21 julho 2008

Carta do Presidente do BB sobre incorporação com a Nossa Caixa

Confira no link abaixo a carta enviada enviada pelo Presidente do BB e BNC ao deputado David Zaia, onde explicam quais serão os procedimentos necessários à incorporação, em caso de sua concretização.

www.bancariostaubate.com.br/arquivos/carta do bb.pdf

17 julho 2008

Bancários realizam 10ª Conferência Estadual neste sábado

Os 370 delegados eleitos nas Conferências Regionais, no decorrer do mês de julho, estarão representando 15 sindicatos filiados a Federação dos Bancários da CUT de São Paulo (FETEC/CUT-SP) durante a 10ª Conferência Estadual dos Bancários. O evento acontece neste sábado, dia 19, no Hotel Braston,localizado na rua Martins Fontes, 330, São Paulo.

A Conferência Estadual é considerada pela categoria paulista como a largada para uma Campanha Nacional vitoriosa. Nela valoriza-se os espaços democráticos para a construção das reivindicações, de forma unificada.

O diretor do Sindicato dos Bancários de Taubaté e Região, Luis Antonio Toledo, ressalta que a campanha nacional é um processo de construção de ações estratégicas e as plenárias regionais foram os pilares de sustentação e fortalecimento dessas ações. Para ele, os destaques deste ano são: o fim das metas abusivas, do assédio moral e a participação mais justa nos lucros dos bancos.

Esperamos que os delegados eleitos para a 10ª Conferência Estadual tenham, durante as discussões, a compreensão de que e a unicidade dos objetivos será a nossa maior força na campanha deste ano”, conclui Luis Antonio (Alemão).

Começamos com os sindicatos realizando consultas em suas bases e reuniões nos locais de trabalho para sabermos a opinião dos bancários”, afirma Pedro Sardi, secretário geral da FETEC-SP, ao lembrar que foram realizadas as Conferências Regionais e também diversos debates nos sindicatos sobre as estratégias de campanha.

Nas consultas, os bancários de todo o Estado apontaram como bandeiras de luta para este ano: aumento real de salários, PLR maior e descomplicada, melhores condições de trabalho, fim das metas abusivas, reafirmação da Campanha Unificada, entre outros temas.

Para a presidente o Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região, Paulo Santos de Mendonça a 10ª Conferência Estadual precisa ser, acima de tudo, objetiva. “Precisamos tirar desse encontro propostas viáveis, pois o enfrentamento com os bancos sempre é um processo muito difícil”, comenta.

Calendário da Campanha Nacional 2008

Conferência Estadual
Dia 19 de julho

Conferência Nacional
Dia 25 de julho, das 9h às 18h
- Encontro temático sobre Segurança Bancária
- Encontro temático sobre Saúde
- Encontro temático sobre Remuneração

Dias 26 e 27 de julho, das 9h às 18h
- Plenária conjunta, definição da pauta de reivindicações

Dias 28 e 29 de julho, das 9h às 18h
- Encontros de bancos privados, estaduais, federalizados e regionais
- 19º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil
- 24º Congresso dos Empregados da Caixa Econômica Federal

Michele Amorim

14 julho 2008

Encontro da Nossa Caixa mobiliza mais 3 mil bancários

O Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Nossa Caixa foi marcado pela postura de resistência e unidade. Mais de 3 mil bancários reafirmaram num só coro que estão mobilizados e dispostos a lutar pela garantia de empregos, direitos e a manutenção do caráter público do banco paulista. O evento aconteceu neste sábado, dia 12, no Ginásio da Portuguesa, em São Paulo.


Na abertura do encontro, líderes sindicais de diferentes entidades representativas falaram da luta que o movimento sindical tem travado contra as privatizações. Expuseram ainda a importância do banco Nossa Caixa que promove políticas de inclusão com o objetivo de fortalecer o Estado e lembraram da necessidade da categoria manter-se unida neste momento de incertezas.


Os representantes do Comando Nacional dos Funcionários da Nossa Caixa, por sua vez, apresentaram um panorama de como andam as negociações entre os dois bancos, no que se refere a prazos e trâmites legais, bem como a luta o movimento sindical de fazer valer as reivindicações dos trabalhadores.


No final do encontro os participantes aprovaram, por unanimidade:

  • Manutenção do caráter público do banco Nossa Caixa
  • Garantia de empregos
  • Garantia da manutenção dos direitos de todos os funcionários da Nossa Caixa
  • Negociação permanente com o movimento sindical, antes, durante e depois de um eventual processo de fusão com o banco do Brasil
  • Mobilização permanente
  • Fim dos concursos externos
  • Respeito ao Economus
  • Manutenção dos termos atuais da assistência média
  • Manutenção do PCS da Nossa Caixa

Reunião do Comando – O Comando Nacional dos Funcionários da Nossa Caixa se reunirá nesta terça-feira (15), às 14h, para definir o calendário de luta. O local do encontro ainda será confirmado.


Fonte: Michele Amorim - Fetec/SP

10 julho 2008

Caso Alston coloca aliado de Alckmin na mira

Segundo os jornais de grande circulação que repercutem o caso Alstom, investigadores têm novas pistas sobre o elo entre políticos tucanos e a Alstom no pagamento de propinas. O caso pode ser uma 'pedra no sapato' de Geraldo Alckmin, porque parte das investigações do MP mira o período em que o tucano governou o Estado. O vereador do PSDB em São Paulo, Tião Farias, ex-chefe de gabinete do governo Mário Covas, é suspeito de ser o responsável por transformar o suborno da Alstom em caixa de campanha do PSDB.

O vereador do PSDB em São Paulo, Tião Farias, ex-chefe de gabinete do governo Mário Covas, recebeu em 2002 doação eleitoral do empresário Romeu Pinto Júnior, apontado por autoridades da Suíça como dono da MCA Uruguay, offshore que teria recebido R$ 8,7 milhões para enviar a empresas que prestaram serviços fictícios em contratos firmados pelo grupo Alstom no Brasil como o governo do Estado de São Paulo.

A multinacional é investigada por suposto pagamento de propina para obter contratos no governo tucano em São Paulo. Farias, que em 2002 tentou se eleger deputado estadual, é aliado de Geraldo Alckmin, e foi o único dos 12 parlamentares do partido na Capital a defender a candidatura do ex-governador à Prefeitura.

Nos documentos aparecem apenas as iniciais dos nomes, com referências a um "ex-secretário do governador", supostamente encarregado de intermediar a negociação das "gratificações ilícitas" pagas a pessoas ligadas ao governo entre 1988 e 2001. Outros documentos mencionam que a propina tinha como destino o "partido no poder" em São Paulo - o PSDB -, além do TCE e a Secretaria de Energia.

A doação a Farias, que comandou o gabinete de Marinho, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em nome de Romeu Alves Pinto Júnior, no valor de R$ 1 mil. Ao Ministério Público, Romeu negou ser dono da MCA Uruguay, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas. Ele disse que possui empresa homônima no Brasil. Farias informou que desconhece Romeu. A doação, diz ele, foi pela compra de convite para jantar de campanha.

Bomba-relógio para Alckmin

O caso Alstom pode ser 'pedra no sapato' de Geraldo Alckmin. Parte das investigações do MP mira o período em que o tucano governou o Estado. Apoiadores de Gilberto Kassab (DEM) ironizam o tucano, alegando que ele pode ser chamado de "Geraldo Alstom".

Alckmin nega irregularidades e diz que deve haver apuração. Mas, ao mesmo tempo, se manifestou contra CPI do caso na Assembléia, por não haver "fato concreto".

O código "Neves" (revista Época)

Uma das principais peças da investigação é um memorando manuscrito em francês por um executivo da Alstom. Nele, é identificada a rota das propinas. O dinheiro iria para integrantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE), funcionários da Secretaria de Energia e ainda para o caixa do PSDB. Na descrição dos intermediários da propina, o executivo da Alstom, em seu memorando, usou vários códigos. Entre eles constam "RM", "CM", "Splendor" e "Neves".

Os investigadores acreditam já ter identificado três desses códigos. O tal "RM" seria Robson Marinho, ex-secretário da Casa Civil do governo Covas e atual conselheiro do TCE. "CM" seria Cláudio Mendes, um sociólogo que atuou como lobista de empresas da área de energia junto ao governo paulista entre o fim dos anos 80 e 2004. "Splendor" é uma das seis offshore (empresas de fachada instaladas em paraísos fiscais no exterior) por onde também teriam sido feitos pagamentos da propina pela Alstom, segundo documentos do MP da Suíça. Segundo o memorando, a corrupção estaria relacionada a um contrato de R$ 101 milhões da Eletropaulo, a antiga estatal de energia, privatizada em 1998, com o grupo Alstom. Robson Marinho e Cláudio Mendes negam que tenham intermediado ou recebido propinas. E quanto ao código "Neves"? Os investigadores acreditam que era a pessoa responsável por transformar o suborno da Alstom em caixa de campanha do PSDB. O memorando do executivo da Alstom é de 21 de outubro de 1997. Nele, "Neves" aparece ao lado da cifra "8,5%", suposto valor da propina.

Os investigadores acreditam que darão um passo para elucidar o código "Neves" quando destrincharem o envolvimento do vereador paulistano Tião Farias (PSDB) com a história. Farias não é citado nos documentos da Suíça, mas tem ligações com várias pessoas investigadas no caso. Além de ter sido um dos assessores mais próximos de Mário Covas, foi secretário-adjunto de Robson Marinho na Casa Civil. Em 2002, quando concorreu a um mandato de deputado estadual, Farias recebeu doações dos empresários Romeu Pinto Júnior e Sabino Indelicato, citados nos documentos suíços. Pinto Júnior é acusado de ser o dono da MCA Uruguay, outra offshore supostamente usada como canal de propinas. Indelicato é dono da Acqua Lux Engenharia, suspeita de operar o esquema de propina da Alstom por meio de contratos de consultoria de fachada.

ENTENDA O CASO ALTOM

Ao apreender documentos da Alstom, o Ministério Público da Suíça descobre documentos que fazem referência a um suposto pagamento de propina para que a multinacional ganhasse contratos no governo do Estado, desde 1995 nas mãos do PSDB

As anotações citam as siglas R.M. e C.M., que seriam Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, e Cláudio Mendes, que atua na área de energia

Há suspeitas de propina envolvendo contratos no Metrô e Eletropaulo. Empresas prestadoras de serviço seriam usadas para repasse de "remuneração" às partes envolvidas no esquema

Ao todo, a Alstom teria repassado R$ 13,5 milhões a offshores que integrariam o esquema.

Deputados dizem não à proteção ao emprego

Comissão rejeita Convenção 158 da OIT. Saiba quem não quer proteger o seu emprego

A rejeição da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados escancarou o nome de pelo menos 20 deputados que não têm compromisso com os trabalhadores. A norma tem como fundamento fortalecer os mecanismos que proteção ao emprego ao dificultar as demissões imotivadas.

A Convenção 158 da OIT é de interesse de todos os trabalhadores. O congresso não está antenado com os direitos necessários à maioria da população.

Votaram pela rejeição os deputados Édio Lopes (PMDB/RR), George Hilton (PP/MG), Ibsen Pinheiro (PMDB/RS), Márcio Reinaldo Moreira (PP/MG), Antonio Carlos Pannunzio (PSDB/SP), Bruno Araújo (PSDB/PE), Claudio Cajado (DEM/BA), Raul Jungmann (PPS/PE), Eduardo Lopes (PSB/RJ), Marcondes Gadelha (PSB/PB), Luciana Costa (PR/SP), Marcelo Itagiba (PMDB/RJ), Paes Landim (PTB/PI), Regis de Oliveira (PSC/SP), Arnaldo Madeira (PSDB/SP), Bruno Rodrigues (PSDB/PE), Walter Ihoshi (DEM/SP), William Woo (PSDB/SP), Júlio Delgado (PSB/MG) e Fernando Gabeira (PV/RJ).

Apenas o deputado Nilson Mourão (PT-AC) se colocou contra a rejeição.

Trâmite - Como foi a primeira vez que a comissão rejeitou uma proposta, não há consenso entre os seus membros do trâmite da matéria, enviada diretamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em fevereiro por meio da Mensagem 59/08. O relator Júlio Delgado pediu o seu arquivamento, entretanto o chefe da assessoria jurídica da Secretaria-Geral da Casa, Fernando Sabóia, assegura que isso não irá acontecer e que a mensagem vai para as comissões de Trabalho e de Comissão de Justiça.

Gaveta - A Convenção 158 foi criada em 1982 e está em vigor em 34 países. O Brasil não é um deles, mas chegou a ser signatário do texto entre abril e novembro de 1996, quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso(PSDB), por pressão da Confederação Nacional da Indústria (CNI), denunciou a convenção, ou seja, decretou que ela deixaria de vigorar para os trabalhadores brasileiros.

08 julho 2008

Sindicato organiza participação no Encontro Nacional da Nossa Caixa

Próximo dia 12 tem Encontro Nacional da Nossa Caixa em São Paulo e o Sindicato garante ônibus para os bancários. Reserve já seu lugar!

O Encontro Nacional aberto aos funcionários da Nossa Caixa tem um tema principal a ser discutido este ano: as negociações sobre a incorporação do Banco do Brasil e o Banco Nossa Caixa. O encontro será realizado no sábado, 12 de julho, a partir das 10h, no Ginásio da Portuguesa (Rua Comendador Nestor Pereira, nº 33, Canindé, São Paulo/SP).

Na negociação do Sindicato com o BB, no último dia 26 de junho, a direção da empresa frustrou os sindicatos ao não apresentar documento onde formalizaria a garantia de emprego caso se concretize a incorporação da Nossa Caixa. Portanto, a garantia de emprego aos funcionários do Banco Nossa Caixa, é informal.


O Conselho de Administração da Nossa Caixa também deixou os bancários apreensivos ao não decidir, na reunião ocorrida também na quinta, dia 26, se atenderia ou não à reivindicação do Sindicato de suspender as demissões enquanto perdurarem as negociações com o BB.

Temos que realizar um grande encontro no dia 12 para mostrar nossa força às direções do BB e da Nossa Caixa. Somente teremos garantia de emprego e preservação de nossos direitos se a direção do Banco do Brasil e da Nossa Caixa formalizar por escrito do contrario o funcionalismo da Nossa Caixa pode se sentir ameaçados.

Portanto é necessário que cada funcionário fortaleça a mobilização para mostrar que estamos dispostos a lutar por nossos direitos e empregos.

Para garantir sua vaga no onibus, procure o Sindicato dos Bancários ou seu representante!


SEDE: Rua Dr. Silva Barros, 248 centro Taubaté tel. 12 3621-9751 - www.bancariostaubate.com.br

07 julho 2008

Regional 5 discute estratégias da Campanha Nacional 2008

Cerca de 80 dirigentes das bases sindicais de Taubaté, Guarulhos e Mogi das Cruzes estiveram presentes na Plenária da Regional 5, no dia 05 de julho, em Arujá. O objetivo da conferência, que acontece em todas as regionais da FETEC-SP neste mês de julho, é discutir as estratégias e os eixos da Campanha Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro 2008.

Confira fotos da Conferência

Na ocasião, os bancários reafirmaram a importância da Campanha Nacional Unificada, apresentaram propostas para a campanha de mídia e também propostas de alteração e inclusão de temas na minuta de negociação como, por exemplo, em relação à PLR, Auxilio Alimentação, Auxílio Vestuário, Vale Transportes, Auxílio Creche Babá, entre outros pontos.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários de Taubaté, Luis Antonio da Silva, a plenária foi importante para reafirmar as principais demandas da categoria na campanha desse ano. "O fim das metas abusivas, do assédio moral e a participação mais justa nos lucros dos bancos, são algumas das prioridades que os bancários devem lutar nesta campanha", afirma.

Confira fotos da Conferência

02 julho 2008

Sindicato organiza participação no Encontro Nacional da Nossa Caixa

Próximo dia 12 tem Encontro Nacional da Nossa Caixa em São Paulo e o Sindicato garante ônibus para os bancários. Reserve já seu lugar!

O Encontro Nacional aberto aos funcionários da Nossa Caixa tem um tema principal a ser discutido este ano: as negociações sobre a incorporação do Banco do Brasil e o Banco Nossa Caixa. O encontro será realizado no sábado, 12 de julho, a partir das 10h, no Ginásio da Portuguesa (Rua Comendador Nestor Pereira, nº 33, Canindé, São Paulo/SP).

Na negociação do Sindicato com o BB, no último dia 26 de junho, a direção da empresa frustrou os sindicatos ao não apresentar documento onde formalizaria a garantia de emprego caso se concretize a incorporação da Nossa Caixa. Portanto, a garantia de emprego aos funcionários do Banco Nossa Caixa, é informal.


O Conselho de Administração da Nossa Caixa também deixou os bancários apreensivos ao não decidir, na reunião ocorrida também na quinta, dia 26, se atenderia ou não à reivindicação do Sindicato de suspender as demissões enquanto perdurarem as negociações com o BB.

Temos que realizar um grande encontro no dia 12 para mostrar nossa força às direções do BB e da Nossa Caixa. Somente teremos garantia de emprego e preservação de nossos direitos se a direção do Banco do Brasil e da Nossa Caixa formalizar por escrito do contrario o funcionalismo da Nossa Caixa pode se sentir ameaçados.

Portanto é necessário que cada funcionário fortaleça a mobilização para mostrar que estamos dispostos a lutar por nossos direitos e empregos.

Para garantir sua vaga no onibus, procure o Sindicato dos Bancários ou seu representante!


SEDE: Rua Dr. Silva Barros, 248 centro Taubaté tel. 12 3621-9751 - www.bancariostaubate.com.br


01 julho 2008

Funcionária da Taií ganha na Justiça condição de bancária

A Justiça do Trabalho de Bragança Paulista, interior de São Paulo, reconheceu a condição de bancária de uma ex-empregada da Taíi, financeira do Itaú, em ação movida pelo sindicato dos bancários daquela cidade. O banco ainda pode recorrer.

A condenação imposta determina o pagamento de diferenças salariais com base no piso dos bancários, adicional por tempo de serviço, auxílio-refeição, ajuda-alimentação, anuênio, indenização adicional, auxílios creche e babá, participação nos lucros e resultados, horas extras excedentes à 6ª diária com reflexos legais e pagamento de despesas para requalificação profissional da ex-empregada.

Na decisão, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª região entendeu que a trabalhadora realizava tarefas típicas de bancário, envolvendo diretamente os produtos do Itaú. Também foi destacada que a própria relação de emprego era voltada ao imediato benefício do banco.

Fonte: André Rossi com Contraf-CUT - 30/06/2008

30 junho 2008

Convenção oficializa a bancária Vera Saba como candidata à Vice-Prefeita em Taubaté

Os diretórios municipais do PT e do PMDB realizaram no último dia 29 de junho uma convenção conjunta para homologar a candidatura de Roberto Peixoto (PMDB) a Prefeito de Taubaté e de Vera Saba (PT), Presidenta licenciada do Sindicato, como candidata a Vice.

Confira a Galeria de Fotos!

A convenção formalizou a coligação de seis partidos: PMDB, PT, PRP, PTB, PT do B e PTN. O evento contou com a presença de autoridades, sindicalistas, ONGs e a do Vice-presidente do PT Nacional, Jorge Coelho, que ressaltou a importância da atuação de uma mulher, Vera Saba, como candidata à Vice-prefeita.

Mais de mil pessoas participaram da solenidade que foi realizada na Associação dos Empregados no Comércio de Taubaté. Diversos diretores (as) do Sindicato estiveram presentes dando total apoio à bancária Vera.

27 junho 2008

Assembléia aprova novo PCS da Caixa negociado pelos trabalhadores

Foi aprovada em assembléia realizada na noite de quinta-feira, dia 26, na na Sede dos Bancários em Taubaté, a proposta negociada pelos trabalhadores com a Caixa Econômica Federal para o novo Plano de Cargos e Salários (PCS) dos empregados.

A proposta foi arrancada da direção da empresa depois de duro embate na mesa de negociação e da grande mobilização nacional dos bancários.


Confira aqui as tabelas para entender melhor o PCS aprovado.


A migração para o novo plano é facultativa ao bancário, ou seja, é ele quem decide se entra ou não no formato aprovado. Vale ainda salientar que novo PCS passa a fazer parte da Convenção Coletiva de Trabalho vigente.


Entenda
- A principal conquista é a unificação das tabelas dos empregados admitidos até 1989 e a partir de 1998. O piso e o teto, que ficaram em R$ 1.244 e R$ 3.700, respectivamente, proporcionam uma amplitude de 197,4% na carreira, que agora passa a ter 48 níveis, melhorando a perspectiva de ascensão e elevando o percentual do interstício de 1,54% para 2,35%.


Para compensar os empregados que ficaram sem receber promoção por mérito e para a desistência de ações colidentes ao PCS, será feito o pagamento de parcela indenizatória, livre da incidência de imposto de renda, que varia de R$ 500 (para os recém-contratados) a R$ 10 mil (empregados mais antigos), de acordo com um cálculo que combina o salário padrão (após o enquadramento na nova tabela) com o tempo de serviço na Caixa.


A adesão ao novo PCS é vinculada ao saldamento do Reg/Replan. Durante as negociações que resultaram na proposta aprovada pela assembléia dos empregos, a Caixa informou que irá propor à Funcef a abertura de novo prazo para adesão ao saldamento.


Negociações
- Foram meses de negociação em torno do Plano de Cargos e Salários. Um dos principais temas debatidos foi em relação ao tempo em que os empregados ficaram sem ter qualquer tipo de promoção por mérito, por conta do longo período em que a Caixa esteve sob a gestão de Fernando Henrique Cardoso.


Os empregados propuseram o acréscimo de dois deltas e a direção da Caixa não queria fazer qualquer pagamento. Depois do embate, a empresa recuou e apresentou a proposta que criava a parcela indenizatória que variava entre R$ 311 e R$ 8.000.

25 junho 2008

Bancários do BB fazem dia de luto e exigem melhorias

CARTA AOS CLIENTES!

Quem freqüenta as agências do Banco do Brasil, seja cliente ou usuário, já percebeu que o atendimento tem piorado a cada dia.

Isso porque a direção do banco colocou em prática um processo de reestruturação que provocou a redução brutal no número de funcionários das agências e departamentos.

O resultado é que agências que contavam com seis caixas para atender o cidadão passaram a contar com três; onde tinha quatro caixas, está com dois; onde dois caixas atendiam passou a ter apenas um. Uma redução que aumentou o sufoco dos funcionários e prolongou o tempo de espera das pessoas nas filas.

Não bastasse essa situação, o Banco do Brasil, que em 2008 completa 200 anos, não está pagando corretamente seus funcionários, com calote em horas extras e em substituições.

E para dar um basta a essa situação, no último dia 25 de junho os bancários trabalharam de luto como forma de protesto. O BB é um banco público, que pertence à sociedade, e como tal deve ter o compromisso de atender a população com dignidade e dar condições de trabalho adequadas a seus trabalhadores.

Contamos com seu apoio e colaboração.

Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região

20 junho 2008

É GREVE! Funcionários do Banco do Brasil decidem sobre paralisação

O Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região convocou os funcionários do Banco do Brasil para Assembléia Geral a ser realizada no próximo dia 24 de junho, as 18h30, na Sede da Entidade. Os trabalhadores do banco devem deliberar sobre a greve de 24h programa para o dia 25 (quarta-feira) em todo o país.

A paralisação nacional foi decidida em reunião da Executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT), realizada no dia 9 de junho, diante da negativa da empresa em discutir a sério as reivindicações visando acabar com as péssimas condições de trabalho nas dependências.

Na rodada de negociação do último dia 6 de junho a direção do BB rejeitou praticamente todas as reivindicações da campanha Acorda BB - Banco para o Brasil, apresentadas pela Comissão de Empresa: a volta do pagamento das substituições, a convocação dos aprovados no concurso de 2006, mais contratações, o fim do projeto de extinção dos caixa-executivos e o fim do assédio moral e das metas abusivas, entre outras reivindicações.

Mais detalhes sobre as reivindicações:

Pagamento das substituições:


Para o banco, a questão é pétrea e "trata-se de mudança de cultura". A empresa nega-se a admitir que o desvio de função está ocorrendo de forma generalizada, caracterizando gestão temerária pelo passivo trabalhista que essa atitude está acarretando.

Hora extra:

A Comissão de Empresa mostrou documentos do banco proibindo a realização de hora extra, sob alegação de "falta de dotação orçamentária". Isso está provocando diversas fraudes no ponto eletrônico, uma vez que a falta de funcionários obriga a sobre-jornada sem a devida remuneração.

O banco diz estar concluindo levantamento para identificar onde há problemas. No entanto, não aponta perspectiva de solução.

Contratação de mais funcionários:

O banco anunciou a convocação de 300 concursados em Brasília. A Comissão de Empresa solicitou que o mesmo critério seja utilizado para São Paulo, onde o concurso de 2006 vence dentro de algumas semanas.

Foi argumentado que o fato de ser necessário a realização de horas extras, caracteriza a necessidade de mais funcionários para atender a demanda de serviços.

Metas abusivas e assédio:

A determinação do banco em se manter como o líder do ranking no ano em que comemora seus 200 anos tem levado a uma série de ações que convergem para metas irreais e abusivas, e a pressão vai descendo na escala de comando, desembocando no assédio nos locais de trabalho. Somado à falta de funcionários, esse é o elemento explosivo das péssimas condições de trabalho na grande maioria das dependências.

PCCS:

Os dirigentes sindicais também reivindicaram a necessidade de reabertura da discussão do PCCS, não apenas pelos problemas que já existem no BB, mas também pelo fato de as incorporações criarem novas distorções. Novamente, os representantes do banco disseram não cogitar discutir o assunto, mostrando totalmente insensibilidade a um problema que cresce a cada dia.

Vale-transporte:


O banco continua descumprindo a lei, mesmo já tendo sido derrotado em ações jurídicas em vários Estados. A afirmação dos negociadores é que o jurídico do BB alega que a empresa está cumprindo a lei.

19 junho 2008

Caixa avança na proposta, mas mantém vinculação ao Reg/Replan

A forte mobilização dos empregados da Caixa Econômica Federal e a entrega dos abaixo-assinados coletados em todo o país sortiu o efeito desejado. Durante a negociação desta quarta-feira, dia 18, na sede da Contraf-CUT, a direção do banco apresentou uma nova proposta que, segundo a Comissão dos Empregados da CEF, traz avanços nos debates sobre PCS (Plano de Cargos e Salários). A proposta será avaliada pela Comissão nessa semana e seguirá para apreciação dos bancários, no próximo dia 26, em assembléia.

A direção do banco iniciou a negociação de PCS propondo uma tabela de 72 níveis, que foi automaticamente rejeitada pelos empregados ao contra-proporem uma unificação da tabela salarial em 36 níveis. Os bancários também reivindicavam concessão – a título de compensação – de mais um nível/delta para cada dois anos ou fração superior a um ano ao empregado que tenha ficado sem promoções por merecimento nos planos anteriores (1989 e 1998), não vinculação de promoção a cumprimento de metas individuais, possibilidade de migração dos técnicos bancários superiores, além da não vinculação da migração para o novo PCS ao saldamento do Reg/Replan, dentre outras.

Na rodada desta quarta-feira, a Caixa apresentou como proposta final uma tabela unificada de 48 níveis, com piso de R$ 1.244,00 e teto de R$ 3.700,00 e um interstício de 2,35%. O banco também chegou com uma proposta nova no que se refere a parcela de indenização, a ser pago à vista, para quem migrar ao novo PCS 2008. Os valores que variam de R$ 311,00 a R$ 8.000,00 levam em consideração o salário padrão mais a ponderação por tempo de serviço e seriam pagos a título de quitação dos planos anteriores.

O banco, todavia, não abre mão dos zero a dois níveis/delta para da promoção por merecimento, bem como mantém o requisito de que o empregado não pode estar vinculado ao Reg/Replan sem saldamento.

16 junho 2008

BB: superintendente da São Paulo I "oficializa" assédio moral

Nas mesas de negociação o Banco do Brasil nega que a prática de assédio moral seja uma política da empresa e alega investigar e punir os casos denunciados. O superintendente de Varejo da São Paulo I, Valmir Pedro Rossi, no entanto, parece discordar. Essa é a conclusão que se tira da leitura de mensagem assinada por esse senhor, divulgada aos bancários pelo correio eletrônico do banco no último dia 4.

O texto trata do lançamento do "Desafio Crédito Veículo", que, segundo a mensagem, consiste no "estabelecimento de uma meta de contratação de operações de financiamento de veículos de R$ 50 mil por Gerente de Contas PF Exclusivo e Gerente de Contas PJ Empresa e MPE". Ou seja, um nome pomposo para mais um aperto nas já absurdas metas a serem cumpridas pelos funcionários do banco.

O prazo estabelecido para que os gerentes atinjam R$ 50 mil em vendas é de, na prática, oito dias úteis, de 4 a 16 de junho. Os gerentes que não atingirem a meta estabelecida deverão encaminhar uma Nota Técnica Pessoal no dia 17 para a direção justificando seu desempenho. No dia 18, reuniões serão realizadas em todas as regionais para avaliação dos resultados alcançados durante o Desafio.

Nossa Região: O Sindicato está atento a esse tipo de prática, que também ocorre na região. Os bancários que estão sendo assediados moralmente a cumprirem metas abusivas, devem procurar a entidade sindical o quanto antes.

Fonte: Contraf-CUT

11 junho 2008

Artigo: Lucro acima da Lei

Na última semana observamos a greve dos vigilantes e o seu desfecho em julgamento no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.

Este momento é oportuno para refletirmos não somente sobre a greve dos vigilantes, mas também sobre os interesses dos bancos que se mostraram explicitamente em conflito com o nosso ordenamento jurídico.

Não bastasse os lucros exorbitantes à custa da população, nos parece claro que o interesse é ter lucro a qualquer custo, mesmo que para isso seja necessário infringir a Lei.

Neste momento, temos de um lado os vigilantes, trabalhadores que emprestam suas vidas para proteger a vida de bancários, clientes e usuários de serviços bancários, se organizando no intuito de melhorar suas condições trabalho e salários, através do instrumento legítimo garantido constitucionalmente, que é a greve. De outro lado, temos os Bancos, que ao arrepio da Lei expõem as vidas de seus trabalhadores e clientes ao risco de serem vítimas de assaltos e agressões.

A Lei 7102/83, que trata, entre outras coisas, da segurança em estabelecimentos bancários, é clara no sentido de ser vedado o funcionamento de estabelecimentos financeiros sem o Plano se Segurança aprovado. O Plano de Segurança é o documento que habilita uma agência bancária a exercer suas atividades, pois estariam sendo atendidos todos os requisitos mínimos de segurança.

Uma agência bancária que tenha o plano aprovado pela Polícia Federal, em um esquema onde deve haver, entre outros itens, no mínimo 02 vigilantes armados e devidamente fardados, estaria em situação irregular caso este requisito não fosse atendido. Logo, o Banco é passível de autuação e poderá sofrer sansões administrativas, tais como multa e interdição pela Polícia Federal.

Ressalte-se que a exigência de vigilantes em instituições financeiras se faz necessária em virtude da natureza de sua atividade, ou seja, o risco direto e iminente de assalto por tratar-se de objeto de grande interesse da criminalidade. Caso contrário, não haveria razão de existir vigilantes, nem Lei que obrigasse a tê-los em agências bancárias.

Cabe salientar, que não é somente uma infração administrativa que está em curso no momento em que um banco abre as portas ao público quando não atende a Lei 7.102/83. O Código Penal Brasileiro deixa claro em seu artigo 132 caput, constitui crime expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente.

Em uma leitura lógica e sistemática, o não cumprimento da Lei Federal 7.102/83, deixa vulnerável e exposta ao risco a unidade bancária, para a qual um plano se segurança havia sido aprovado e não está sendo cumprido, pois faltam-lhe a presença dos vigilantes armados, fardados e, por força da portaria 387 da polícia Federal, com coletes à prova de balas.

Conseqüentemente, temos a figura do artigo 132 do CP, uma vez que a ausência do vigilante caracteriza a exposição ao risco direto e imediato de um assalto, tendo como possíveis vítimas, de violência física ou psicológica, os bancários e clientes.

Outra leitura de que mais um delito está em curso, é a do crime contra organização do trabalho, uma vez que diversos bancos, na tentativa de frustrar a livre organização dos trabalhadores vigilantes, orientam estes a ficarem sem o fardamento, para não serem identificados pelos colegas de categoria que fazem o convencimento de adesão à greve, chegando ao absurdo de interferir na opção do vigilante em aderir ou não à greve, instruindo-o a sair e assim que possível retornar à unidade bancária.

Portanto, o lucro é o maior interesse dos bancos, pouco importando a estes a segurança e a integridade física e psicológica de seus funcionários e clientes, nem que para tanto seja necessário desobedecer a Lei.

Fica aqui nossa esperança de que os órgãos competentes garantam os interesses da sociedade, resguardando a vida dos clientes e trabalhadores bancários, pois diversos foram os casos de Boletins de ocorrência não lavrados pelas autoridades policiais durante os dias em que os bancos transgrediram de forma flagrante a Lei.

O Poder Judiciário, leia-se TRT de São Paulo, determinou liminarmente o retorno dos trabalhadores vigilantes aos seus postos, com julgamento da greve para o dia 05/06/08 às 15:00hs.

Interessante dizer que o pedido de liminar que fora concedido pelo TRT, foi impetrado pela FEBRABAN, na figura de terceiro interessado no processo e não os argumentos da representação patronal das empresas de vigilância.

Pena que não houve a mesma celeridade e determinação quanto às infrações cometidas pelos Bancos; a vida talvez seja mesmo menos importante que a manutenção de agências bancárias abertas e da realização do lucro.

Gutemberg S. Oliveira
Bancário e dirigente sindical pela Fetec/CUT-SP

09 junho 2008

Funcionários do Banco do Brasil fazem indicativo para paralisação

Os funcionários do Banco do Brasil apelaram para um indicativo de paralisação de 24 horas para o final do mês. A decisão foi tomada pelos representantes dos trabalhadores ao término da negociação desta sexta-feira, dia 6, onde a direção do banco insistiu em não reconhecer nenhum dos problemas enfrentados pelos bancários. A campanha Acorda BB também será intensificada.

Novamente os funcionários cobraram respostas para as reivindicações de melhoria das condições de trabalho; do pagamento das substituições, vales-transporte e horas extras; a abertura de vagas para caixa executivo; um basta na utilização de gerentes de módulo responsáveis por duas agências. Para o banco, essas questões não existem nem tão pouco outros problemas frutos destes, como assédio moral e cobrança por metas abusivas.

Pagamento das substituições

Esse foi um dos temas mais debatidos na rodada de negociação. Para o banco, a questão é pétrea e "trata-se de mudança de cultura". A empresa nega-se a admitir que o desvio de função está ocorrendo de forma generalizada, caracterizando gestão temerária pelo passivo trabalhista que essa atitude está acarretando.

"Mais uma vez o banco recusa-se a admitir que cometeu um grande erro ao instituir a lateralidade, que criou um vazio gerencial nas agências e afetou a produtividade", diz Eduardo Araújo, representante da Fetec-Centro Norte na Comissão de Empresa.

Hora extra

A Comissão de Empresa mostrou documentos do banco orientando proibindo a realização de hora extra, sob alegação de "falta de dotação orçamentária". Isso está provocando diversas fraudes no ponto eletrônico, uma vez que a falta de funcionários obriga a sobre-jornada sem a devida remuneração.

O banco diz estar concluindo levantamento para identificar onde há problemas. No entanto, não aponta perspectiva de solução.

Contratação de concursados

O banco anunciou a convocação de 300 concursados em Brasília. A Comissão de Empresa solicitou que o mesmo critério seja utilizado para São Paulo, onde o concurso de 2006 vence dentro de algumas semanas.

Foi argumentado que o fato de ser necessário a realização de horas extras, caracteriza a necessidade de mais funcionários para atender a demanda de serviços.

Metas abusivas e assédio

A determinação do banco em se manter como o líder do ranking no ano em que comemora seus 200 anos tem levado a uma série de ações que convergem para metas irreais e abusivas, e a pressão vai descendo na escala de comando, desembocando no assédio nos locais de trabalho.

PCCS

A Comissão de Empresa reivindicou a necessidade de reabertura dessa discussão, não apenas pelos problemas que já existem no BB, mas também pelo fato de as incorporações criarem novas distorções. Novamente, os representantes do banco disseram não cogitar discutir o assunto, mostrando totalmente insensibilidade a um problema que cresce a cada dia.

Vale-transporte

O banco continua descumprindo a lei, mesmo já tendo sido derrotado em ações jurídicas em vários Estados. A afirmação dos negociadores é que o jurídico do BB alega que a empresa está cumprindo a lei.

Incorporação do Besc

A Comissão de Empresa, junto com representantes dos bancários do Besc, cobrou resposta para as reivindicações do documento entregue dia 21 de fevereiro.

O BB disse que estudos sobre a incorporação ainda não estão concluídos e não é possível discutir nada ainda. Ficou definida reunião específica sobre o assunto no final do mês em Florianópolis.

Intensificar a mobilização

Diante da postura irredutível do BB, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e os sindicatos, devem intensificar as mobilizações e paralisações dentro da campanha Acorda BB - Banco para o Brasil.

04 junho 2008

Greve: Vigilantes exigem melhores salários e condições de trabalho

Cerca de 600 agências bancárias mantiveram-se fechadas nesta terça-feira, dia 03, por conta da greve dos vigilantes bancários no Estado de São Paulo. A mobilização da categoria foi intensa nas cidades de Taubaté, Ubatuba, São Paulo, Osasco, Mogi das Cruzes, Guarulhos e nas regiões do ABC.

Em meio a campanha salarial, os vigilantes reivindicam o um reajuste salarial de 9,9% e um adicional de risco de vida de pelo menos 15%, devido aos riscos que os trabalhadores correm durante o período de trabalho.

Outra reivindicação é a inclusão no acordo coletivo de um valor a ser negociado de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Hoje, a conquista é prevista no contrato, mas não há um valor específico.

Fiscalização – A Polícia Federal foi acionada pelo movimento sindical bancário para fiscalizar os bancos quanto ao cumprimento da lei 7.102, que rege sobre segurança bancária. Vale salientar que, na ausência de vigilantes (no mínimo dois profissionais fardados e armados), as agências bancárias devem permanecer fechadas, no intuito de preservar a integridade física dos clientes e funcionários.

Nesse sentido, o Sindicato e a FETEC/CUT-SP, ressaltam que o descumprimento pode acarretar problemas funcionais e legais para o gerente responsável. Ou seja, a instituição financeira recebe uma multa pelo descumprimento, mas quem responde ação criminal é a pessoa física, no caso o responsável pelo local de trabalho.

Definido calendário da Campanha Nacional dos Financiários

Encontro Nacional de Dirigentes Financiários, realizado nesta sexta-feira (30/05), em São Paulo, iniciou a organização da campanha salarial da categoria, cuja data-base é 1º de junho.

Confira aqui o Edital de Convocação para a Assembléia Geral Extraordinária do Financiários de Taubaté e Região

Conforme os debates, a minuta de reivindicações trará como principais pontos reajuste salarial de 10,11%, que representa reposição da inflação mais aumento real; crescimento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), e elevação da 13ª cesta-alimentação.

A entrega da minuta ao Sindicato patronal FENACREFI (Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) está prevista para 06/06 e para a semana de 23 a 27/06 estão programadas atividades de mobilização.

O calendário organizativo da campanha também prevê a realização da 1ª Conferência Nacional dos Financiários, no dia 06/07, em São Paulo. Até então, a FENACREFI tem aceitado aplicar a CCT somente aos trabalhadores efetivamente reconhecidos como financiários - cerca de 7 mil distribuídos apenas em cinco Estados - São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Curitiba e Ceará.

Agora, com recentes mudanças no enquadramento, praticamente todas as bases sindicais já possuem trabalhadores financiários regularmente registrados, o que confere maior força à categoria.

Neste ano, o Banco Real ABN reclassificou os cerca de 3 mil trabalhadores de sua financeira, a Aymoré Financiamentos, de bancários para financiários. Anteriormente, o Banco Votorantim já havia aceitado firmar CCT, enquadrando os trabalhadores da BV Financeira como financiários.

Fonte: Lucimar Cruz Beraldo - Fetec/SP - Contraf-Cut

02 junho 2008

Casé apresenta projeto para instalação de portas de segurança nas agências de Pinda

O Vereador de Pindamonhangaba e Diretor do Sindicato, Carlinhos Ribeiro (Casé), apresentou um projeto de lei (nº 099/2008) na Câmara Municipal da cidade que visa tornar obrigatória a instalação de portas de segurança nas agências bancárias.

O projeto agrega especialidades para a instalação das portas, como: detector de metais; travamento e retorno automático; ser equipada com vidros resistentes suficientes para garantir a segurança dos trabalhadores das agências e seus usuários, entre outros pontos.

Casé deixa claro no projeto que os estabelecimentos bancários também deverão ter sistemas eficientes para atendimento e acesso às agências de pessoas portadoras de necessidades especiais.

O estabelecimento bancário que infringir a Lei proposta ficará sujeito às seguintes penalidades: advertência e/ou multa. As agências terão um prazo de até 120 dias para instalar os equipamentos exigidos, caso a lei seja aprovada.