em função do PAC. “Desde de 2003, a Caixa já contratou mais de 20 mil funcionários, entretanto esse número precisa ser ampliando em decorrência da elevação de serviços e da substituição dos terceirizados”, destaca Plínio Pavão, diretor da Secretaria de Saúde da Contraf.


Em relação à Saúde foram discutidos os problemas vivenciados no dia a dia, inclusive o assédio moral, melhorias no plano de saúde (Saúde Caixa) e segurança bancária, com a implementação de mecanismos de segurança que garantam a integridade física dos bancários. Os funcionários aposentados também receberam destaque, no Congresso de discussão. “Solicitamos para esses funcionários a extensão do auxílio-refeição e o auxílio da cesta alimentação para todos os aposentados”, lembra o dirigente da Confraf.


Os delegados também aprovaram, em relação a organização do movimento, que o Conecef seja realizado em meados do primeiro semestre de cada ano, para discutir as questões específicas e propor mobilizações permanentes em cima dos temas em destaque. “As delegações serão retiradas dos fóruns estaduais, na proporção de 1 delegado para cada 300 funcionários. Essa mesma proporção será adotada para a representação de empregados aposentados”, esclarece Plínio Pavão.


O papel da caixa enquanto banco público e instrumento de desenvolvimento social e econômico do país também foi um tema reforçado pelos delegados. Segundo eles, o banco, em algumas questões, vem enfatizando demais os aspectos comerciais. “É importante que não esqueçamos a nossa verdadeira função dentro do sistema financeiro do país”, diz Plínio.


Por fim, os funcionários vão reivindicar à Caixa promoção de eleição de um representante dos funcionários no Conselho Administrativo do banco, para que seja possível participar diretamente da gestão da empresa.


Bancos Estaduais, Regionais e federalizados – Foram definidas enquanto resoluções para esta campanha Nacional os seguintes pontos: Implementação de PCS, Resgate da função social dos bancos, Democratização da gestão dos fundos de previdência, Democratização da gestão dos bancos, com a criação de DIREPs e COREPs, Combate aos processos de precarização do trabalho e Criação de banco de dados acerca deste seguimento pela Contraf-CUT sobre os processos de negociação.


Fonte: Michele Amorim - FETEC/SP

25 abril 2007

Crescem queixas contra bancos

Ranking do Banco Central aponta aumento de 86% no número de reclamações

Brasília - As reclamações contra os bancos, feitas pelos usuários junto ao Banco Central em março aumentaram 86% em relação ao mês de fevereiro.

No mês passado foram 3.320 queixas, enquanto no mês de fevereiro esse número chegou a 1.781. O BC avalia que o número de reclamações foi inferior porque o mês é menor e tem o feriado de Carnaval.

O maior motivo de desagrado está relacionado ao atendimento: 419 em fevereiro contra 710 em março. A segunda razão foi o fornecimento de documentos, seguido de prazos não cumpridos ou estabelecidos, problemas no fornecimento de informações e falta de transparência nos contratos.

O campeão – O Santander Banespa continua sendo o banco com o maior índice de queixas (7,43 para cada 100 mil clientes). Desde dezembro está à frente no ranking e há um ano está entre os cinco mais reclamados. “Estamos preocupados com a situação dos trabalhadores e apontamos isso nas reuniões com a direção do banco.

Os trabalhadores estão expostos a uma carga excessiva de trabalho e há estagiários atuando como bancários. Eles devem ser contratados e o quadro de funcionários tem que ser aumentado para melhorar o atendimento”, avalia Rita Berlofa, funcionária do banco e diretora do Sindicato.

Nossa Caixa, Real ABN, Itaú e HSBC completam o ranking de reclamações em março.
A
reportagem do jornal Agora São Paulo procurou os bancos. O Santander Banespa não comentou sua posição. A Nossa Caixa disse que o Banco Central considera um número de clientes desatualizado. Já o Real afirmou trabalhar para a redução das reclamações, assim como o HSBC. O banco Itaú não respondeu à reportagem.

Cláudia Motta com informações do jornal Agora São Paulo - 23/04/2007


05 março 2007

NOTÍCIAS POR BANCOS

Banco do Brasil
Caixa Federal
Nossa Caixa
Bradesco
Itaú
Unibanco
Santander Banespa
ABN Amro Real
HSBC
Outros

Fonte: www.bancariossp.com.br

TJ-SP mantém contas de servidores na Nossa Caixa

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) acolheu os argumentos da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, rejeitando, no último dia 26 de fevereiro, recurso judicial do Banespa que questionava a exclusividade atribuída pelo Governo do Estado à Nossa Caixa de manter as contas dos servidores públicos.

O Banespa pôde manter a folha de pagamento dos servidores até final de dezembro de 2006, prazo fixado quando houve a privatização.

De acordo com a decisão do TJ-SP, em razão da incorporação ao Santander, o Banespa deixou de ser agente financeiro do Estado (hoje é apenas a Nossa Caixa ). Para o Tribunal, o governo paulista cumpriu a Constituição ao editar o decreto atribuindo exclusividade à Nossa Caixa.

fonte: www.pge.sp.gov.br