08 outubro 2007
Fenaban: acordo será assinado na quinta-feira
Negociação - Antes da assinatura, o Comando Nacional dos Bancários e os representantes dos bancos voltam a negociar sobre as mesas temáticas na segunda -feira.
Reunião do Comando Nacional - No mesmo dia da reunião com a Fenaban, o Comando reúne-se para debater a campanha na Caixa Federal e a possibilidade de ajuizamento de dissídio.
Bancários da Nossa Caixa participam de ato da CUT contra privatizações
As atividades começarão na sede do banco (R. XV de Novembro, 111, Centro - SP) às 8h30. Às 9h30, os bancários se reunirão com outros trabalhadores em frente à Secretaria da Fazenda do Estado, na Praça da Sé (Rua Rangel Pestana, s/n, Centro - SP). A denúncia será feita por meio de uma atividade de teatro organizada pelos bancários.
"O que está ficando muito claro é que o Serra pretende se desfazer das empresas públicas do estado de São Paulo. O intuito disso é fazer caixa para viabilizar sua candidatura a presidente da república, sem medir o prejuízo que isso traz", denuncia Elias Maalouf, diretor da Fetec-SP e funcionário da Nossa Caixa. "Empresas como a Nossa Caixa, a Sabesp, o Metrô e outras têm interesse público, precisam ser publicas. Os funcionários da Nossa Caixa têm consciência disso e, à medida que o processo avançar, vão se mobilizar para garantir seus empregos, porque privatização significa desemprego", afirma.
O governo de São Paulo abriu processo de licitação para verificar o valor de mercado de 18 empresas do patrimônio de São Paulo entre as quais Nossa Caixa, Metrô, CDHU, EMTU, Emplasa e CESP, que lidam com setores fundamentais como transporte, saneamento e energia elétrica. A abertura dos envelopes com as propostas das consultorias ocorrerá na segunda, na Secretaria de Fazenda .
Fonte: Contraf
Após ameaça da Caixa, greve cresce e atinge 80%
A greve, que começou na quarta-feira com o fechamento de 70% dos postos de trabalho no Brasil inteiro, cresceu e já atinge 80% das agências e departamentos do banco.
Até o final desta sexta-feira, não houve nenhuma sinalização da Caixa para a retomada das negociações, embora os bancários tenham deixado claro na última rodada que apostam num acordo negociado. Sem avanço, os bancários da Caixa devem ampliar a greve ainda mais na segunda-feira.
Confira a galeria de fotos da Greve em Taubaté e Região.
Clique aqui confira a Minuta de reivindicações da Caixa.
05 outubro 2007
Caixa não apresenta proposta viável e greve continua
Confira a galeria de fotos da Greve.
Foram várias horas de negociação onde a Caixa apenas demonstrou seu descaso para com os trabalhadores. A proposta é uma afronta ao forte movimento nacional deflagrado pelos empregados, demonstração inequívoca de que eles estão indignados com a postura do banco.
Proposta da CEF: A proposta apresentada limita-se ao cumprimento dos itens econômicos acordados com a Fenaban e não avança nas reivindicações específicas. Para que a proposta fosse melhor, a única diferença que a Caixa apresentou foi o aumento do valor da antecipação da primeira parcela da PLR.
Sobre as reivindicações específicas, o banco apenas assume um "compromisso" com a estruturação de um projeto de unificação das tabelas de remuneração da carreira administrativa; com o aumento do número de bolsas de incentivo à graduação de 4.000 para 4.100; o pagamento do auxílio-creche na data do nascimento do filho (hoje é pago a partir do terceiro mês), entre outros.
Reivindicações dos bancários: Na negociação, os dirigentes sindicais reafirmaram as reivindicações dos trabalhadores, como recomposição do poder de compra, contração de mais empregados, melhores condições de trabalho, fim da restrição do acesso à internet, questões de isonomia, Plano de Cargos e Salários e que a Participação nos Lucros e Resultados seguisse os mesmos parâmetros do ano passado. Nos anos anteriores, por meio das negociações, os empregados conquistaram PLR maior, cesta-alimentação igual à da categoria, deltas no PCS e aumento real nos salários. Agora, em vez de superar o impasse por meio do diálogo, a empresa tenta chantagear os empregados, ameaçando ajuizar dissídio na Justiça do Trabalho.
Próxima negociação: Na tentativa de superar o impasse, os representantes dos bancários disseram que apostam na negociação e propuseram uma nova rodada na segunda-feira.
Assembléia e Greve: No último dia 5 os bancários realizaram assembléia na Sede do Sindicato em Taubaté deliberando a continuação da greve. Nesta segunda, dia 8, em outra assembléia, os funcionários da Caixa resolveram dar continuidade a greve por tempo indeterminado em Taubaté, Caçapava, Pindamonhangaba, Tremembé, Ubatuba e Moreira César.
02 outubro 2007
Negociação continua nesta quinta e greve também
Depois de quatro horas de reunião, a discussão foi suspensa e prossegue nesta quinta-feira, enquanto os empregados da Caixa permanecem de braços cruzados em greve por tempo indeterminado.
O banco não apresentou nenhuma proposta.
Os bancários exigem uma proposta com avanços para que ela possa ser avaliada nas assembléias.
Greve: As quatro agências da Caixa Econômica Federal em Taubaté aderiram à greve por tempo indeterminado nesta quarta-feira, dia 3. Também estão em greve agências da Caixa nas cidades de Caçapava, Pindamonhangaba, Tremembé e Ubatuba. Em Moreira César a agência da Caixa está funcionando normalmente, mas os funcionários permanecem em Estado de Greve.
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Clique aqui confira a Minuta de reivindicações da Caixa.
Outros Bancos: Os funcionários dos bancos Privados, BB e Nossa Caixa aprovaram a proposta da Fenaban. Clique aqui e leia a matéria completa.
Negociações com a Caixa: Não faltou boa vontade dos empregados da Caixa para resolver a campanha na mesa de negociação. Após muita pressão, o Sindicato conseguiu marcar, no dia 10 de setembro, a primeira negociação para discutir as questões específicas: Plano de Cargos e Salários, Plano de Cargos Comissionados, isonomia de direitos, questões da Funcef e dos aposentados, entre outras. Desde então, ocorreram três negociações em que o banco demonstrou não ter interesse em atender as reivindicações dos bancários. A última reunião aconteceu nesta segunda, dia 1º, novamente sem registrar avanços.
Tal postura demonstra a falta de sensibilidade do banco para com as demandas de seus empregados ao se negar a debater o processo de isonomia entre novos e antigos de maneira mais abrangente e não se dispor a praticar uma PLR nos mesmos moldes do ano passado. No que diz respeito ao PCS/PCC, embora tenha se colocado favorável a promover alterações, não abriu o debate sobre parâmetros da reestruturação e critérios de negociação.Mais Informações:
Luizão (Presidente do Sindicato): (12) 9106-5243
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Vera Saba (Vice-presidente do Sindicato): (12) 9102-8724
Sede: Rua Dr. Silva Barros, 248 - Centro – Taubaté
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Jornalista: Victor Martin
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Privados, BB e Nossa Caixa aprovam proposta, CEF rejeita
Mais de 50 bancários presentes na assembléia da noite desta terça, dia 2, em Taubaté, aprovaram a proposta de itens econômicos apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na última segunda-feira.Os funcionários do Banco do Brasil também aprovaram essa proposta e as específicas apontadas pela direção da empresa. Somente os empregados da Caixa Federal, diante da falta de proposta para as questões específicas apresentadas ao banco, poderão entrar em greve por tempo indeterminado a partir dessa quarta, dia 3.
O reajuste será de 6% (aumento real de 1,13%) para salários e demais verbas, como vale-refeição, cesta-alimentação e auxílio-creche.
Os bancários conquistaram o pagamento da 13ª cesta-alimentação, que este ano terá valor de R$ 252,36 depositado até a folha de pagamento de novembro. A cesta será definitivamente incorporada à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
Outro importante avanço: além dos 80% do salário mais valor fixo de R$ 878 – que pode chegar a dois salários nos bancos que não atingirem os 5% do lucro na distribuição – o valor adicional à PLR foi aumentado em 20%, o que corresponde ao crescimento do lucro dos bancos no 1º semestre.
Inovação – A Campanha Nacional 2007 ganhou um novo formato de negociação graças à intervenção dos trabalhadores. O Comando Nacional dos Bancários, durante mais de um mês, apostou num processo que previa que os blocos de reivindicações seriam debatidos até que se esgotassem as discussões de cada tema. O objetivo: decidir a campanha desse ano sem os percalços que a greve traz para bancários e população, e evitar o “não para tudo” que sempre caracteriza a postura dos banqueiros.
Na primeira rodada foi acertada a criação de programas para prevenção e combate ao assédio moral – com canal de denúncias para o bancário – e de prevenção e tratamento de doenças ocupacionais, entre outros avanços.
Quando começaram a ser debatidas as cláusulas econômicas, os banqueiros voltaram a enrolar. Após quatro rodadas apresentaram uma proposta que previa somente a reposição da inflação. Foram necessárias mais cinco rodadas até que aparecesse a proposta aceita pelos bancários na noite desta terça.
Como fica a PLR
Pela regra da Participação nos Lucros e Resultados assegurada em convenção coletiva nacional todas as empresas devem destinar no mínimo 5% e no máximo 15% de seu lucro líquido na distribuição a seus funcionários.
Quando a distribuição for inferior aos 5%, o banco tem de majorar o pagamento até atingir dois salários do funcionário – com teto de R$ 11.652.
Pelas projeções do Sindicato, todos os trabalhadores do Bradesco, Itaú, Unibanco, Santander e Real ABN receberão dois salários.
Vale lembrar que a PLR será de 80% do salário mais o valor fixo de R$ 878 para os bancos que gastarem acima dos 5% do lucro líquido, como é o caso do HSBC: 50% desse valor (40% do salário mais R$ 439) serão pagos dez dias após a assinatura do acordo e a segunda parcela vem até março de 2008.
Adicional – Os funcionários desses bancos também receberão o adicional à PLR que pode variar de R$ 1.200 até R$ 1.800. Metade deste valor, de R$ 600 até R$ 900, também será creditado dez dias após a assinatura do acordo. O adicional é pago acima dos tetos e sem desconto de programas próprios de remuneração.
O valor adicional equivale a 8% da variação do lucro líquido do primeiro semestre de 2006 para o primeiro semestre de 2007, dividido pelo número de empregados.
Quando a variação do lucro do primeiro semestre for igual ou maior que 15%, será garantida a parcela mínima de R$ 600.
01 outubro 2007
Fenaban avança na proposta e terça tem Assembléia Geral
Os bancários estão convocados para uma assembléia esta terça-feira, dia 2, na Sede do Sindicato, às 18:30h. A categoria deverá decidir se aceita a proposta ou se irá à greve a partir do dia 3, quarta-feira.Proposta: A mobilização dos bancários deu resultado. A Federação dos Bancos (Fenaban) convocou negociação e apresentou proposta de reajuste de 6%, representando aumento real de 1,13% para salários e demais verbas, como vale-refeição e cesta-alimentação. Outro importante avanço: o valor adicional à Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será aumentado em 20%, o que corresponde ao crescimento do lucro dos bancos no 1º semestre.
A proposta saiu na nona rodada de negociação sobre cláusulas econômicas, realizada nesta segunda-feira, 1º de outubro, e após a paralisação de 24 horas da sexta, 28 de setembro.
Caso seja aprovada, os valores devem ser pagos até 10 dias após a assinatura do acordo.
Na última rodada, os bancos haviam proposto 5,2% de reajuste, valor prontamente rejeitado pelo Comando Nacional dos Bancários.
Incorporação de cláusula nova – O pagamento da 13ª cesta-alimentação, que este ano terá valor de R$ 252,36, será incorporado à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e depositado até a folha de pagamento de novembro.
PLR – A PLR mantém o formato de 80% do salário mais o valor fixo que, reajustado pelos 6%, ficaria em R$ 878 na regra básica (teto de R$ 5.826). Os bancos que ao calcularem a distribuição da PLR não atingirem 5% do lucro líquido, devem majorar o valor até chegar a dois salários com teto de R$ 11.652. O pagamento seria feito da seguinte maneira: metade até dez dias após a assinatura do acordo e a outra metade em março de 2008.
Adicional à PLR – Paga-se 8% da diferença nominal entre o lucro de 2007 e de 2006 divido entre os funcionários do banco, com teto de R$ 1.800. Ela vale para todos os bancos, inclusive para a Nossa Caixa, que deve receber no mínimo R$ 600 de antecipação.
Antecipação do pagamento da PLR – Será antecipada 50% da regra básica, a ser paga dez dias após a assinatura da convenção coletiva. Dessa forma, os bancários receberão 40% do salário, mais parcela fixa de R$ 439 limitado a 15% do lucro líquido do primeiro semestre. A parcela adicional que também será antecipada e paga dez dias após a assinatura da convenção coletiva será 8% da variação do lucro líquido nominal do primeiro semestre de 2006 para 2007, com teto de R$ 900 e mínimo de R$ 600, se o lucro for maior do 15%.
Greve – A proposta também prevê que os dias parados de greve até 1º de outubro não sejam descontados.
Caixa não avança e BB faz nova proposta aos bancários
BB: Após a negociação com a Fenaban nesta segunda-feira, o Banco do Brasil entrou em contato com a Contraf-CUT e apresentou uma proposta de acordo específico. Ela prevê Participação nos Lucros e Resultados (PLR) adicional à da Fenaban, correções no Plano de Cargos e Salários (PCS) e na isonomia entre novos e antigos funcionários.
Conheça a proposta
Pela proposta da direção do BB, a PLR semestral teria parcela fixa de R$ 439, mais 40% do E6 para escriturário, ou este percentual do E6 mais comissão de caixa para os caixas, ou 40% do Valor de Referência para os comissionados. Além da regra básica, similar à da Fenaban, o Banco do Brasil se compromete a distribuir 4% do lucro líquido de forma linear para todos (o equivalente a R$ 1.168,92 por funcionário), garantindo no mínimo um VR para quem cumpriu o acordo de trabalho (ATB).
Para o PCS, o Banco do Brasil aceita a incorporação dos R$ 33 para o E1 e VP-020. A diferença entre cada interstício será de 3%.
Isonomia
O Banco do Brasil avançou nos itens de isonomia. Na negociação desta segunda, a direção concordou com o adiantamento de férias para ser pago em até dez vezes. O BB já havia concordado em universalizar os direitos de adiantamento salarial para cobrir a cobrança de consignações em atraso e a devolução das vantagens por desistência de remoção parcelada em dez vezes.
28 setembro 2007
Bancários realizam greve de 24h na Região
Veja a galeria de fotos da Greve
Mais Greve: O Sindicato irá seguir a orientação do Comando Nacional e convocará a base para Assembléia no dia 2 e greve por tempo indeterminado a partir do dia 3 de outubro. “A paralisação de hoje foi advertência, mas como os Bancos não apresentaram uma proposta digna, a greve deve continuar na quarta-feira e ai não tem data para terminar,” alerta Luizão, Presidente do Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região.
> Entenda os motivos da greve:
Artigo: "Greve dos bancários é inevitável"
> Veja as reivindicações dos Bancários
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Jornalista: Victor Martin
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27 setembro 2007
Em assembléia, bancários decidem por paralisação de 24h nesta sexta-feira em Taubaté e Região
Os bancários de bancos públicos e privados rejeitaram por unanimidade o índice de 4,82% para reajustar salários e a Participação nos Lucros e Resultados e decidiram parar por 24h nesta sexta-feira em Taubaté e Região. A decisão foi deliberada na noite da quinta-feira, dia 27, em assembléia na sede do Sindicato em Taubaté.
Seguindo
> Entenda os motivos da greve: - Artigo: "Greve dos bancários é inevitável"
> Confira a proposta da Fenanan
> Veja as reivindicações dos Bancários
Bancos públicos: no dia 28, também acontece nova rodada sobre questões específicas entre os funcionários e a direção do Banco do Brasil. A expectativa é que o banco traga propostas para o Plano de Cargos e Salários (PCS), isonomia e PLR.
Na Caixa Federal, a negociação acontece na segunda, 1º de outubro, e os empregados esperam que também sejam apresentadas propostas às questões específicas como o PCS.
>Acompanhe a trajetória das negociações
Contatos para mais informações sobre quais bancos devem funcionam nesta sexta e como será a greve na região:
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26 setembro 2007
Greve de 24h será discutida nesta quinta em Assembléia
Após quase um mês de negociação salarial a proposta apresentada pelos banqueiros é medíocre. Na rodada desta terça-feira (25/09), a Fenaban veio para a mesa de negociação sem trazer melhorias na proposta apresentada na última sexta-feira:
- Reajuste de verbas e salário de 4,82%
- 13ª Cesta Alimentação
- PLR nos moldes já existentes e reajustada pela inflação do período.
CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
- Deliberação sobre paralisação de 24horas, a partir da 00:00 hora do dia 28 de setembro de 2007.
- Outros assuntos de interesse da categoria.
HORÁRIO: 18h30 Primeira Convocação
19h00 Segunda Convocação
Rua: Dr. Silva Barros, 248 – Centro – Tel: 3633-5329
25 setembro 2007
Greve dos Bancários é inevitável
Após quase um mês de negociação salarial a proposta apresentada pelos banqueiros é medíocre. A situação é muito tensa entre os Bancários, e a categoria caminha para uma greve nacional sem precedentes.
Quatorze bilhões de reais é a estimativa do lucro acumulado pelos principais bancos nacionais, atingindo trinta por cento de crescimento no igual período no ano passado.
Nos últimos cinco anos os banqueiros aumentaram em cerca de 700% as taxas bancárias, contra uma inflação de cerca de 40%.
As agências trabalham com o número mínimo de funcionários ocasionando alto índice de demissão na categoria e uma baixa qualidade no atendimento aos clientes que pagam as tais taxas abusivas, sem falar na segurança das agências que tem seus custos minimizados deixando clientes e funcionários sob responsabilidade da proteção divina.
Infelizmente a população sofre com a greve dos bancários, mais saibam que os bancários têm sofrido, no dia a dia, com pressão, ameaças, doenças, baixos salários e com o descaso dos banqueiros, que ganham bilhões da exploração do trabalho de seus funcionários e dos milhões de clientes que sustentam seus lucros abusivos através de taxas de serviços, juros de empréstimos, cheque especial, cartão de crédito e outros artifícios que justifique o débito em conta corrente.
Portanto a população se prepare, porque os bancários vão reagir. Aqueles que necessitem utilizar as agências ou terminais na primeira semana do mês poderão ter dificuldades.
A greve poderá ser longa e ter posturas radicais de ambos os lados, não nos responsabilizamos por danos ou agressões de qualquer espécie, queremos apenas conquistar um aumento justo, condições de trabalho justas e qualidade de vida.
Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região
Fenaban não avança. Negociação prossegue na sexta
Mais uma vez, a Fenaban veio para a mesa de negociação sem trazer melhorias na proposta apresentada na última sexta-feira, de reajuste de verbas e salário de 4,82%, 13ª Cesta Alimentação e PLR nos moldes já existentes, e reajustada pela inflação do período.
Na rodada desta terça-feira (25/09), os banqueiros insistiram na argumentação de que não têm condições de elevar os custos dos bancos e que sua proposta englobaria PLR, aumento real e correção de verbas e benefícios conforme o reajuste salarial, além da 13ª Cesta Alimentação, o que, segundo eles, contemplaria os trabalhadores com menores salários.
O Comando reiterou a necessidade de se melhorar a PLR e de se concederem reajustes diferenciados em benefícios, como o auxílio alimentação e auxílio creche, com base em três salários mínimos.
Os representantes da Fenaban disseram que não conseguem atender todas as reivindicações econômicas e que os bancários precisariam abrir mão de algumas das solicitações. Com relação à PLR, ficaram de estudar alguma forma de aprimorar a parcela adicional. O Comando ressaltou a importância de se agregar valor à parcela adicional, tendo como premissa a contemplação de todos os bancários.
De acordo com os banqueiros para se fazer qualquer movimentação no que já foi apresentado será necessário consultar o conjunto dos bancos, apontando para uma nova rodada de negociação na próxima sexta-feira (28/09), às 14h,
Ao término da rodada, o Comando Nacional deliberou pela manutenção do calendário previamente agendado, com assembléias nos sindicatos no dia 27/09 e Dia Nacional de Lutas com paralisações, na sexta-feira (28/09).
Fonte: Lucimar Cruz Beraldo - Fetec/SP
24 setembro 2007
Bancários reafirmam que proposta tem de melhorar
Seguindo a lógica de negociação defendida pelo Comando Nacional, o início da semana voltou a ser de debate entre os representantes dos bancários e dos banqueiros. A rodada de negociação, que teve duração de quatro horas, aconteceu nesta segunda-feira (24). Ela será retomada nesta terça-feira (25), às 14h30,
Após avaliação da proposta apresentada pela Fenaban na última sexta-feira (21), o Comando optou por reafirmar a valorização do Piso e dos benefícios, o aumento real, bem como a simplificação da regra da PLR.
No caso da PLR, o Comando insiste na necessidade de destravar a parcela adicional de tal forma que todos os trabalhadores sejam contemplados com valor linear e sem vinculação à evolução do lucro do ano anterior.
O Comando ainda insiste na necessidade de valorização dos salários, com indicação de aumento real, além de alguns benefícios como: vale-alimentação, vale-refeição e auxílio-creche.
Por fim, foi acordado entre as partes que as pendências referentes à Igualdade de Oportunidades, Saúde e Assédio Moral serão retomadas em negociação específica, a ser agendada nesta terça-feira.
21 setembro 2007
Depois da pressão dos bancários, Fenaban faz a primeira proposta econômica
O índice de reajuste proposto é de 4,82% para salários e demais benefícios – valor equivalente à inflação de 31 de agosto de 2006 a 1º de setembro de 2007. Outro ponto é o pagamento de 13ª cesta-alimentação, no mesmo valor da cesta de todo mês, reajustada pelos 4,82%.
O valor e o formato da Participação nos Lucros e Resultados, PLR, seria o mesmo do ano passado corrigido apenas pela inflação.
As Negociações continuam na segunda-feira. Plenária dos sindicatos está suspensa
Contraf-CUT - 21/09/2007
20 setembro 2007
Pressão dos bancários arranca nova negociação nesta sexta-feira
Os avanços nos debates sobre saúde, condições de trabalho e assédio moral apontavam para uma mudança de postura dos banqueiros. Mas não foi isso que aconteceu e tão logo começaram as discussões sobre cláusulas econômicas, os representantes da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) quebraram o compromisso de negociar com seriedade e voltaram à velha enrolação.No final da tarde de quinta, 20, depois de outra rodada sem resultados, os banqueiros pediram mais uma negociação. Os bancários aceitaram, com a condição de que seja apresentada proposta. A reunião foi marcada para as 16h desta sexta, dia 21.
Outros destaques da Campanha Nacional:
Trabalhadores do Real ABN e do Santander realizam Dia de Luta
Avanço em PCS/PCC e preocupação com PLR marcam rodada na Caixa
Veja as reivindicações da categoria
18 setembro 2007
Bancários se mobilizam na porta do Banco do Brasil
O Ato contou com a presença da Banda do Quintino de Tremembé e com o Palhaço Shampoo.
Veja a galeria de fotos do ato!
Resultado das negociações:
17 setembro 2007
Bancários dão recado e Fenaban agenda negociação
Depois da frustração da última semana, quando a Fenaban não trouxe qualquer proposta de negociação com a categoria, os bancários resolveram intensificar a mobilização, com paralisações nesta segunda-feira, na capital paulista.Frente à reação dos trabalhadores, a Fenaban entrou em contato, na manhã desta segunda-feira, com o Comando Nacional e agendou a retomada das negociações para terça-feira (18/09), às 14h. Na oportunidade deverá ser dada continuidade às discussões sobre reivindicações econômicas. Ao término da rodada, haverá reunião do Comando Nacional.
14 setembro 2007
Diretor da Fetec alerta bancários sobre a venda do Real/ABN
Entenda o caso:
Manifesto dos funcionários Real/ABN
Moção em Defesa do Emprego dos Bancários do ABN
Para Gutemberg, a criação de um grande banco sob controle acionário estrangeiro poderá provocar nova corrida pela liderança no ranking dos bancos, resultando em novas fusões e, conseqüentemente, em novas demissões com prejuízo a inúmeras famílias e a sociedade como um todo. “Essas fusões seriam a curto prazo, coisa de um ano e meio, já que essas empresas não ficariam paradas vendo esses bancos dispararem na frente”, explica Gutemberg.
O diretor jurídico da Fetec alerta para situações com agências do Real/ABN e Santander na mesma rua, que por uma questão de racionalidade administrativa, não daria para ficar com quatro agências do mesmo banco na mesma cidade, como em Taubaté, por exemplo, onde poderia ocasionar um impacto social.
”Ocorreria então um quadro de demissões, com isso leva-se a família desses trabalhadores a uma condição de maior dificuldade e menor consumo, o que não é interessante para a prefeitura. Porque você tem menos recursos, menos desenvolvimento e muitas pessoas dependem dos empregos dos bancários - é o caso dos vigilantes, dos faxineiros, dos fornecedores, dos lojistas em volta das agências, dos restaurantes, em fim, você tem um impacto negativo na sociedade, gerando a quebra no nível de consumo,” afirma Gutemberg.
A Fetec/SP está realizando um processo de intervenção junto às câmaras municipais para que seja aprovada uma moção em defesa do emprego dos trabalhadores bancários do Real/ABN, isso já ocorreu na capital de SP, em Osasco e em breve deve ocorrer em Taubaté. “Estou vindo a Taubaté para visitar as agências e realizar reuniões com os bancários do Real/ABN, isso para cobrar dos bancários responsabilidade, participação e até mobilizações se preciso for,” conclui Gutemberg.
Gutemberg de Oliveira é membro da Comissão de Empregados do Real/ABN na Contraf e diretor jurídico da Fetec/SP.
Tel: (11)9183-1650 - Email: gutemberg@fetecsp.org.br
13 setembro 2007
TV AGITA BANCÁRIO 2ª EDIÇÃO - Sindicato protesta em frente ao Santander
No dia da quarta rodada de negociação com a Fenaban, os bancários realizaram mais um Dia Nacional de Luta em todo país.
Em Taubaté nosso Sindicato protestou em frente ao Banco Santander no centro da cidade, cobrando dos banqueiros uma negociação justa.
Veja a galeria de fotos do ato!
A diretoria do Sindicato aproveitou para alertar a população sobre o perigo que a venda do ABN Real pode representar para os trabalhadores.
Resultado da negociação
A negociação entre o Comando Nacional e os representantes dos bancos nesta quinta-feira (13) foi suspensa pelos representantes dos bancários porque a Fenaban não apresentou nenhuma proposta concreta para as reivindicações econômicas, cujas negociações vêm se prolongando desde a reunião da semana passada.
"Nossa expectativa era que o processo de negociação trouxesse algum avanço a cada bloco temático. Em relação às cláusulas econômicas era necessária, pelo menos, a definição de um modelo que garantisse aumento real e uma PLR melhor. Como os bancos não tinham resposta para nada, não havia o que continuar negociando", afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.
Os bancários estão na expectativa de que a Fenaban apresente algo concreto brevemente. "Mas para isso temos de investir na mobilização em todo o país para que os bancos passem a negociar com seriedade", conclui Vagner.
Comando Nacional - O Comando Nacional fará reunião nesta sexta-feira à tarde para definir calendário de mobilização e apontar os próximos passos da campanha nacional.