Fonte: Fetec/SP
16 abril 2008
Bancários exigem melhores condições de trabalho no Unibanco
15 abril 2008
Plenária da Nossa Caixa
Os principais assuntos discutidos foram as Condições de Trabalho, o ECONOMUS e as possíveis demissões que rondam o processo de privatização do banco. Esteve presente na Plenária o Representante da Comissão de Empresa da Nossa Caixa, Elias Maalouf da Fetec/SP.
Confira algumas fotos:
09 abril 2008
Caixa apresenta proposta de PCS, mas depende de aprovação do DEST
Ocorreu nesta terça-feira, 8, rodada de negociação da mesa permanente entre Contraf-CUT e Caixa Econômica Federal. O tema principal do encontro foi a apresentação da proposta do banco para a unificação de tabela do Plano de Cargos e Salários (PCS). A proposta será agora levada ao DEST (órgão do governo federal controlador das empresas estatais) para aprovação e depois será debatida pelos trabalhadores.O banco divulgou os parâmetros de sua proposta, a maioria deles em concordância com o acordado na Campanha Nacional dos Bancários de 2007. O piso proposto é de R$ 1.244, equivalente à referência 101 do PCS-98, enquanto o teto é de R$ 3.700 - contemplando o valor da Referência 95, as VPs Salário Padrão (que corresponde a 1/3 da tabela de 1989) e Tempo de Serviço (que corresponde a 1/12 sobre o valor da tabela), e o impacto percentual dos R$ 30 pagos na Campanha de 2004 aos empregados que ganhavam até R$ 1.500. Pela proposta, os empregados que, em 2004 recebiam mais de R$ 1.500, ao optarem pela nova tabela, receberão um valor linear de R$ 30 para ajustar o valor do salário.
O sistema de migração se daria por aproximação, também de acordo com o negociado na Campanha 2007. A proposta prevê uma tabela com 72 níveis salariais, o que resulta em um interstício linear de 1,55% (diferença entre uma referência e outra). A primeira referência seria a 201 e a última a 272, com uma amplitude (diferença entre piso e teto) de 197,4%. A proposta precisa agora ser aprovada pelo DEST, que tem poder para não aceitar as mudanças. O compromisso assumido pela Caixa na Campanha 2007 foi o de apresentar para os empregados uma proposta dentro dos parâmetros acordados e com aprovação do DEST até o final de abril. Depois disso, os trabalhadores deverão se mobilizar para modificar o que acharem negativo na proposta.
Teremos uma reunião do Comando Nacional dos Bancários no dia 15 e existe uma proposta para realizarmos, em meados de maio, uma plenária nacional para debater a proposta de PCS da Caixa. A mobilização será muito importante.
Avaliação
A CEE Caixa avaliou que proposta trazida pela Caixa apresenta alguns problemas. O banco insiste em vincular a adesão ao PCS à opção pelo saldamento do REG/Replan e adesão ao novo plano da Funcef, o que é repudiado pela representação dos trabalhadores, que consideram a imposição de regras ou condições para os empregados aderirem ou não à tabela do PCS ilegal e discriminatória.
Além disso, o número de referências da tabela proposta é grande, o que pode trazer problemas no futuro. A expectativa dos empregados era uma tabela nem tão curta como a do PCS 98, com apenas 15 referências, e nem tão longa como a de 89, que tinha 78 referências. Esperávamos algo intermediário, em torno de 40 níveis.
Ele explica que o problema de uma tabela longa é que ela coloca em risco o compromisso assumido pelo banco na Campanha 2007 de restabelecer o processo de promoção por merecimento, que hoje não existe para os empregados novos (PCS 98) e está congelado desde 1992 para os empregados antigos (PCS 89). No entanto, não há nenhuma garantia de que um novo congelamento não possa ocorrer no futuro. Nessa circunstância, uma tabela com tantos níveis, tira a perspectiva de progressão funcional dos empregados. Com uma tabela mais curta, mesmo com congelamento, a promoção por antiguidade a cada dois anos faz com que haja avanço, além de o interstício maior significar mais ganho a cada passo na tabela.
Ficou agendada para o dia 23 de abril uma nova reunião na qual serão negociados os critérios para avaliação de desempenho para progressão na carreira. A CEE Caixa defende, de acordo com o que tem sido discutido com a base, que esses critérios não podem ser exclusivamente subjetivos, ou seja, critérios objetivos como formação acadêmica, cursos e outros aprimoramentos têm que pesar no processo de avaliação. Além disso, a representação dos trabalhadores não aceitará que a avaliação seja vinculada a cumprimento de metas. Uma outra sugestão é a adoção da chamada avaliação cruzada, na qual o chefe avaliaria a equipe e seria avaliado também por eles. Da mesma forma, cada empregado também avaliaria seus colegas e faria ainda uma auto-avaliação. Por fim, a comissão executiva defende que alguns critérios sejam escolhidos pelos próprios empregados em cada unidade, num processo democrático em que todos possam opinar em igualdade de condições.
Pendências
Além do PCS, a CEE Caixa teve uma dura negociação com o banco sobre os temas que ficaram pendentes na reunião ocorrida no dia 29/2. A Contraf-CUT já havia enviado uma correspondência ao banco no dia 12/3 cobrando posicionamento, mas nenhuma resposta foi recebida do banco, demonstrando desrespeito com a mesa permanente de negociação.
Sobre o descomissionamento de pessoas com cargo de gestor em razão de ações trabalhistas, a Caixa afirmou que fez um levantamento de todos os casos apresentados e conclui que as demissões não se deram por conta das ações, mas por deficiência no desempenho. A comissão manifestou que não aceita essa justificativa, uma vez que vários empregados envolvidos no processo haviam recebido recentemente elogios pelo cumprimento de metas e outros critérios de desempenhos da própria gerência que os destituiu. Além disso, foi dito explicitamente em alguns casos que o motivo da destituição era a existência de ações na Justiça e que a Caixa não admite gestor com ação contra ela. Diante da intransigência da Caixa, a representação dos bancários afirmou que irá buscar outras formas de reverter a discriminação sofrida por essas pessoas.
Em relação à redação da CI Suape/Geret 010/08, que determinava o desconto da greve do dia 10 de outubro nas bases de Belo Horizonte, Bahia e Sergipe, a Caixa reconheceu que estava errada a informação divulgada de que o desconto teria sido negociado com as lideranças sindicais. O banco informou que o fato foi esclarecido por meio de comunicação eletrônica (CE SURSE/SUAPE 023/08). Contudo, quanto ao desconto do descanso remunerado relativo àquela falta, a Caixa manteve sua posição, defendendo o entendimento jurídico de que o desconto seria permitido pela lei.
Quanto à pratica generalizada de impedir a população de adentrar as agências, forçando a utilização do auto-atendimento e o encaminhamento para lotéricas e outros correspondentes bancários, a Caixa reafirmou que não se trata de política do banco. No entanto, reconheceu que a situação tem acontecido e afirmou que está orientando a correção desses casos e inclusive punindo os responsáveis em situações mais graves. Além disso, o banco informou que está em fase de aprovação pela direção um normativo que orienta os gestores sobre como proceder em relação à política de atendimento. A Caixa solicitou ainda que as entidades sindicais denunciem casos dessa prática, que serão averiguados.
Mais empregados para a Caixa
A representação dos trabalhadores mais uma vez cobrou da Caixa uma posição sobre o não cumprimento de compromisso negociado durante a última Campanha Salarial de contratação de 3 mil funcionários ainda em 2007. Os trabalhadores cobraram também maior celeridade nas contratações, o que não vem ocorrendo.
O banco informou que de setembro de 2007 até 31 de março deste ano, contratou 2.042 novos empregados. Porém, a CEE Caixa pondera que só no Plano Apoio à Aposentadoria (PAA) saíram 1.120 empregados, o que somado a demissões por justa causa e outras situações, chegam a 1.764 trabalhadores que deixaram o banco. Assim, a contratação liquida foi de 278 empregados, menos de 10% do compromisso assumido. Para piorar a situação, a Caixa vem aumentando o volume de tarefa das agências, por exemplo, com a política de captar folhas de pagamentos de prefeituras e outros órgãos oficias. Isso tem gerado um aumento de movimentação extraordinário em muitas agências, tornando a situação insustentável para os trabalhadores.
Para denunciar essa situação, a representante da Fetec SC entregou ao banco um documento redigido pelos empregados da agência Chapecó, que recentemente captou a conta da prefeitura do município, na qual eles expõem toda a dificuldade que estão atravessando. A Contraf orienta a intensificação da campanha desenvolvida em conjunto com a Fenae "Mais Empregados para a Caixa - Mais Caixa para o Brasil", com a coleta de assinaturas para abaixo-assinado. Além disso, serão estudadas outras medidas para obrigar a Caixa a cumprir o compromisso.
Outros temas
Também foi cobrado posicionamento quanto à política de Internet do banco, que continua trazendo descontentamento para o conjunto dos empregados. A comissão entregou na reunião ocorrida em 20 de dezembro de 2007 uma relação de propostas sobre o tema e o banco até então hoje não se manifestou. A Caixa comprometeu-se a dar um retorno na próxima negociação.
Outro item apresentado pela Contraf-CUT foi a revisão do RH022, que determina que os empregados afastados por auxílio-doença comum deixem de receber a complementação salarial relativa ao cargo comissionado e CTVA a partir de 180 dias de afastamento. Isso tem forçado os empregados a abreviarem seu afastamento, pedindo alta o INSS mesmo não tendo ainda condições de saúde adequadas. O tema ficou de ser pautado para uma próxima reunião.
Os representantes dos trabalhadores colocaram ainda na mesa de negociação a regularização do pagamento do vale-transporte de algumas localidades que tem apresentado atrasos. O problema é que alguns lugares, como a GIPES São Paulo, têm descumprido o manual normativo RH116, que determina o pagamento ate 5º dia útil.
Na reunião do dia 23 de abril, a Caixa também pretende apresentar uma proposta de PLR própria e outra para a instalação de uma Comissão de Conciliação Prévia (CCP), que serão debatidas com os empregados.
Fonte: Contraf-CUT
01 abril 2008
Negociação da Caixa é antecipada para dia 8
Em dezembro de 2007, um seminário sobre o PCS foi apresentado para bancários da Caixa em São Paulo com o objetivo de levar informações, esclarecer dúvidas e unificar os trabalhadores sobre o assunto diante das decisões do banco. O seminário foi realizado em Osasco no dia 16 de fevereiro e o mesmo está acontecendo em todo o país. Os empregados da Caixa Federal estão unidos e são contra a vinculação do PCS com a obrigatoriedade de adesão ao saldamento do Reg/Replan e ao Novo Plano da Funcef.
Plenária – Durante a plenária da Contraf-CUT realizada no dia 25 de março, ficou decidido que a confederação irá propor ao Comando Nacional a realização de uma plenária nacional de caráter organizativo dos empregados da Caixa Econômica Federal para discutir o PCS.
Fonte: http://www.spbancarios.com.br/bcaixa.asp
Serra não desiste e privatização da Nossa Caixa pode estar perto
O Governo Serra realizará avaliação econômico-financeira de 18 empresas estatais, com o objetivo de acelerar o processo de privatização. Entre as empresas estatais que serão objeto desta análise, está o Banco Nossa Caixa.
“A privatização da Nossa Caixa seria um grande golpe para o Estado de São Paulo, é preciso que cada trabalhador saiba da importância dessa luta para combatermos juntos mais esse abuso do Governo Tucano”, afirma Luizão, funcionário da Nossa Caixa e Vice-Presidente do Sindicato.
Ações: O Sindicato irá percorrer todas as Agências da Nossa Caixa para conscientizar os Bancários sobre os riscos da privatização. Vamos também solicitar moções de apoio
Sindicato realiza reuniões nas agências do Banco do Brasil
A Diretoria Executiva do Sindicato realizou reuniões em todas as agências da base com os funcionários do Banco do Brasil.Os encontros serviram para discutir as ações da “Campanha Nacional pela Valorização dos Bancários do BB” e a importância de se eleger a CHAPA 1 para eleições da CASSI. Outro ponto que foi discutido é a união na luta contra o Assédio Moral e a Violência Organizacional.
Para a Presidenta do Sindicato, Vera Saba, o sucesso desta Campanha está nas mãos de todos. “Neste primeiro momento, iniciamos um processo de conscientização e organização interna nas agências para que os trabalhadores reajam diante dos abusos do BB”, afirma Vera.
“Trabalho do Jovem Aprendiz” é tema de formação no Seeb de Taubaté e Região
A Diretoria Executiva do Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região recebeu no último dia 31 de março a Secretária de Políticas Sociais da Fetec/SP, Maria Izabel da Silva, para uma Formação sobre o Tema “Trabalho do Jovem Aprendiz”.

20 março 2008
Palestra sobre Mulher reúne dezenas de bancários em Taubaté
No último dia 18 de março, terça-feira, o Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região recebeu dezenas de bancários para uma importante palestra sobre “Os Desafios da Mulher Trabalhadora do Ramo Financeiro”. A Palestrante foi Maria Izabel da Silva, da Secretaria de Políticas Sociais da Fetec/SP.
15 março 2008
Remuneração é a prioridade do ano para os bancários do Unibanco
Os bancários do Unibanco reuniram-se nesta quinta e sexta-feira, dias 13 e 14, na sede da Contraf-CUT para organizar as demandas do ano e definir as prioridades a serem reivindicadas ao banco. Durante esses dois dias de planejamento, os integrantes da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Unibanco definiram que, entre os objetivos principais dos bancários, está a desvinculação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos programas próprios do Unibanco.A remuneração será o tema principal das negociações que ocorrerão com o Unibanco ao longo deste ano. A COE vai elaborar uma proposta para apresentar ao banco em que os programas próprios de remuneração estarão completamente desvinculados da PLR. No último dia 29, por exemplo, os bancários receberam um valor referente à distribuição nos lucros, mas ninguém soube dizer se os valores se referiam à PLR, à Remuneração por Resultados (RR) ou ao Programa de Remuneração do Unibanco (PRU).
Outro tema que norteou a reunião da COE é o auxílio-educação. Este ano, o Unibanco distribuiu 2 mil bolsas de estudo para seus empregados, mas havia mais de 6 mil inscrições. Queremos mudar os critérios do banco, pois muitos se inscreveram e não receberam o benefício. Não queremos limite para o número de bolsas, queremos que todos os candidatos sejam atendidos. O Unibanco tem todas as condições para isso.
Outro problema com o auxílio-educação é que os candidatos que queriam estudar em faculdades cujos cursos têm dois anos de duração também não foram atendidos. Muita gente se inscreveu neste tipo de curso, mas o banco não reconhece como nível superior. Também vamos reivindicar que as bolsas sejam distribuídas para todos, até para os afastados e para a pós-graduação.
Saúde e condições de trabalho
Os bancários também vão reivindicar a isonomia de direitos entre os afastados e quem está na ativa. A proposta da Contraf-CUT é criar com o Unibanco uma comissão de negociação específica sobre saúde e condições de trabalho para que todas essas questões sejam debatidas separadamente.
Fonte: Contraf-CUT
14 março 2008
CUT comemora reconhecimento e pede fim do imposto
“De maneira muito positiva, o projeto aprovado estabelece critérios objetivos de representatividade para que as entidades sejam reconhecidas. É um passo importante para mudanças na estrutura sindical brasileira. O reconhecimento das centrais fortalece a democracia e abre caminho para outras conquistas que queremos, como a organização nos locais de trabalho e o pleno direito a informação e negociação para o setor público e privado”, diz o presidente da CUT, Artur Henrique da Silva, em nota divulgada na quarta, dia 12, um dia após o reconhecimento.
“Agora, o desafio mais urgente é o fim do imposto sindical. Desde o início de nossa história de 25 anos, sempre defendemos este princípio, sendo que importantes sindicatos de nossa base conquistaram tal avanço a despeito da legislação”, acrescenta.
Negocial – O imposto sindical foi mantido no texto da lei que regulariza as centrais por conta de um acordo com as demais entidades. Importante destacar que faz parte também deste acordo um compromisso para acabar com o imposto no menor prazo possível e substituí-lo pela contribuição negocial que, de acordo com Artur é uma forma de financiamento que só será cobrada depois de aprovação soberana por assembléias de trabalhadores. “Para pleitear essa contribuição, as entidades deverão realizar ação sindical constante, pois do contrário a aprovação em assembléia dificilmente acontecerá”, completa o dirigente.
Já está em processo de finalização projeto realizado por um grupo de trabalho, formado por representantes do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) e das centrais, para a concepção da contribuição negocial. O projeto deve enterrar o imposto sindical, contribuição criada em 1943 e prevista nos Arts. 578 a 610 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ela é descontada todo mês de março e equivale a um dia de trabalho (3,33% do salário).
Bancários – Por ser contrário à cobrança compulsória, o Sindicato ficou sem recolher o Imposto Sindical por dez anos e só voltou a fazê-lo a partir de 2006, por determinação da Justiça. Atualmente, mantendo sua posição, a entidade devolve aos sindicalizados a parte que lhe cabe: 60% do valor descontado. O restante do valor é dividido entre a federação e a confederação da categoria e o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Isso demonstra que é possível sobreviver sem a cobrança compulsória. Os sindicatos têm de aumentar o número de sindicalizados e fortalecer a relação com os seus sócios.
Fonte: Seeb SP
12 março 2008
Carlinhos Casé é o novo vereador de Pindamonhangaba
Veja a Galeria de fotos da Posse!O Petista e Diretor do Sindicato Carlinhos Ribeiro, o Casé, assumiu o cargo de vereador na cidade de Pinda, no último dia 13, seguindo decisão judiciária.
Casé foi impedido de tomar posse no última segunda, dia 10, depois que Jânio Ardito Lerário (PSDB) suspendeu a sessão por quarenta e oito horas, adiando assim a posse para o dia 13.
Histórico do caso: em 2007, o Diretório Municipal do PT de Pindamonhangaba entrou com uma ação exigindo que o vereador Felipe César, eleito pelo PT e que abandonou o partido um mês depois de assumir, devolvesse o cargo à legenda.
A justiça garante que Carlinhos Ribeiro ocupe o cargo de vereador por ser o suplente imediato filiado ao PT. Segundo Carlinhos, a decisão da justiça resgata a representação que o PT conquistou nas urnas em 2004, quando a população escolheu os candidatos do partido. "Esta decisão é um passo importante dentro da democracia que vivemos, pois a política em sua essência tem que ser vista pela representatividade partidária, inserida dentro de um projeto de construção da cidadania", afirma Carlinhos.
"Assumindo o cargo de vereador, estarei retomando o projeto do Partido dos Trabalhadores em defesa da população de Pindamonhangaba, como sempre fiz por meio do trabalho junto à sociedade, com participação no Sindicato, Conselhos municipais, entre outros", conclui Carlinhos.
Casé recebeu apoio oficial de diversas lideranças políticas como a do Deputado Federal Ricardo Berzoini, do Deputado Estadual Cido Sério, além do apoio de entidades como a Fetec/SP, Contraf, e dezenas de sindicatos filiados à CUT.
08 março 2008
Prioridades dos bancários são levadas à direção do Itaú
Como resultado do planejamento estratégico para este ano, além do seminário que reuniu na semana passada bancários do Itaú de todo o país, os representantes da Contraf-CUT e dos Sindicatos reuniram-se nesta quinta-feira com a direção do banco para apresentar as prioridades a ser discutidas em negociações específicas. A partir deste primeiro encontro será estabelecido calendário de negociações para cada um dos pontos.
Entre estes está a criação de um plano de previdência complementar de qualidade para todos os funcionários, que siga as melhores práticas existentes no país. Empresa com o tamanho e o nível de lucro do Itaú deve ter um plano de previdência complementar decente, que, além de proporcionar segurança para seus funcionários na aposentadoria, sirva como mecanismo de financiamento e desenvolvimento ao país.
Remuneração
Toda a remuneração do funcionário, também, deve ser contratada com os sindicatos e a Contraf e ter reflexo em sua vida futura, sem os artifícios que são usados hoje para que parte não seja considerada, por exemplo, para o cálculo do FGTS, das férias, da aposentadoria.
Saúde e condições de trabalho
Faz parte, ainda, das reivindicações, o fim da metas abusivas e a melhora das condições de trabalho. E provas do que vem acontecendo não faltam, como a elevação do risco dos bancos feita pelo Ministério da Previdência. Trabalhar, na maioria dessas empresas, passou de risco leve para grave. A gestão de pessoal da forma que é feita hoje leva ao adoecimento físico e mental, como o próprio INSS confirma. Temos de acabar com essa situação que se repete cada vez mais, de trabalhadores batendo à porta dos sindicatos porque não agüentam mais tanta pressão, o que gera até extremos como o suicídio.
Ramo Financeiro
O quarto tema apresentado para as negociações foi a necessidade de o Itaú contratar de maneira correta todos os funcionários para que acabe com distorções como as terceirizações irregulares ou os funcionários da Taií, que trabalham com concessão de crédito, atividade-fim da financeira, mas são contratados, em sua maior parte, como comerciários. Esse é um tema estratégico para a Contraf-CUT, porque é necessário garantir os direitos de todos os trabalhadores do sistema financeiro nacional, como bancários, financiários, securitários, entre outros. Para acabar com as irregularidades que existem hoje, em que os bancos atuam de maneira até ilegal para diminuir direitos de seus funcionários. É necessário o engajamento de todos os sindicatos e de todos os trabalhadores nessas discussões.
Fonte: Contraf-CUT
06 março 2008
Sindicatos realizam grande ato em homenagem ao Dia Internacional da Mulher
O Sindicatos dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região, juntamente com diversas entidades sindicais de Taubaté ligadas à CUT, realizaram, nesta sexta-feira, dia 7, um grande ato na Praça Dom Epaminondas em comemoração ao dia 8 de Março, "Dia Internacional da Mulher". O tema do evento este ano foi "Mulher Trabalhadora: uma História de Luta pela Igualdade".
O ato teve a participação de profissionais como Advogadas, Nutricionistas, Médicas, Psicólogas, entre outras, além, é claro de muita conscientização sobre esta data tão importante.
Confira a galeria de fotos do evento:
http://picasaweb.google.com.br/sindbancariostaubate/2008DiaInternacionalDaMulher
Organização:
Sub-Sede da CUT - contato Carlinhos: 3633-6667
Sindicatos dos Bancários e Financiários - contato Vera Saba: 9102-8724
Representante dos Trabalhadores da Saúde – contato Eunice: 3632-7544
Sindicatos dos Metalúrgicos - contato Cinthia Ortiz: 9167-7830
Sindicato das Refeições Coletivas - contato Dona Irene: 3635-5338
Sinergia (Sindicato dos Energéticos) - contato Márcia: 3622-4245
Apeoesp - contato Moreno: 9104-3675
05 março 2008
Justiça de Pinda garante que Bancário assuma vaga de vereador
O diretor do Sindicato dos Bancários Carlinhos Ribeiro (Casé) assumirá a vereança do município de Pindamonhangaba seguindo decisão da justiça da cidade, que determinou que o vereador Felipe César seja afastado do cargo por infidelidade partidária.
A justiça garante que Carlinhos Ribeiro ocupe o cargo de vereador por ser o primeiro suplente filiado ao PT. Segundo Carlinhos, a decisão da justiça resgata a representação que o PT conquistou nas urnas em 2004, quando a população escolheu os candidatos do partido. “Esta decisão é um passo importante dentro da democracia que vivemos, pois a política em sua essência tem que ser vista pela representatividade partidária, inserida dentro de um projeto de construção da cidadania”, afirma Carlinhos.
03 março 2008
PLR: Caixa deverá pagar segunda parcela esta semana
Ocorreu nesta sexta, dia 29, rodada de negociação entra a Contraf-CUT e a Caixa. A principal novidade para os bancários é o anúncio do pagamento da segunda parcela da PLR, que ocorrerá possivelmente na próxima semana.Os negociadores da Caixa disseram que a empresa recebeu a correspondência enviada pela Contraf-CUT pedindo o pagamento e acatou a reivindicação dos representantes dos trabalhadores. Os trabalhadores não comissionados receberão R$ 1.640,00, enquanto os que ocupam cargo de comissão receberão R$ 1.745,14.
Outro ponto importante discutido na reunião foi a entrada na Funcef dos antigos funcionários que possuem complementação de aposentadoria ainda pelo PMPP (Plano de Melhoria de Pensões e Proventos). Depois de muita luta, o Ministério da Fazenda autorizou a mudança. O acordo entre a Funcef e a Caixa deverá ser assinado entre os dias 4 e 6 de março.
O processo do PMPP cuja assinatura do contrato Caixa /Funcef ora autorizada pelo Ministério da Fazenda, teve o apoio incondicional de toda a categoria (ativos e aposentados), bem como o apoio da presidenta da Caixa, do presidente da Funcef eo valioso apoio do presidente Lula.
25 fevereiro 2008
COE Itaú define principais eixos para 2008 em seminário
Previdência, Ramo, Remuneração e Saúde/Condições de Trabalho serão os principais eixos de debate entre trabalhadores e o banco Itaú em
De acordo com o diretor de Bancos Privados da FETEC SP, Valdir Machado, que também é diretor dos Bancários de Taubaté e Região, além dos quatro eixos principais, que conduzirão futuras negociações, também será abordado outros pontos pertinentes à categoria, como demandas referentes ao Programa AGIR e pautas pendentes de 2007.
O Seminário de Planejamento da COE/Itaú foi considerado pelos dirigentes sindicais como um dos melhores dos últimos anos. "O debate de alto nível, com participação de todas as Federações, representando os anseios dos trabalhadores do Itaú em todo o país, resultou num dos melhores encontros. Esperamos que esse entrosamento se reflita positivamente nas negociações deste ano", comenta Machado.
O dirigente da FETEC SP ressalta ainda que a reunião do Coletivo Estadual do Itaú está confirmada para o dia 12 de março, às 10h, na sede da FETEC SP.
Fonte: Michele Amorim – Fetec/SP
18 fevereiro 2008
PLR é conquista dos bancários
Com a publicação dos balanços de 2007, os bancos já começam a pagar a segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados. Os primeiros a receberem foram os 65 mil bancários do Bradesco. No dia 01 de fevereiro, eles receberam dois salários a título de PLR mais o valor adicional de R$ 1.800, descontada a primeira parcela paga em novembro último.
No próximo dia 22/02, será a vez de os bancários do Itaú receberem o seu quinhão. Após negociações, a direção do Itaú aceitou pagar dois salários de PLR, mais R$ 1.800 de valor adicional e PCR (Programa Complementar de Remuneração) de R$ 1.500, descontando-se os valores creditados em 2007.
No Unibanco, o pagamento será no próximo dia 29/02. Os sindicatos cobram dois salários de PLR e o pagamento integral do valor adicional de R$ 1.800.
Conforme estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o pagamento da PLR aos bancários, assim que concluído pelo conjunto dos bancos, injetará na economia brasileira cerca de R$ 2,140 bilhões.
“O crédito vem em boa hora, pois alivia o orçamento doméstico, normalmente mais apertado em todo início de ano”, afirma Pedro Sardi, secretário geral da FETEC/CUT-SP, ao classificar a PLR, como uma importante conquista da categoria.
“Como a segunda parcela da PLR vem meses depois da assinatura da Convenção Coletiva, os bancários costumam desvinculá-la das conquistas da campanha salarial e achar que se trata de uma benesse dos bancos. Mas não é isso. A PLR vem ano-a-ano sendo aperfeiçoada por força da mobilização da categoria”, destaca Sardi.
Para se ter idéia, os bancários foram a primeira categoria a garantir, em 1995, cláusula em Convenção Coletiva Nacional, após a PLR ter sido estabelecida na Constituição Federal de 1988. No início, os bancos privados pagavam aos seus funcionários 72% do salário mais o valor fixo de R$ 200. Já nos bancos públicos, como BB e Caixa, a PLR passou a ser paga de forma linear a partir da campanha de 2003.
De lá para cá, o pagamento vêm sendo aperfeiçoado até que, na última campanha, a categoria conquistou novo avanço, com melhorias na parcela adicional. O valor foi elevado em 20%, percentual correspondente ao crescimento do lucro dos bancos no 1º semestre de 2007.
Fonte:Lucimar Cruz Beraldo - Fetec/SP
11 fevereiro 2008
Bancários na luta pela redução da jornada de trabalho
Aderindo à Campanha Unificada pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário, promovida pela CUT, o Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região foi na manhã desta segunda-feira, dia 11, para a Praça Dom Epaminondas em Taubaté coletar assinaturas e mobilizar as pessoas que passam pelo local com informações sobre a campanha.
Artur destaca que os sindicatos cutistas devem divulgar a campanha e conquistar apoio em suas bases, na vizinhança, nas cidades e regiões. "A capacidade de mobilização da CUT é muito grande, é um diferencial. Vamos encarar essa campanha como uma oportunidade de resgatar aquele trabalho militante que tanto conhecemos", convoca.
A prioridade das centrais neste início de campanha é a coleta de assinaturas para o abaixo-assinado de apoio à emenda constitucional 393/01. O objetivo da CUT é coletar pelo menos 1 milhão de assinaturas.
Clique aqui para baixar os formulários do abaixo-assinado.
A partir do ato inicial desta segunda-feira, o desafio da CUT será organizar mais e mais atos em diversas regiões. No dia
Mais empregos
A redução da jornada, além de melhorar a saúde e a qualidade de vida do trabalhador, vai possibilitar a abertura de novas vagas, principalmente se houver uma limitação ao abuso de horas extras. Pelos cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos), "a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais teria o impacto potencial de gerar em torno de 2.252.600 novos postos de trabalho no país".
O cálculo considera que: O Brasil tinha 22.526.000 pessoas com contrato de 44 horas de trabalho, em 2005, segundo dados da Relação Anual das Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego; Diminuindo quatro horas de trabalho semanais de cada uma delas, cria-se a possibilidade de gerar 2.252.600 novos postos de trabalho; A conta a ser realizada é ¨ (22.526.000 x 4) : 40 = 2.252.600".
"É claro que para potencializar a geração de novos postos de trabalho, a redução da Jornada de Trabalho deve vir acompanhada de medidas como o fim das horas extras e uma nova regulamentação do banco de horas", esclarece o Dieese. Desta forma, "se impediria as empresas de compensar os efeitos de uma jornada menor de outra forma que não com a contratação de novos trabalhadores. Esse conjunto de medidas é necessário porque a contratação de novos trabalhadores tem sido, em geral, a última alternativa utilizada pelos empresários, com a adoção de outros métodos que acabam por impedir a geração de empregos".
Conforme o Dieese, o que existe hoje é uma realidade de extremos: "De um lado, muitos estão desempregados e, de outro, grande número de pessoas trabalha cada vez mais, realizando horas extras e de forma muito mais intensa devido às inovações tecnológicas e organizacionais e à flexibilização do tempo de trabalho". Desta forma, "o desemprego de muitos e as longas e intensas jornadas de trabalho de outros têm como conseqüência diversos problemas relacionados à saúde como, por exemplo, estresse, depressão, lesões por esforço repetitivo (LER). Aumentam também as dificuldades para o convívio familiar, que tanto podem ter como causa a falta de tempo para a família, como sua desestruturação em virtude do desemprego de seus membros".
Assim, "se, do ponto de vista social, fica evidente a necessidade da Redução da Jornada de Trabalho, também é sabido que a economia brasileira hoje apresenta condições favoráveis para essa redução uma vez que: a produtividade do trabalho mais que dobrou nos anos 90; o custo com salários é um dos mais baixos no mundo; o peso dos salários no custo total de produção é baixo; o processo de flexibilização da legislação trabalhista, ocorrido ao longo da década de 90, intensificou, significativamente, o ritmo do trabalho".
Ao longo da história, esclarece o Dieese, a luta pela redução do tempo dedicado ao trabalho teve diversos focos. "Num primeiro momento foi uma luta pela sobrevivência. Depois, durante um longo período, o objetivo era mais tempo livre, ou seja, a conquista de uma vida melhor. Hoje a redução da jornada de trabalho tem como objetivo a luta contra o desemprego, o que significa um retrocesso em termos históricos, porque se volta à luta pela sobrevivência. Na década de 90 do século XX, no Brasil, e em quase todo o mundo, a flexibilização e desregulamentação dos direitos dos trabalhadores levaram à deterioração crescente e contínua do mercado e das condições de trabalho".
Os sinais mais evidentes deste processo foram: "o aumento do desemprego e da informalidade; a queda da remuneração; o aumento do número de estágios; a crescente terceirização, entre vários outros. Estes fatos trazem a necessidade de um esforço em direção à mudança".
"No Brasil, a taxa de desemprego - ainda que atualmente esteja em queda - tem níveis elevados desde a década passada. Quanto aos salários, a situação não é muito melhor", demonstram os estudos do Dieese, lembrando que "os rendimentos, que sofreram forte redução na década de 90, apresentam apenas uma recuperação tímida nos últimos anos. No caso das mulheres e dos jovens, a situação é mais grave ainda, pois as taxas de desemprego para estes grupos são bem superiores à média em todas as regiões pesquisadas".
Mais informações sobre a campanha:
Auxílio-educação: Bancários definem estratégias para pressionar o Bradesco
Na última rodada de negociações, realizada no dia 28 passado, o Bradesco mais uma vez frustrou seus empregados e se negou a pagar o auxílio-educação. "No mesmo dia em que o banco mais uma vez negou nossa reivindicação, o Bradesco divulgou seu balanço de 2007 com um lucro recorde de R$ 8 bilhões, 58,8% a mais que em 2006. Como uma empresa que lucra R$ 8 bi se nega a pagar uma ajuda de custo para seus funcionários estudarem? Investir no trabalhador é investir na própria empresa, mas ao negar isso, o Bradesco mostra que seu único interesse é ganhar dinheiro sacrificando seus empregados", destaca Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT e funcionário do banco.
Vagner afirma que a Contraf-CUT vai investir pesado na mobilização dos bancários neste primeiro semestre para arrancar o auxílio-educação no Bradesco. "Não podemos aceitar que o maior banco privado do país seja o único que a não oferecer bolsas de estudo aos seus empregados. Na próxima semana, a COE vai definir os primeiros passos para intensificarmos a Campanha pela Valorização dos Funcionários do Bradesco. Todos os sindicatos da Contraf-CUT devem esquentar a mobilização, com visitas constantes às agências para discutir a situação com os bancários", ressalta Vagner.
Clique aqui para baixar o boletim da Campanha, em formato PDF .
"O auxílio-educação é uma antiga reivindicação dos bancários e nos últimos anos intensificamos a campanha pelo benefício, o que nos levou à vitória em praticamente todos os bancos. Só no ano passado, conquistamos as bolsas de estudo no Itaú, Santander e no Unibanco. ABN, HSBC, Safra, Banco do Brasil e Caixa Federal já pagavam o benefício. Agora só falta o Bradesco e vamos concentrar nossas forças neste primeiro semestre para arrancarmos mais esta conquista", comenta Carlindo Dias, o Abelha, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
07 fevereiro 2008
Auxílio-educação: confira aqui prazos e valores das bolsas
Confira abaixo os bancos em que as inscrições para o auxílio-educação encontram-se abertas:
Caixa Econômica Federal
Prazo de inscrição: até 8 fevereiro
Valor: até R$ 350 para graduação, pós-graduação e cursos de idiomas.
Mais informações aqui .
ABN/Real
Prazo de inscrição: até 29 de fevereiro para os bancários que já possuem bolsa e de 3 a 14 de março para quem entrar com o pedido pela primeira vez.
Valor: 50% do valor da mensalidade para graduação e pós, sem teto, mas os cursos têm que estar relacionados à área de negócios da organização e também à função do bancário.
Mais informações aqui .
Itaú
Prazo de inscrição: até 29 de fevereiro.
Valor: 50% da mensalidade limitado ao máximo de R$ 320, só para a primeira graduação.
Mais informações aqui .
Safra
Prazo de inscrição: até o dia 29 de fevereiro.
Valor: são 275 bolsas de até 50% para cursos de graduação que tenham relação com as atividades do bancário, sem teto. O bancário precisa ter no mínimo um ano de banco.
Mais informações aqui .
HSBC
Prazos de inscrição: os bancários que precisam renovar sua bolsa têm até o dia 5 de março. Para inscrições de novas bolsas o prazo é de 10 de março a 4 de abril.
Valor: A ajuda é de 50% do valor da mensalidade limitado a R$ 292,50. O auxílio é válido para trabalhadores com pelo menos um ano de casa e os cursos devem ter relação com as atividades do mercado financeiro.
Mais informações aqui.
Fonte: Contraf-CUT
31 janeiro 2008
Itaú paga a PLR no dia 22 de fevereiro
"O Itaú frustrou as expectativas dos bancários, que esperavam receber a PLR e a PCR bem antes. Outros bancos já estão pagando os benefícios e o próprio Itaú anunciou que vai divulgar o balanço no dia 12 de fevereiro. Então por que não pagar em seguida?" questiona Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do banco.
Segundo o dirigente, a expectativa agora é que o Itaú pague a PLR e a PCR em seu teto máximo, já que mais uma vez o banco deve bater recorde de lucratividade.
"Esperamos receber dois salários de PLR, mais os R$ 1.800 do adicional e os R$ 1500 da PCR, claro que com os descontos dos valores adiantados no ano passado. O Itaú tem todas as condições de pagar o teto e vamos exigir isso do banco", afirma Cordeiro.
A PLR deste ano é de 80% do salário, mais valor fixo de R$ 878 na regra básica (teto de R$ 5.826). Os bancos que ao calcularem a distribuição da PLR não atingirem 5% do lucro líquido devem aumentar esse valor até chegar a dois salários, com teto de R$ 11.652. A este montante será acrescido adicional à PLR de até R$ 1.800, dependendo do crescimento do lucro de cada banco. Sobre essa parcela adicional não haverá desconto de programas próprios de remuneração.
Já a PCR do banco Itaú, negociado em mesa específica, pode atingir até R$ 1.500. O banco já antecipou uma parcela de R$ 500 no ano passado, assim como a PLR já teve uma parte paga em 2007.
Fonte: Contraf-CUT
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30 janeiro 2008
Grande festa celebra posse da nova diretoria dos Bancários
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23 janeiro 2008
Inscrição no auxílio-educação termina em fevereiro
O período das inscrições para o recebimento do auxílio-educação no Itaú começou dia 14 de janeiro e termina em 29 de fevereiro. Vale lembrar que quem usufruiu da conquista no segundo semestre do ano passado deve refazer a solicitação.
O valor da conquista é de 50% da mensalidade limitados ao máximo por R$ 320, sempre para a primeira graduação.
O auxílio-educação foi conquistado no segundo semestre do ano passado e foi usufruído por mais de 700 trabalhadores.
Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região
Sindicato firma convênio com a Unitau
O Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região comunica a todos os bancários sindicalizados de nossa base territorial e seus dependentes, que foi firmado convênio com a UNITAU. Através deste convênio foi disponibilizado o total de 150 bolsas com direito ao desconto de 20% na mensalidade nos cursos de graduação.
Nome completo/Curso/Ano e RA
09 janeiro 2008
Banco Central vai apertar a regulação dos bancos
O Banco Central (BC) está preparando um conjunto de medidas para apertar o controle e a regulação do sistema bancário brasileiro e, assim, evitar possíveis crises no futuro. O objetivo dessas ações é impedir que os bancos nacionais acabem nas armadilhas que vêm causando prejuízos desde agosto a grandes bancos e, principalmente, às economias americanas e européias na esteira da crise das hipotecas de alto risco (subprime). Segundo reportagem publicada nesta terça-feira, dia 8, pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Direção de Fiscalização do Banco Central vai revisar os riscos potenciais dos bancos. Em entrevista ao diário, o presidente do BC, Henrique Meirelles, não quis citar nenhuma das medidas por ainda estarem em fase de elaboração.
Meirelles antecipou apenas que elas "não necessariamente" vão aumentar a regulação ou o controle do BC sobre o sistema bancário. Sobre os problemas enfrentados pelos bancos nos Estados Unidos e na Europa, Meirelles disse que no Brasil não houve crise. "Mas vamos aproveitar a lição para reduzir riscos potenciais", destacou.
Para Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT, os bancos precisam de uma regulamentação muito mais forte que a tímida encontrada hoje. "O governo Lula precisa de uma atuação mais decidida. Tanto com maior fiscalização do Banco Central sobre práticas irregulares, como a cobrança excessiva de tarifas, quanto sobre gestões temerárias", afirmou.
Vagner citou o caso do Banco Santos e questionou: "Como uma empresa termina o dia saudável e no outro amanhece sem liquidez? E todas essas irregularidades encontradas, o BC não havia percebido antes? E como vamos discutir, por exemplo, a PLR, se os balanços publicados não são confiáveis?", comentou.
O presidente da Contraf-CUT também lembrou dos episódios em que o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ofereceu um socorro camarada à Salvatore Cacciola, dono do banco Marka, quebrado depois da desvalorização do real. A empresa do italiano e o banco FonteCindam puderam comprar dólares a preços abaixo da cotação do dia. Uma CPI aberta no Senado e a Polícia Federal encontraram documentos sobre um depósito de US$ 1,6 milhão numa conta no Exterior em nome do ex-presidente do BC, Chico Lopes, que sob a batuta de FHC concedeu R$ 37,7 milhões para socorrer os bancos.
Artigo 192 da Constituição
A concentração bancária, que acaba com concorrência e prejudica os clientes, está no cerne da maioria das distorções que ocorrem no sistema financeiro nacional, e que produzem um lucro fabuloso para os banqueiros às custas da sociedade. Boa parte desses problemas poderia ser resolvida se o Brasil regulasse melhor a atuação dos bancos.
O artigo 192 da Constituição Federal, que trata do assunto, até agora não foi regulamentado. "Os bancos exploram a sociedade de todas as formas. Nosso empenho deve continuar no sentido de ampliar o debate da necessidade de regulamentação do sistema financeiro nacional. Precisamos retomar o debate sobre a ampliação do Conselho Monetário Nacional, atualmente composto por três pessoas. Precisamos lutar para que os bancos, públicos e privados, estejam em consonância com os interesses da sociedade brasileira, ou seja, ofertar crédito, farto e barato, estando assim a serviço do desenvolvimento nacional. Com relação às tarifas bancárias é preciso colocar-se limites", finaliza Vagner Freitas.
Fonte: Contraf-CUT, com informações do Estadão
20 dezembro 2007
Bancários conquistam Auxílio-educação no Unibanco
De acordo com Jair Alves dos Santos, diretor da FETEC/CUT-SP e coordenador da Comissão de organização dos Empregados do Unibanco (COE), o auxílio-educação conquistado pelos bancários prevê a concessão de mil bolsas de estudo para todo o país. O custeio das bolsas será no valor de 70% das mensalidades, até o limite de R$ 320. O auxílio vale também para a matrícula. O benefício vale para a primeira graduação nas áreas afins como Economia, Administração, Comércio Exterior, entre outras.
Os critérios para seleção são, pela ordem: menor renda, maior número de dependentes e maior tempo de banco. Podem concorrer às bolsas todos os funcionários do Unibanco desde que tenham, no mínimo, seis meses de empresa. O banco se compromete a financiar apenas os cursos das faculdades que tenham alcançado pelo menos o Nível 3 no Enade.
Os bancários interessados devem fazer a inscrição entre os dias 02 e 20 de janeiro. A pedido dos dirigentes sindicais, o Unibanco se comprometeu a, posteriormente, estender a bolsa de estudos a toda a holding.
"É uma conquista muito importante. O banco já exige curso superior de seus trabalhadores, mas muitos não têm condições para pagar uma faculdade", comenta Jair Alves, coordenador da COE do Unibanco.
Michele Amorim
Fonte: Michele Amorim - Fetec/SP
19 dezembro 2007
Paralisação no BB de Taubaté contra desrespeito aos vigilantes
A agência Centro do Banco do Brasil de Taubaté está paralisada, nesta terça-feira, em protesto contra atraso no pagamento de benefícios dos vigilantes contratados pela Concreta, empresa de segurança e vigilância.
O protesto, organizado pelo Sindicato dos Vigilantes de Taubaté, São José dos Campos e Região, conta com apoio do Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região e a tendência é estender-se para outras cidades, a exemplo de São José dos Campos, cuja adesão está prevista para esta quarta-feira.
Há cinco meses, a Concreta, prestadora de serviços contratada pelo BB, não paga a cesta básica a seus empregados. Também há denúncias de que a empresa não estaria recolhendo FGTS e INSS. Além disso, há risco de não creditar o 13º dos funcionários, em flagrante desrespeito a acordo negociado em mesa de conciliação, no último mês de novembro, na DRT de São José dos Campos, com participação de representante do BB.
“Na oportunidade, as partes buscaram uma solução para os atrasos que já se prolongavam desde meados de agosto. A empresa se comprometeu em fazer o acerto, mas até agora não o fez. Por isso, a paralisação que conta com apoio dos bancários”, explica o presidente do Seeb/Taubaté, Luis Antonio da Silva.
Conforme o dirigente, o Seeb questionou a gerência da agência paralisada sobre o porquê de o BB manter contrato com uma empresa que desrespeita os direitos trabalhistas. “Diante do questionamento, fomos informados de que o banco estatal estaria providenciando contrato com outra prestadora de serviços de vigilância”.
Em tempo - Durante o fechamento desta edição, a agência central do BB de Taubaté foi reaberta para atendimento ao público sob a determinação da gerência regional do Vale do Paraíba e sem o número mínimo de vigilantes. "A abertura se deu em flagrante desrespeito à lei federal sobre segurança bancária. Por isso, estamos encaminhando denúncia à Polícia Federal, na expectativa de vermos cumprida as legislações pertinentes", salienta Luizão.
10 dezembro 2007
Após pressão dos bancários, Santander melhora auxílio-educação
A pressão da Comissão de Organização dos Empregados (COE), da Contraf-CUT, na mesa de negociações com o Santander, buscando avanços na proposta de aditivo à convenção coletiva, deu resultados. Em nova rodada realizada nesta sexta-feira, dia 7, em São Paulo, o banco aceitou a melhoria no auxílio-educação, importante conquista obtida na reunião anterior. A empresa aumentou o total de bolsas de 700 para 1.000, garantindo até 50% de 12 mensalidades, elevando o teto de R$ 250 para R$ 300. O Santander também assegurou o pagamento de renda variável mínima ou Programa de Participação nos Resultados (PPR) de R$ 600 para todos os funcionários até 3 de março de 2008, sem descontar na segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). As entidades irão reivindicar antecipação do pagamento."Garantimos grandes avanços nas negociações, além de mantermos o acordo aditivo. Agora os bancários vão avaliar se aceitam ou não o acordo em assembléias que serão realizadas pelos sindicatos em todo o país na semana que vem", diz Paulo Stekel, diretor da Contraf-CUT e funcionário do Santander.
O banco ainda assegurou a renovação dos termos aditivos da Cabesp e do Banesprev, que estabelecem grupos de trabalho para analisar a situação das entidades de saúde e previdência complementar dos antigos banespianos e a inclusão dos demais empregados do banco.
Durante a negociação, o presidente da Afubesp, Paulo Salvador, entregou um documento assinado pelos dirigentes sindicais, solicitando a instalação de uma mesa específica de negociação sobre a Cabesp, com o objetivo de discutir temas como reforma estatutária, co-participação e melhoria dos benefícios.
Com essas propostas, o Santander afirmou que o processo negocial para firmar um novo aditivo está concluído. Na próxima semana, os sindicatos realizarão assembléias dos funcionários do Santander em todo o país, a fim de decidir sobre a aceitação ou não da oferta do banco, para fins de assinatura do instrumento.
"O balanço das negociações é positivo, pois garantimos a renovação do aditivo, obtido no ano passado, com a manutenção das cláusulas e a inclusão de novas conquistas, como o auxílio-educação, e várias melhorias, como a elevação da renda variável mínima ou PPR para R$ 600 por funcionário, a ampliação do horário de amamentação, a estabilidade provisória de 120 dias em caso de adoção de crianças até 12 anos e a garantia de negociação permanente, através do Comitê de Relações Trabalhistas, a cada dois meses", avalia o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e da Afubesp, Ademir Wiederkehr, que participou de todas as rodadas.
Auxílio-educação
As bolsas serão concedidas anualmente, através de processo seletivo, para cursos de primeira graduação afins: Matemática, Economia, Ciências Contábeis, Administração de Empresas, Direito, Comércio Exterior, Marketing e Tecnologia da Informação, todos reconhecidos pelo MEC.
Os contemplados deverão ser aprovados nas disciplinas cursadas, a fim de possam disputar nova bolsa no ano seguinte. Ninguém será dono de bolsa.
Todos os funcionários com mais de um ano de banco serão considerados elegíveis para a concessão das bolsas. Os critérios de desempate são os seguintes, nesta ordem: menores salários; maior tempo de banco (antigüidade); maior número de filhos.
Após assinatura do aditivo, o banco abrirá prazo de inscrições, que será amplamente divulgado, por meio do Portal do RH. A cada semestre, o banco realizará uma reunião com os dirigentes sindicais para acompanhamento.
Renda Variável e PPR
O Santander assegurou que não haverá desconto dos programas próprios de renda variável (Sim, Somar, Super Ranking, comissões etc) da PLR, como faculta a convenção coletiva. O banco também efetuará o pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR). Nenhum funcionário receberá menos do que R$ 600 de renda variável ou PPR.
O crédito será feito junto com a segunda parcela da PLR e o adicional até o dia 3 de março de 2008, conforme consta na convenção coletiva. "As entidades sindicais e de representação, no entanto, lutarão para antecipar esse pagamento, a exemplo de anos anteriores", adianta Paulo Salvador.
"A proposta avança em relação aos últimos três anos, quando o banco concedeu uma PPR de R$ 300 por funcionário. Agora, todos ganharão no mínimo R$ 600 e não haverá desconto dos programas de renda variável da PLR, como fazem outros bancos privados", destaca Ademir.
Horário de Amamentação
Outro avanço das negociações é ampliação do horário de amamentação. As mães terão direito à redução de sua jornada de trabalho em uma hora por dia, que poderá, a critério da funcionária, ser fracionada em dois períodos de 30 minutos, pelo período de 270 dias contados do nascimento do filho.
Trata-se de uma conquista dos trabalhadores espanhóis, que está sendo garantida no Brasil. Aqui, a lei assegura horário de alimentação somente para crianças até 180 dias.
Fonte: Seeb Porto Alegre e Afubesp
07 dezembro 2007
Bancários em campanha por mais empregos na Caixa Federal
No último dia 05 de dezembro o Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região coletou assinaturas para o abaixo-assinado da campanha “Mais empregados para a Caixa – Mais Caixa para o Brasil”. Os empregados da Caixa estão na luta pela adequação da estrutura de pessoal na Caixa Econômica Federal. A reivindicação, prioridade em toda a campanha salarial, resultou no compromisso assumido pela direção do banco, de contratação de 3 mil novos empregados até o final de 2007. O Sindicato está cobrando.Veja a galeria de fotos!
O abaixo-assinado que circula em todo o país será entregue ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e às demais instâncias governamentais responsáveis por esta adequação em instituições públicas federais.
A contratação de mais empregados na Caixa beneficia os cidadãos, a empresa e a categoria bancária. A participação de clientes, trabalhadores e de toda a sociedade é muito importante para a campanha.
A campanha lançada pela Fenae, Apcefs, Contraf-CUT e sindicatos visa aprimorar a empresa pelo desenvolvimento social e estimular o debate sobre os problemas decorrentes da falta de mão-de-obra na Caixa. A falta de trabalhadores além de trazer grande insatisfação aos clientes, provoca excesso de trabalho e cobranças excessivas com assédio moral sobre os empregados.
05 dezembro 2007
Unibanco antecipa 13º salário
A direção do Unibanco anunciou, nesta quarta-feira, a antecipação da segunda parcela do 13º salário para o próximo dia 07/12.
Anualmente, o pagamento costuma ser efetuado entre os dias 10 e 11/12. “A antecipação é bem-vinda, pois facilita a programação dos funcionários para o seu final de ano, o que, no entanto, não diminui nossas mobilizações por melhorias em remuneração e saúde para todos”, frisa Jair Alves, diretor da FETEC/CUT-SP.
Fonte: Lucimar Cruz Beraldo - Fetec/SP
Divulgado horários dos bancos no final de ano
Dia 28 de dezembro será o último dia útil do ano com atendimento
O calendário de funcionamento das agências bancárias para o final do ano foi divulgado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) na segunda-feira, dia 26.
Na véspera do Natal, 24 de dezembro, as capitais e regiões metropolitanas do país com horário igual ao de Brasília funcionarão das 9h às 11h. Nas cidades do interior o funcionamento será das 8 às 10h. As contas com vencimento no dia de Natal, 25, poderão ser pagas sem multa no dia 26 de dezembro sem incidência de multa.
Já no feriado de Ano Novo, 28 de dezembro é o último dia útil. No dia 31 de dezembro os bancos não abrirão para atendimento. O funcionamento será retomado no dia 2 de janeiro de 2008.
Fonte: Carlos Fernandes - Seeb SP
03 dezembro 2007
Sindicato realiza Seminário de Organização para 2008
A direção do Sindicato dos Bancários de Taubaté promoveu no último sábado, dia 01 de dezembro, uma reunião com toda a diretoria eleita com a pauta única para discutir prioridades e o formato para o próximo seminário de planejamento que será realizado até março do próximo ano.





