29 abril 2010

CONTRAF-CUT negocia PLR e PCR com Itaú-Unibanco nesta quinta

A Contraf-CUT retorma nesta quinta-feira 29, às 9h30, a negociação com a direção do Itaú Unibanco, em São Paulo. Em pauta, a Participação Complementar nos Resultados (PCR) e a Participação dos Lucros e Resultados (PLR), conforme definido na última reunião, realizada dia 23.

Bolsas de estudo

Nesta terça-feira, o banco começa a receber as inscrições para a concessão do auxílio-educação. Os bancários conquistaram a ampliação do número de bolsas de estudo de 3,4 mil para 4 mil.
As inscrições estão abertas a todos os funcionários, independente da carga horária, as bolsas contemplam 11 parcelas, retroativas a fevereiro. Podem ser feitas via portal na Internet ou com departamento de Recursos Humanos.
A remuneração, tempo de banco, idade, número de dependentes, além do ano do curso, estão entre os critérios de desempate.

PCS e segurança

As questões relativas ao PCS e a segurança são outros pontos pendentes que serão debatidos em reuniões futuras. Sobre o primeiro tema, o banco ficou de fazer uma apresentação comparativa entre os salários no Itaú e Unibanco nas áreas administrativas. Sobre a falta de segurança, em função das reformas nas agências, o banco se comprometeu a buscar uma solução.
Fonte: CONTRAF-CUT

10 fevereiro 2010

Itaú Unibanco alcança lucro de R$ 10 bi em 2009

Independentemente dos reflexos da crise financeira, o ano de 2009 continuou a trazer excelentes resultados para o Itaú Unibanco. No período, a holding acumulou lucro líquido de R$ 10,066 bilhões, o que representa um crescimento de 29%. Nos 12 meses antecedentes, a cifra foi de R$ 7,803 bilhões.

Conforme balanço divulgado pela empresa, o lucro recorrente em 2009 foi de R$ 10,5 bilhões. A carteira de crédito se encontrava em R$ 278,4 bilhões no fim de dezembro do ano passado, incluindo avais e fianças. Isto representa crescimento de 2,4% no confronto com o resultado em 31 de dezembro de 2008.

No quarto trimestre de 2009, o lucro líquido foi de R$ 3,213 bilhões, excedendo o R$ 1,871 bilhão somados nos mesmos três meses de um ano antes. O ganho recorrente ficou em R$ 2,813 bilhões, maior do que os R$ 2,339 bilhões do trimestre final de 2008.

Entre julho e setembro de 2009, o lucro líquido se situou em R$ 2,268 bilhões e o lucro recorrente, em R$ 2,687 bilhões.

O saldo da carteira de empréstimos e financiamentos do Itaú Unibanco, incluindo as operações de avais e fianças, chegou a R$ 278,382 bilhões em 31 de dezembro do ano passado, uma expansão de 3,6% no comparativo com o terceiro trimestre. "As operações de varejo cresceram 5,7%, no trimestre, e 14,0% no ano, em função da retomada econômica que caracterizou o período", informa o banco.

“O crescimento do lucro do Itaú Unibanco já era aguardado se levarmos em conta todo o empenho no trabalho prestado pelos bancários durante o período”, afirma Valdir Machado de Oliveira, diretor de Bancos Privados da FETEC/CUT-SP e funcionário do Itaú Unibanco de Taubaté.

Para o dirigente, diante do montante, o banco tem de reconhecer os esforços de seus funcionários pagando a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) integral conforme prevista na Convenção Coletiva da categoria mais a PCR (Participação Complementar nos Resultados) com a devida evolução. “No ano passado, o banco pagou R$ 1.800,00 de PCR. Agora com o lucro ainda maior, ele pode pagar mais sem qualquer desconto da PLR. O Bradesco, cujo lucro não atingiu tamanha cifra, está pagando a PLR cheia”, exemplifica Oliveira.

O dirigente da FETEC SP lembra ainda que, no ano passado, tanto o Bradesco como o Itaú Unibanco desembolsaram bônus milionários aos seus executivos. No Bradesco, foram depositados R$ 250 milhões na conta de 150 executivos. No Itaú Unibanco, a bolada destinada ao alto escalão foi de R$ 272 milhões. “A discrepância com a política de remuneração é tamanha e só reforça a necessidade de melhor remunerar os principais responsáveis pelos lucros astronômicos dos bancos, ou seja os bancários”, finaliza Oliveira.

Fonte: Lucimar Cruz Beraldo - Fetec/SP, com informações Valor On Line


Caixa Federal de Ubatuba negocia prazo para instalação de ar-condicionado após pressão dos Bancários

O Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região se reuniu com a superintendência da Caixa Federal para resolver o impasse sobre a instalação de novos aparelhos de ar-condicionado na agência do banco em Ubatuba.

A reunião foi realizada em São José dos Campos na terça-feira (09/02) e os dirigentes Gerson Florindo e Alessandra Campos representaram o Sindicato.

Pressão garante prazo: após atraso na abertura da agência na última sexta-feira (05/02) e com a pressão de novas paralisações, a Caixa negociou e estabeleceu o prazo até o dia 22 de fevereiro para a instalação de três splits provisórios, enquanto não se resolve a licitação para a instalação de novos aparelhos de ar-condicionado.

Estamos convictos de que a solução do problema dos trabalhadores somente sai sob pressão”, afirma Alessandra Campos, diretora do Sindicato.

Calor insuportável: na parte superior da agência, o calor chega a 37º, tornando o ambiente insuportável a ponto dos funcionários passarem mal, sem condições de trabalhar. O problema na agência de Ubatuba vem desde outubro de 2009 e mobilizou funcionários, gerentes, regionais e superintendes para a solução do problema.

“Vamos ficar na expectativa do cumprimento do prazo, mas não estão descartadas novas paralisações, caso o banco não cumpra o que foi combinado”, avisa o diretor Gerson Florindo, que também participou da negociação.

08 fevereiro 2010

Sindicato paralisa agência da Caixa em Ubatuba

O Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região paralisou, na manhã desta sexta-feira (5) agência da Caixa Econômica Federal na cidade de Ubatuba. A unidade só foi aberta ao meio dia, quando foi protocolado ofício cobrando a manutenção do ar condicionado, que está quebrado a mais de dois meses, causando um desconforto enorme para funcionários, clientes e usuários.

O Sindicato fez a denúncia ao Ministério do Trabalho e à Vigilância Sanitária, para que o problema seja sanado o quanto antes.


03 fevereiro 2010

Bancário do Santander ganha horas extras e adicional de transferência

O banco Santander pagará horas extras e adicional de transferência a ex-empregado que exercia cargo de gerente-adjunto em mais de uma agência no Rio Grande do Sul. A sentença foi confirmada pela Seção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho, ao acompanhar voto relatado pelo ministro João Batista Brito Pereira que rejeitou (não conheceu) os embargos da instituição.

O banco recorreu à SDI-1 contra a decisão da Oitava Turma do TST, sustentando que as horas extras eram indevidas, porque o empregado era gerente geral, e não adjunto. Só que a Turma rejeitou o recurso da empresa com base na Súmula nº 126/TST, que trata da impossibilidade de revisão de provas nesta instância judicial, e inviabilizava a reforma da sentença, afirmou o relator.

O relator também esclareceu que somente cabem embargos à SDI quando se constata divergência jurisprudencial entre decisões de Turmas do TST. Segundo o ministro Brito, a intenção do Santander era discutir “procedimento adotado pela Turma, buscando, por via transversa, a revisão do conhecimento do recurso de revista, e não uniformização de jurisprudência sobre a questão de mérito”, de forma que a pretensão da empresa “não se insere nas hipóteses de cabimento do recurso de embargos à luz da Lei nº 11.496/07”.

No caso do adicional de transferência, o relator verificou que a Turma decidira com base na conclusão do Tribunal gaúcho de que “ocorreram sucessivas transferências e que não restou provado que estas se deram em caráter definitivo”, nem que havia cláusula contratual prevendo a sua possibilidade. O bancário começou a trabalhar na agência de Caxias do Sul no início de 1986, tendo sido transferido, em fins de 1997, para Porto Alegre, onde permaneceu até fevereiro de 2002, quando, então, retornou a Caxias do Sul.

O banco ainda apresentou embargos declaratórios que foram rejeitados pela SDI-1. (E-ED-RR-202-2003-007-04-00.5)

Fonte:
Mário Correia
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Superior do Trabalho
Tel. (61) 3043-4404
imprensa@tst.gov.br

21 janeiro 2010

Sindicato ganha na justiça a reintegração de bancária demitida

O Sindicato ganhou, em primeira instância, a reclamação trabalhista de uma funcionária do banco Santander, que pediu reintegração após acidente de trabalho e demissão ilegal.

A Sentença diz: "O laudo pericial produzido demonstra que a reclamante é portadora de doença profissional, com redução de sua capacidade de trabalho, não poderia ter sido injustamente demitido, mesmo porque a lei lhe garante o emprego até 12 meses após o encerramento do auxílio-doença acidentário, ou seja, a lei garante o emprego até 12 meses após alta médica.
consequentemente, condeno a reclamada a reintegrar o reclamante ao trabalho, em função compatível com sua capacidade laboral, observado o salário que recebia ao tempo de sua ilegal demissão, devidamente acrescido dos reajustes legais e convencionais conferidos à categoria à qual pertence, o que deverá ser feito o prazo de 5 (cinco) dias após o trânsito em julgado desta decisão sob pena de multa diária ...”

" Diante do exposto, julgo PROCEDENTES as pretensões de ... , em face de Banco Santander (Brasil) S.A., reclamada para condenar a reclamada nas obrigações de fazer e a pagar ao reclamante os títulos deferidos na fundamentação, que faz parte integrante deste dispositivo.

05 janeiro 2010

Posto de arrecadação para São Luiz do Paraitinga

O Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região abriu um posto de arrecadação para ajudar os desabrigados em São Luiz do Paraitinga. A cidade foi atingida por fortes chuvas que inundaram casas e deixaram milhares de pessoas desalojadas.

Doações: a entidade já entregou 700 kg de materiais de limpeza e 80 pares de botas e luvas, além de 360 litros de álcool e 360 litros de desinfetante, que foram doações pelos funcionários do HSBC, dentre outros itens arrecadados no Sindicato.

Os itens que os moradores da cidade mais necessitam são artigos de higiene pessoal, materiais de limpeza, alimentos não perecíveis, água e até ferramentas para limpeza e retirada de lixo.

O posto de arrecadação do Sindicato funciona das 9h às 18h de segunda a sexta na Rua Dr. Silva Barros, 248 no Centro de Taubaté. Tels: 3633-5329 e 3621-9751.

28 dezembro 2009

Bancários de Taubaté e Região ganham novo canal de denúncia contra o Assédio Moral

Vote no pior chefe!

O ano de 2009 termina com muitas lutas e conquistas para a categoria, mais ainda há um problema sério e que insiste em não ter fim: o Assédio Moral.

Assédio Moral ou Violência Moral no trabalho é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes, constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho.


Os bancários de Taubaté e Região não admitem mais esse crime promovido por alguns gerentes e incentivado por vários bancos em nossa região. O sindicato quer caçar e denunciar esses que tem promovido um verdadeiro inferno na vida dos bancários, muitas vezes expondo os trabalhadores às doenças psicológicas irreparáveis apenas para viabilizar mais lucros para os banqueiros.

Vote no pior chefe!

Em 2010 os bancários terão a chance de eleger o gerente mais assediador e o banco que mais incentiva esta prática. Uma campanha inédita, nunca feita por nenhum outro sindicato dos bancários e que marca a luta dos trabalhadores contra esse grande mal.

Chicote de Ouro: O troféu boi batizado de “Chicote de Ouro”, simbolizando os maus tratos dos patrões e deixando claro que isso tem que acabar. Já está disponível um formulário on-line e anônimo, no site do Sindicato, com os seguintes dados: nome do assediador, banco, agência, as razões para escolha e o tipo de assediador, como por exemplo, os chefes Pit-Bull, Tigrão, Troglodita, entre outros tipos.

Vote no pior chefe!


"A ideia é que o sindicato também faça a denúncia e oficialize ao poder público os maus chefes com a premiação dos chicotes de ouro, prata e bronze, um prêmio simbólico, mas que representa a indignação dos trabalhadores com a prática do Assédio Moral", explica Luizão, Presidente do Sindicato.

Aquele chefe implicante, sem educação, que só pensa em ganhar pontos com os banqueiros à custa de pressão aos seus funcionários, poderá ser denunciado pelos bancários, podendo figurar na lista dos piores no primeiro semestre de 2010.

"O sindicato vai dar o troco e vamos entregar o troféu na agência, com direito a banda de música e som denunciando o nome do sujeito, além de denunciar o banco no Ministério Publico do Trabalho por crime de assédio moral", garante Luizão. "Temos que tomar as atitudes necessárias a fim de acabar com a prática desse ato criminoso", conclui.

Vote no pior chefe!

08 dezembro 2009

Orientações sobre a compensação de horas da greve na CEF

A compensação de horas de greve não pode ser imposta como forma de punição aos grevistas, pois o movimento não foi declarado abusivo ou ilegal, e todos, grevistas ou não, se beneficiaram dos avanços obtidos pela greve;

Os empregados não devem assinar individualmente qualquer tipo de documento de compromisso ou plano de horas a serem compensadas, pois a Convenção Coletiva de Trabalho - CCT dos Bancários assinada entre a FENABAN e Sindicatos é que deve prevalecer;

O empregado não pode desempenhar atividade para a qual não esteja habilitado, ainda que indicada pelos gestores como prioritária a ser executada no horário de compensação de horas de greve;

Os gestores devem ter o bom senso de levar em consideração o impacto que a prorrogação extraordinária da jornada de trabalho venha a causar na rotina pessoal do empregado, pois há os que frequentam cursos ou tem atividades que complementam sua renda, exercidas antes ou depois da jornada normal na CAIXA, outros não dispõem de babá/creche que fique com seus filhos pequenos durante o horário em que fará a compensação de horas, etc.;

Não haverá desconto das horas não compensadas: os gestores que coagirem os empregados a realizarem a compensação das horas de greve a todo custo, ameaçando-os com a possibilidade de desconto, manifesta assim seu desprezo pelos colaboradores que integram sua equipe e demonstra não ter carisma de líder;

Férias programadas anteriormente não devem ser remarcadas para após o prazo final da compensação, dia 18/12/2009, com a finalidade de exigir do empregado compensar ao máximo as horas de greve. É interessante observar que a data de 18/12/2009 foi fixada na CCT como limite para a compensação das horas de greve para que o “conflito” empresa x empregados, na Campanha Salarial de 2009, tenha um fim breve e não se carregue pendências por anos a fio.

A compensação será limitada a duas horas diárias, de segunda a sexta-feira, excetuados os feriados.

O Sindicato acompanha de perto o cumprimento da Convenção Coletiva que garante o respeito aos direitos dos trabalhadores. Denuncie ao Sindicato ou aos Delegados Sindicais qualquer tipo de pressão exercida pela CAIXA ou pelos gestores.

01 dezembro 2009

Desconto Assistencial garante Sindicato forte durante Campanha Nacional

A importância do desconto assistencial foi discutida em assembléia realizada no dia 29/07/2009. Esta é uma das verbas que sustentam a campanha salarial dos bancários. Não se oponha ao desconto assistencial e fortaleça as lutas da categoria!

O desconto assistencial é uma das verbas que sustentam a atuação e a estrutura do Sindicato e é utilizado para custear as despesas específicas com a campanha salarial da categoria bancária que, por se tratar de uma atividade nacional, envolve custos com faixas, cartazes, carros de som, passagens e ações jurídicas. Além disso, existem gastos com a comunicação, necessários para garantir o site atualizado diariamente, o envio de fax’s, panfletos e as mensagem de celular (SMS), sempre informando as principais novidades da Campanha Salarial 2009.

A importância do desconto assistencial foi discutida em assembléia realizada no dia 29 de julho e os bancários presentes aprovaram a contribuição de 2% sobre os salários reajustados de um mês apenas (o desconto não incide sobre o adicional de férias, o 13º, comissão e gratificação recebidas em caráter de substituição e horas extraordinárias por ventura creditadas) limitado a R$ 200,00.
Embora necessário para o fortalecimento da entidade sindical, o desconto assistencial não é obrigatório. Respeitando os princípios democráticos que norteiam a ação do Sindicato, os bancários/as que discordam da contribuição poderão exercer o direito de devolução que deverá ser solicitado em até 30 dias após o efetivo desconto, através de solicitação escrita de próprio punho protocolado na sede do Sindicato em Taubaté ou na Subsede em Ubatuba.

Para o Sindicato dos Bancários de Taubaté, a manutenção da entidade deve ser feita com a contribuição espontânea dos trabalhadores, por meio de mensalidades e do próprio desconto assistencial. Foram estes itens que garantiram a organização e construção de uma campanha vitoriosa em 2009, com diversas mobilizações e atos que arrancaram grandes conquistas para os bancários/as.

Vale destacar que a greve deste ano continuou na Caixa Econômica e alcançou 29 dias de paralisações, registrada como uma das mais fortes e maiores greves da categoria. Este ano, tivemos uma grande adesão, muitas vitórias jurídicas contra os interditos proibitórios nos bancos privados e as manifestações diárias em frente às principais agências de Taubaté, Caçapava e Pindamonhangaba. Novamente conquistamos aumento real e avanços nas mesas específicas, como mais contratações, licença maternidade de 180 dias, PLR mais justa, dentre outros.

Outras informações pelo telefone (12) 36335329, ou na Sede do Sindicato.

26 novembro 2009

Parabéns ao "Peixe" do Itaú pela formatura de sua filha

O Sindicato parabeniza nosso diretor e funcionário do banco Itaú José Luiz Ruzzene (Peixe) pela formatura de sua filha Marina Maia Braga Ruzzene na Escola de Especialista da Aeronáutica de Guaratinguetá como 3ª Sargento.

Parabéns a toda a família!

Direção do Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região

12 novembro 2009

Banco do Brasil anuncia PDV para funcionários da Nossa Caixa

O Banco do Brasil anunciou na última quinta 5 um plano de demissão voluntária (PDV) dirigido aos bancários da Nossa Caixa. Em reunião com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, o BB também apresentou um plano para as agências e a criação de novas vagas para os funcionários do antigo banco paulista.

Público Alvo:
a) funcionários (as) com no mínimo 15 anos de banco e 50 anos de idade;
b) funcionários (as) ocupantes de funções estratégicas, independentemente do tempo de banco ou idade.
Incentivo:
a) INSS - Pagamento do INSS, partes do empregadop e do empregador, por 48 meses ou até a data da aposentadoria, tanto proporcional ou integral, o que ocorrer primeiro;
b) ECONOMUS - Pagamento das contribuições (parte dos empregado e do empregador) por 48 meses ou até a aposentadoria, o que ocorrer primeiro e até os 55 anos de idade;
c) Assistência médica - 48 meses de assistência médica para o (a) funcionário (a) e seus dependentes preferenciais;
d) FGTS - Pagamento dos 40% de multa.
e) Pagamento de 3 salários brutos para cada ano que faltar para a aposentadoria sendo que o piso é a convenção Nacional dos bancários e o teto é de 20 salários.

Obs pela convenção

Vínculo Empregatício com o Banco

Indenização Adicional

Até 5 (cinco) anos

1 (um) valor do aviso prévio

Mais de 5 (cinco) até 10 (dez) anos

1,5 (um e meio) valor do aviso prévio

Mais de 10 (dez) até 20 (vinte) anos

2 (dois) valores do aviso prévio

Mais de 20 (vinte) anos

3 (três) valores do aviso prévio

Também foi acordado a formação de uma comissão para discutir e propor alterações na assistência médica do FEAS.

Incorporação – Durante a negociação, o BB também apresentou um plano para as agências e a criação de novas vagas para os funcionários da Nossa Caixa, que terão prioridade nos processos internos de concorrência. O banco também se comprometeu a manter os profissionais da rede de atendimento.

27 outubro 2009

Bancário do Bradesco desabafa

O Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região recebeu carta de um bancário do Bradesco de sua base, fazendo um desabafo frente ao desenrolar da Campanha Nacional 2009.

Na correspondência, o bancário lamenta as pressões exercidas pelo banco de impedir seus funcionários de participarem da greve da categoria. Apresenta-se envergonhado por receber reajuste com PLR e outros benefícios sem ter ao menos contribuído com um dia de greve.

Pede desculpas em nome dos funcionários do Bradesco que não pactuam com tais mazelas praticadas pelo banco e projeta um dia retribuir as lutas que os demais trabalhadores fazem em nome do conjunto da categoria.


Confira abaixo a íntegra da carta:

Aos

Colegas Bancários
Mais uma vez a campanha salarial está transcorrendo, com greves em vários bancos, mas nós, funcionários do Bradesco, estamos alheios ao que acontece em nossa categoria. Daqui a pouco vem reajuste com PLR e outros benefícios e nós, como verdadeiros xupins,usurparemos de todas as conquistas sem ter contribuído sequer com um dia de greve! Sinto-me envergonhado de fazer parte de uma empresa como esta, onde as pessoas perdem suas identidades e passam a viver como verdadeiros soldadinhos de chumbo, comandados por cães ferozes a serviço dos interesses dos banqueiros. Estes cães, conhecidos também como gerentes, ameaçam-nos a todo instante de demissão, assediam-nos com todo tipo de impropérios. E, como cães fiéis, chamam a polícia para impedir a greve e ameaçar os dirigentes de nosso sindicato. É humilhante a maneira como tratam a nós trabalhadores, como se fôssemos escravos, impedidos de pensar diferente, de se vestir diferente, é como se ao entrar para o quadro do Bradesco deixássemos nossa identidade em casa. Passamos então a fazer parte de um exército cuja filosofia, semelhante ao nazismo, aniquila todo tipo de diferenças e questionamentos.

Minha alma ardeu em fogo de ódio quando fomos obrigados a entrar na agência resguardados pela polícia militar! Isso fez-me lembrar da cena em que os judeus eram conduzidos aos fornos para a morte. Até quando nós, funcionários do Bradesco, suportaremos tanta humilhação eu não sei. Só sei que quanto mais abaixarmos a cabeça, mais seremos pisoteados. Somos bancários de segunda linha, já que não temos auxílio educação, plano de cargos e salários e ainda somos obrigados a vender todo tipo de porcaria sem ganhar nenhuma comissão por isso!! Minha vontade é chutar este cão que me oprime diariamente e cair fora dessa presença humilhante, mas por enquanto preciso suportar esta dor para sustentar parcamente minha família! Por isso resolvi me desabafar aos colegas dos outros bancos e pedir desculpas em nome, senão de todos, pelo menos de uma parte dos funcionários do Bradesco que não pactua com essas mazelas praticadas pelo banco. Da outra parte não há por que se ter dó, pois como pequenos cães em adestramento, ficam felizes com os ossos e pelos afagos em suas nádegas. Oxalá possamos um dia retribuir as lutas que fazem em nosso nome!!

Um abraço.

Fonte dessa matéria: http://blogdoeduardomoraes.com/blog/?p=2802

21 outubro 2009

Bancários aprovam nova proposta da Caixa e encerram greve

Assembléia da CEF: Os funcionários(as) da Caixa Econômica Federal aprovaram a proposta do banco em Assembléia que foi realizada na manhã desta quinta-feira (22), na Sede da entidade em Taubaté.

Veja mais Fotos!

Proposta da Caixa: A nova proposta apresentada na noite de terça-feira (20) traz avanços importantes para os empregados da Caixa, como a contratação de 5 mil trabalhadores em 2010, contribuindo para a melhoria das condições de trabalho, junto com a criação dos comitês regionais de mediação de conflito no trabalho, vinculados à Comissão de Ética da Caixa, para o combate ao assédio moral.

A Caixa também vai pagar um abono linear de R$ 700 para todos os empregados até o dia 20 de janeiro de 2010. A greve completou 28 dias nesta quarta e paralisou agências nos 26 estados e no Distrito Federal.

Em relação aos dias de greve, fica valendo a aplicação da mesma regra definida na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2009/2010, já assinada entre a Contraf-CUT e a Fenaban, que estabelece o não-desconto dos dias parados, mas com a ampliação do prazo de compensação até o dia 18 de dezembro de 2009, não podendo exceder duas horas diárias e nem ser realizada em finais de semana e feriados, além de não ser utilizado eventual saldo de horas extras feitas anteriormente.

Todas as demais propostas já apresentadas no processo negocial da campanha salarial 2009, inclusive a forma de pagamento da PLR, permanecem valendo. Além disso, a Caixa concorda em discutir na mesa de negociação permanente os dias descontados das greves de 2007 e 2008.

A maioria das assembléias dos sindicatos deliberou nesta quarta-feira, 21, pela aceitação da nova proposta da Caixa Econômica Federal e o encerramento da greve nacional dos empregados, deflagrada no dia 24 de setembro.

Veja a tabela da proposta aprovada!


Fonte: Contrat-CUT e Seeb/SP

19 outubro 2009

TST nega pedido de liminar da Caixa. Agências de Ubatuba e Caçapava continuam em greve

Em Assembléia realizada na última sexta-feira (16) foi aprovado pelos bancários presentes o encerramento da greve, mas os funcionários da Caixa Econômica Federal de Ubatuba e Caçapava optaram por continuar em greve nesta segunda-feira (19).

Acompanhe o quadro da Greve e veja mais Fotos!

TST marca audiência de conciliação para dia 21

O ministro João Oreste Dalazen, vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), indeferiu pedido de liminar da Caixa Econômica Federal quanto à abusividade da greve dos empregados. Além disso, o ministro agendou audiência de conciliação e instrução para o próximo dia 21 de outubro, quarta-feira.

A pedido da Caixa, foi instaurado nesta quinta-feira, dia 15 de outubro, o dissídio coletivo de greve no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Junto com o dissídio, a Caixa solicitou ainda, em caráter liminar, a declaração de abusividade e a determinação de volta ao trabalho. Com a negativa do tribunal, os bancários mantêm a greve nacional que já dura 23 dias.

A audiência de conciliação é o primeiro passo do processo de julgamento do dissídio, na qual a Justiça buscará intermediar um acordo entre as partes. Caso não se chegue a um acordo nessa ocasião, o processo será encaminhado a um Ministro designado como relator, que será sorteado, o qual será responsável por examinar o tema objeto do dissídio e designar data para julgamento pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC). O julgamento, no entanto, só pode ocorrer caso haja concordância das duas partes envolvidas.

O movimento sindical considera que o processo negocial é fundamental para a solução de conflitos. Dessa forma, o Comando Nacional dos Bancários orientou as assembleias dos empregados da Caixa de todo o país a desautorizarem as entidades sindicais a manifestarem concordância com tal procedimento no âmbito do TST.

Fonte: Contraf-CUT

16 outubro 2009

Bancários da Caixa Federal de Taubaté e Região encerram greve

Em Assembléia realizada na tarde desta sexta-feira (16) às 16h os funcionários da Caixa Econômica Federal de Taubaté e Região decidiram terminar a greve, que durou 23 dias.

Caixa Federal ajuíza a greve

A pedido da Caixa Econômica Federal, foi instaurado nesta quinta-feira, dia 15 de outubro, o dissídio coletivo de greve no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Mas, para que o dissídio venha a ser julgado, é necessária a concordância das entidades sindicais que se apresentam em mesa de negociação como representativas dos trabalhadores.

O Sindicato dos Bancários repudiam a atitude da Caixa de recorrer à Justiça do Trabalho e reafirmam disposição de continuarem buscando entendimento em mesa de negociação.

O Comando Nacional e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) voltam a se reunir na segunda-feira, em São Paulo, após a assinatura da Convenção Coletiva 2009/2010 com a Fenaban. A reunião definirá as orientações para os próximos passos do movimento dos empregados da Caixa.

13 outubro 2009

Resposta do Sindicato ao Jornal ValeParaibano

Artigo ValeParaibano - 08/10/2009















Resposta do Sindicato publicada no jornal em 11/10/2009


A gente sabe que os ataques que os bancários sofrem pela mídia e apenas jogo de cena, na verdade jogam a greve de 15 dias dos bancários como a vilã do atendimento para esconder o descaso que a população sofre o ano inteiro na mão dos banqueiros.


Luiz Antonio da Silva, Taubaté


Resposta do Sindicato publicada no jornal em 13/10/2009

Lamentável a forma como a mídia mais uma vez se mostra parcial nesse editorial.

A luta da classe trabalhadora e nesse caso específico dos Correios e dos Bancários não deveria ser tratada de forma irresponsável e superficial como foi nesse editorial, que afirma que não existe nenhuma perspectiva de acordo no 15º dia de greve da categoria bancária. Como não? Por acaso esse era o desfecho que vocês esperavam? Porque o resultado mostra o equívoco.

E a responsabilidade dos banqueiros, porque não se fala disso? Por acaso os lucros astronômicos que os bancários ajudam a produzir , não seriam suficientes para atender as reivindicações? Vocês sabem qual a nossa pauta de reivindicações? Sabiam que uma das prioridades seria contratação de mais trabalhadores? Saibam que conseguimos negociar a contratação de mais 10 mil trabalhadores para o Banco do Brasil.


A sociedade explorada por esses banqueiros, que tem uma Concessão Pública para abrir suas "lojinhas", onde a prioridade nunca é o atendimento a população mas a venda de seus produtos,não teria direito a um tratamento digno dentro das agências?

Ora não venham vocês com hipocrisia dizendo que deveríamos reduzir o prejuízo da população pobre, enquanto o que estão tentando proteger na verdade é sua parte nos vultosos investimentos que os banqueiros fazem na mídia, tentando construir uma imagem de responsabilidade social, que verdadeiramente não tem.

Alessandra Campos da Cruz - Funcionária do Banco do Brasil e diretora do Sindicato dos Bancários de Taubaté

Bancários da Caixa rejeitam proposta de PLR e greve continua

Em Assembléia realizada na manhã desta quinta-feira (15) em Taubaté, os funcionários da Caixa Econômica Federal rejeitaram a nova proposta do Banco e decidiram manter a greve na base.

Os mais de 200 funcionários das 10 agências da CEF na região aguardam uma proposta que contemple as reivindicações.

Acompanhe o quadro da Greve e veja mais Fotos
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Proposta rejeitada: aconteceu nesta terça-feira, 13, nova rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Caixa Econômica Federal. A empresa apresentou uma regra própria para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) que seria paga alternativamente à regra da Fenaban, além de manter as mesmas cláusulas propostas na última reunião, realizada no último dia 8.

A proposta de PLR da Caixa prevê a distribuição de valores fixos por Grupos de Cargos, definidos "de acordo com a complexidade das atribuições", variando de R$ 4 mil a R$ 10 mil (veja aqui tabela com os valores por Grupo de Cargos). Cada bancário receberia essa regra própria da Caixa ou a regra da Fenaban, o que for maior. Além disso, a proposta prevê a antecipação até o dia 3 de novembro de 2009 de 100% do valor aplicando a regra básica da Fenaban. A segunda parte seria paga em março de 2010.

Outras propostas - O banco reafirmou também as demais propostas apresentadas anteriormente, tais como: eleição de todos os cipeiros, contratação de 3 mil empregados, criação de comitês de combate ao assédio moral, e abertura de negociação sobre o Saúde Caixa, entre outras.

Dias parados - A Caixa seguirá a regra negociada com a Fenaban, com compensação dos dias não trabalhados por motivo de paralisação entre os dias 17/09 e 14/10 com prestação de jornada suplementar até o dia 18/12.

Avaliação do Comando Nacional

O Comando Nacional avalia que houve avanços na proposta da PLR, uma vez que a expectativa dos empregados é de que os valores pagos em 2009 sejam no mínimo iguais aos da PLR do ano passado, apesar da redução do lucro líquido da Caixa. Os bancários realizaram um grande esforço para que o banco atingisse suas metas sociais e, além disso, não podemos esquecer que a redução do lucro da Caixa foi em parte em função da política de redução de juros do Governo Federal, como forma de enfrentamento da crise mundial. Porém, o Comando entende que a distribuição dos valores deveria contemplar melhor os empregados de menores salários.

A proposta, que também apresenta avanços nas cláusulas sociais e sindicais, contudo, é insuficiente. Itens importantes, como isonomia e uma valorização salarial que poderia ser feita por meio de concessão de Delta não foram atendidos. Além disso, a contratação de 3 mil novos empregados é positiva, mas não resolverá o problema crônico de excesso de trabalho a que está submetido o conjunto dos empregados.

Portanto, o Comando Nacional orienta os empregados da Caixa a manterem o movimento de greve na expectativa de avançarmos na proposta.


Fonte: Contraf-CUT

09 outubro 2009

Bancários da Nossa Caixa aprovam alternativa à PLR e encerram a greve

Em Assembléia realizada nesta quinta (8) às 19h em Taubaté, os Bancários da Nossa Caixa aprovaram a proposta específica do banco e a greve termina com conquista para os trabalhadores.

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Os bancários da Nossa Caixa garantiram, em negociação, nesta quinta-feira (8), com representantes do banco paulista e do Banco do Brasil, a distribuição de R$ 60 milhões, de forma linear, ao conjunto do funcionalismo.

Com a distribuição do montante, cada bancário da Nossa Caixa receberá aproximadamente R$ 4 mil brutos, a serem pagos pelo banco em forma de abono e separadamente dos vencimentos, de maneira a não incidir INSS, mas apenas tributação exclusiva.

O acerto foi negociado como alternativa à possibilidade de os funcionários do banco paulista não virem a receber PLR (Participação nos Lucros e Resultados) frente ao prejuízo auferido pela instituição no último período, em decorrência dos ajustes contábeis da incorporação pelo BB.

Uma alternativa vinha sendo negociada, há mais de dois meses, sem avanços pelos representantes dos funcionários, mas foi com a força da greve dos funcionários da Nossa Caixa que as direções dos bancos aceitaram fazer a distribuição dos R$ 60 milhões de forma linear.

O resultado da negociação representa uma importante conquista. O montante a ser distribuído está dentro dos parâmetros da Nossa Caixa e em conformidade com o atual momento conjuntural da instituição. E o fato de a distribuição ser linear é resultado direto da participação efetiva dos funcionários na greve geral da categoria. É com essa mesma disposição de luta que o funcionalismo deve defender os seus direitos enquanto durar o processo de incorporação pelo BB.

Fonte: Fetec/SP