26 julho 2011

Pela verdadeira universalização dos serviços bancários

Carlos Cordeiro*


Nos últimos oito anos, 48,7 milhões de brasileiros ascenderam socialmente para as classes A, B e C, ampliando o mercado de consumo em quase uma Espanha, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas.

Esse crescimento econômico extraordinário já coloca o Brasil como a 7ª economia mundial, a caminho de conquistar o 5º lugar talvez ainda nesta década. No entanto, a despeito dessa inédita inclusão social na nossa história, o país ainda pontua no vergonhoso ranking das dez economias mais desiguais do planeta.

O Brasil caminha na direção certa, mas precisa acelerar o processo de desenvolvimento, o que inclui manter o ritmo de crescimento econômico alto e sustentável, desconcentração da riqueza, geração de mais e melhores empregos, fim da miséria, crescente inclusão e universalização de direitos e de cidadania.

Um desses direitos é o de ter acesso ao crédito e a dispor de conta em banco, sem discriminação de qualquer espécie - o que não está sendo assegurado aos brasileiros. Dados do Banco Central revelam que, dos 5.587 municípios brasileiros, 1.973 (35,3%) não possuem sequer uma agência ou posto de atendimento bancário, e que 49% da população brasileira não possui nenhum tipo de atendimento em instituições financeiras. No Nordeste, apenas 36% têm conta em banco.

Embora sejam concessões públicas, os bancos não estão cumprindo seu papel. Em vez de ampliar o número de agências, para melhorar o atendimento à população em boas condições de segurança, estão empurrando sua responsabilidade para terceiros, com a abertura indiscriminada de correspondentes bancários (supermercados, lojas, lotéricas, drogarias etc.). Em dezembro de 2010, já havia 165.228 correspondentes no país, contra 19.813 agências bancárias.

Ao contrário da propaganda do sistema financeiro de que está aumentando a bancarização com a abertura indiscriminada de correspondentes, o que de fato está acontecendo é a elitização dos serviços e a expulsão das agências das camadas mais pobres da população - além de ser uma estratégia para reduzir custos.

Para justificar a edição das resoluções 3.954 e 3.959 de fevereiro e março deste ano, respectivamente, que ampliam a liberdade de os bancos abrirem correspondentes bancários, o Banco Central argumentou que elas visam a inclusão social. Não é verdade. A metade dos correspondentes está concentrada no Sudeste, sendo que 25% somente no Estado de São Paulo, a região mais bancarizada do país. O BC está atendendo os interesses dos bancos e não os da sociedade.

Mais: esses correspondentes frequentemente funcionam ao lado ou em frente às agências. É para lá que os bancos estão empurrando a clientela de baixa renda, reservando as agências tradicionais para os correntistas mais abastados e criando os pontos de atendimento mais exclusivos para a elite da elite. E se nas agências bancárias a violência já é grande, com três mortes em média por mês, nos correspondentes bancários a falta de segurança é ainda maior.

Estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que os correspondentes representam para as instituições financeiras 25% da folha salarial dos bancários. É mais uma forma de os bancos aumentarem os lucros reduzindo custos e precarizando as relações de trabalho.

Isso não é inclusão. É uma segmentação que aumenta a exclusão social. Bancarizar é incluir quem está à margem do sistema, garantindo que tenham conta em banco e, assim, levar crédito à sociedade, promovendo desenvolvimento econômico e social, que deveria ser o verdadeiro papel dos bancos. 

*Carlos Cordeiro é presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)

Fonte: Contraf-CUT

19 julho 2011

Bancos têm de oferecer pacote de serviços essenciais gratuitos


 Muitas vezes pagamos por serviços que não utilizamos. E, como nosso orçamento, na maioria das vezes, é restrito, é bom ficarmos atentos às oportunidades que se apresentam no sentido de reduzir os itens que oneram nosso gasto mensal. Os serviços bancários são essenciais na nossa vida.

Hoje em dia, não é mais possível viver sem uma conta bancária, sem um cartão de débito, sem um cartão de crédito, sem compras pela internet, sem caixas automáticos, entre outros, para realizar as diversas transações financeiras envolvidas com pagamentos e com recebimentos ao longo do mês.
Você sabia que existe um pacote de serviços essenciais prestados a pessoas físicas pelo qual os bancos não podem cobrar?

São dois pacotes, na verdade: um relativo ao serviço de conta-corrente de depósitos à vista e outro relativo ao serviço de conta de depósito em poupança.
Vamos conhecer os itens que devem ser fornecidos gratuitamente. Para a conta-corrente, são os seguintes:

1) Fornecimento de cartão com função débito;
2) Fornecimento de segunda via do cartão de débito, exceto nos casos decorrentes de perda, de roubo, de furto, de danificação e de outros motivos não imputáveis à instituição emitente;
3) Realização de até quatro saques por mês, em guichê de caixa, inclusive por meio de cheque ou de cheque avulso, ou em terminal de autoatendimento;
4) Realização de até duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês, em guichê de caixa, em terminal de autoatendimento e/ou pela internet;
5) Fornecimento de até dois extratos por mês, contendo a movimentação dos últimos 30 dias por meio de guichê de caixa e/ou terminal de autoatendimento;
6) Realização de consultas mediante uso da internet;
7) Fornecimento, até 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminando, mês a mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas;
8) Compensação de cheques;
9) Fornecimento de até dez folhas de cheques por mês, desde que o cliente reúna os requisitos necessários à utilização de cheques, conforme a regulamentação em vigor e condições pactuadas; e
10) Prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam usar exclusivamente meios eletrônicos.

POUPANÇA - Para a conta poupança, os serviços são os seguintes:

1) Fornecimento de cartão com função movimentação;
2) Fornecimento de segunda via do cartão, exceto nos casos de pedidos de reposição formulados pelo correntista, decorrentes de perda, de roubo, de furto, de danificação e de outros motivos não imputáveis à instituição emitente;
3) Realização de até dois saques por mês, em guichê de caixa ou em terminal de autoatendimento;
4) Realização de até duas transferências por mês, para conta de depósitos de mesma titularidade;
5) Fornecimento de até dois extratos por mês, contendo a movimentação dos últimos 30 dias;
6) Realização de consultas mediante uso da internet;
7) Fornecimento, até 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminando, mês a mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas; e
8) Prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam usar exclusivamente meios eletrônicos.
 
A regulamentação estabelece também que a realização de saques em terminais de autoatendimento em intervalo de até 30 minutos é considerada como um só evento.
Além dos serviços essenciais, também não pode ser cobrada tarifa por liquidação antecipada em operações de crédito e de arrendamento mercantil financeiro, nos contratos assinados a partir de 10 de dezembro de 2007.

Dimensione se o pacote de serviços que você contrata atualmente é adequado às suas necessidades. Você pode estar pagando por serviços que não utiliza.


Fonte: COLUNA - MÁRCIA DESSEN - Fonte: Folha de S.Paulo - 18/07/2011

01 junho 2011

BANCO PÉROLA - UMA NOVA FORMA DE OFERECER CRÉDITO


 

Criado em outubro de 2009, o Banco Pérola surgiu através da sensibilidade de Alessandra França, que influenciada por Muhammad Yunus, Nobel da paz e fundador do Grameen, decidiu que poderia impactar positivamente a sociedade a sua volta. 
 
Morando em Sorocaba, interior de São Paulo e participando do Projeto Pérola uma associação de caráter social que visa desenvolver a consciência protagonista nas comunidades assistidas, Alessandra percebeu que os jovens, sobretudo de famílias de baixa renda, não tinham acesso aos serviços financeiros, como linhas de crédito. 
 
Mais tarde quando participou de um processo de formação na Artemísia (organização internacional que visa o desenvolvimento de novas idéias sociais para diminuir as desigualdades sociais) elaborou um plano de negócios que visava implementar suas ideias. 

O Banco Pérola é um banco diferente. Trata-se de uma OSCIP Creditícia, ou seja, embora trabalhe oferecendo crédito, não visa ao lucro. O objetivo do Banco Pérola é o desenvolvimento social, dando acesso a crédito a jovens empreendedores que não conseguiriam empréstimo, devido à exigência de condições e de garantias  dos bancos tradicionais.

O plano de negócio é aprovado e premiado pela Artemísia e ganha um funding inicial para fundar o Banco Pérola. Surgia então o Banco Pérola em parceria a Artemísia e o Projeto Pérola.

Em 2010 o Banco Pérola já contava com 28 clientes e emprestava um montante de mais de 44 mil reais. O sucesso de empreendimento tem transformado a vida de jovens da cidade de Sorocaba.

Atualmente o Banco Pérola atrai a atenção de mídias nacionais e internacionais e pretende expandir suas operações para atender cada vez mais pessoas.

Fonte: www.bancoperola.com.br / por Assessoria de Imprensa 01/06/2011

04 março 2011

ASSÉDIO MORAL, NINGUÉM MERECE!


O resultado conquistado pelos bancários na campanha nacional no ano de 2010 é um dos melhores dos últimos anos. Um marco histórico para a categoria, que dentre outros direitos, obteve também o reconhecimento da existência do assédio moral. Os banqueiros, até então, negavam-se em reconhecer essa forma de conflito trabalhista que, além de atingir a força de trabalho do bancário, minando o seu psicológico e emocional, atinge também, de forma degradante, a sua dignidade.

O acordo coletivo firmado com os bancos confirmou a necessidade de debates sobre o tema, pois com ele conseguimos expor os prejuízos causados por essa forma de conflito e criamos procedimentos e mecanismos para apurar as denúncias encaminhadas pelos bancários, sempre adotando o sigilo. Na verdade, o acordo tem por objetivo prevenir e afastar do ambiente de trabalho a discriminação, os assédios moral e sexual, bem como todas as demais formas de conflitos trabalhistas.

Como única categoria, até o momento, a possuir um acordo coletivo para tratar a questão, impõe-se ao movimento sindical bancário uma responsabilidade e uma obrigação. Nossa tarefa não será fácil, pois estaremos nos apresentando como referência para outras categorias que também sofrem desse mal, e essa é a nossa responsabilidade.

Já a nossa obrigação será utilizar o acordo coletivo para prevenir e afastar esses conflitos dos locais de trabalho, numa demonstração de que o movimento sindical bancário está preparado para fazer mais esta luta. No entanto, não há como negar que o acordo também impõe ao movimento sindical a compromisso de informar e formar os dirigentes sindicais sobre o tema, que é complexo, dado que os banqueiros tendem a relacionar a conduta como problemas apenas de gestão administrativa.

É fato que muitos dirigentes sindicais apresentam-se despreparados para intervir nesse processo, mas, em que pese reconhecer as nossas limitações, não faltará empenho da nossa parte, pois estaremos lutando por uma causa justa que possibilitará prevenir e afastar do ambiente de trabalho essa forma de conduta atentatória a dignidade humana.

Por Valdir de Aguiar Santos

TENHO MEDO DA DENGUE!


Recentemente, a Vigilância Epidemiológica de Taubaté divulgou mais de 109 casos diagnosticados de dengue em nossa cidade. Os dados demonstram que há muitos focos e criadouros do mosquito. Daí eu me pergunto: a administração municipal está fazendo a sua parte? Espero que sim. Para meu sossego e tranqüilidade e, também, dos mais de 300 mil moradores da cidade.

Sinceramente não desejo que ninguém “pegue” a dita doença, pois os sintomas são muito, mas muito ruins mesmo! Somente quem já se viu acometido por ela sabe como é. Digo isto, porque no ano passado por volta do mês de maio (eu que sou morador do Quiririm) acabei utilizando os préstimos do Hospital Regional, após contrair a doença. Posso garantir que a dor de cabeça é horrível: começa na nuca depois doe até no fundo dos olhos. É dor que não acaba mais. Logo depois vem a prostração e a dor no corpo; sem falar a perda de apetite. A boca fica amarga e você somente quer cama, Tylenol  e soro na veia pra hidratar.

Em mais ou menos dez dias emagreci 6 quilos. Estava um pouco gordo é fato, mas seis quilos em 10 dias é demais. Por fim, depois de idas ao hospital para amenizar as dores de cabeça, fazer diagnóstico e exame de sangue, terminei os meus 10 dias de doente com uma coceira no corpo que não me deixava dormir. Fui ao hospital pela terceira vez, agora para tomar antialérgicos e pomada para reduzir a coceira.

Contando assim, muita gente não acredita, mas vou dizer em alto e bom som: “Tenho medo da dengue, por isso, vou fazer a minha parte”. Não quero e não posso me sujeitar a pegar novamente essa doença, até por que, segundo informações, quem já contraiu a doença fica suscetível e, pode sim pega-la novamente.  E dizem ainda que o perigo é a “dengue hemorrágica” .

Bom, estou aqui relatando o meu caso como forma de alerta e de preocupação. Todos temos que cumprir o nosso papel no dia a dia, como bancário principalmente. Mas não podemos nos descuidar da saúde, inclusive, da Saúde Pública.  Portanto, vamos fazer a nossa parte e cobrar dos órgãos ou autoridades responsáveis as atitudes que cabem a eles. Pois afirmo sem ter vergonha: ainda tenho medo da dengue.

23 fevereiro 2011

O ar de todo dia


A sensação de bem estar que o ar-condicionado proporciona em um ambiente fechado, principalmente em dias de verão, pode esconder sérios malefícios a saúde. O aparelho retira a umidade do local, deixa o ar seco prejudicando as vias respiratórias, do nariz ao pulmão.

Segundo especialistas, o ressecamento do muco do nariz destrói anticorpos e enzimas que protegem o corpo. Com a imunidade baixa, o corpo fica mais vulnerável a infecções.

Sabemos que no ambiente bancário o ar-condicionado é indispensável. Porém, é necessário que a limpeza e manutenção do aparelho sejam feitas periodicamente pela empresa responsável. Com o acumulo de sujeiras, os filtros perdem sua função e passam a propagar pelo ambiente doenças como gripes e resfriados.

Para não ser vítima do ar-condicionado, é de fundamental importância ter alguns cuidados como: colocar uma blusa fina antes de sair repentinamente do local fechado; utilizar soro fisiológico nas narinas e beber água abundantemente. Essas são recomendações simples, mas que podem evitar constantes problemas de saúde.

por Diego de Menezes - Assessor de Imprensa 23/02/2011

Olá Bancários, Financiários e amigos do Sindicato,


Meu nome é Diego de Menezes, tenho 27 anos, jornalista de formação e músico de coração.

Inicio meu trabalho como assessor de imprensa do Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região neste mês de fevereiro de 2011. Pretendo, assim como o Sindicato, responder todas as dúvidas a respeito da assessoria bem como mante-los informados sobre todas as questões bancárias e outros assuntos que possam ser  de interesse da categoria.

É meu compromisso mante-los informados sobre o maior número de questões envolvendo Bancários e Financiários. Posso garantir que em nosso site, www.bancariostaubate.com.br, todas as notícias de interesse serão postadas diariamente e que o jornal Agita Bancários estará repleto de assuntos importantes.
Utilizei o blog como local de apresentação para destacar a importância desse meio como um espaço para a publicação de opiniões.

O blog está aberto para todos. É de nosso interesse tenham acesso e participação enviando sugestões, críticas, opiniões, vídeos e histórias que possam contribuir para um relacionamento de maior intimidade e companheirismo.

08 outubro 2010

A GREVE DOS BANCÁRIOS É FORTE E JÁ É A MAIOR DOS ÚLTIMOS 20 ANOS

No 9º dia de greve, os bancários estão dando uma demonstração de unidade e garra, já que mais de 8.280 agências estão fechadas no país, além de 17 centros administrativos localizados na capital.

30 setembro 2010

Mas o que está acontecendo com os bancários do Banco do Brasil de Taubaté?

Sob a orientação do Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região, os bancários da região deliberaram em assembléia geral a deflagração da greve da categoria, a partir do dia 29/09, paralisando as atividades em várias agências da cidade, dos mais variados bancos, deixando claro que os bancários vão à luta para garantir o atendimento das suas reivindicações.

23 setembro 2010

VAMOS FALAR E CONHECER MELHOR O SUS

O SUS ou o Sistema Único de Saúde é confundido, via de regra, com os problemas da Saúde Pública Brasileira, cuja responsabilidade está nas mãos dos Governos Federal, Estadual e Municipal.

16 setembro 2010

A gente não quer só comida

Próximo ao inicio dos anos 80, junto ao processo de redemocratização no Brasil e o movimento das Diretas Já, os trabalhadores passaram a promover grandes mobilizações e greves, intervindo nas relações de trabalho impostas pela ditadura e contra as desigualdades sociais.
Esses movimentos levaram ao surgimento do Partido dos Trabalhadores, e também do chamado “novo sindicalismo”, que teve na CUT, fundada em 1983, e seus sindicatos precursores, a sua principal expressão.

As greves metalúrgicas e bancárias foram momentos expressivos de luta que colocaram em cena os trabalhadores como sujeitos políticos. Essas grandes mobilizações dos trabalhadores impulsionaram a retomada da iniciativa sindical, resultando, entre outros aspectos, na criação da CUT.

Nossa central, em apenas uma década, foi capaz de alcançar uma abrangência nacional e representar as mais importantes categorias de trabalhadores. O diferencial era defender a idéia de um modelo de sindicalismo chamado Sindicato Cidadão, ou seja, uma nova visão de sindicalismo. Isso significava que, além das óbvias discussões sobre aumento de salário e melhores condições de trabalho, deveríamos incorporar às nossas preocupações o trabalhador como um ser humano integral que, além de emprego e salário, precisa de habitação, transporte, saúde, educação, lazer, segurança e oportunidades.

Trazíamos para o sindicalismo o verso: “A gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte...”.

Além de fazer e distribuir jornais, realizar assembléias e construir algumas greves, os trabalhadores não devem só trabalhar, como dizem alguns patrões, temos que nos qualificar para também disputar espaços de poder em nosso país, exercer a cidadania plena.

O melhor exemplo disso é o LULA. Onde estaria nosso país hoje, se continuasse a prática e a concepção de governo adotada pelo PSDB e demais partidos conservadores? Devemos ter responsabilidade e principalmente coragem de fazer nossa historia.

Desde quando assumi a presidência deste sindicato, sempre apoiamos candidatos ligados ao PT/CUT e, inclusive nesta eleição, apoiamos VERA SABA, que é membro da diretoria do nosso sindicato.

Apoio porque acredito que seja minha obrigação como dirigente orientar os trabalhadores a votarem em candidatos que são, essencialmente, pessoas que saíram dos movimentos de trabalhadores: compromissados com nossos interesses, que representam nossa categoria e que defendem a construção de uma sociedade mais justa, e que não represente somente a COMIDA.


Por: Luizão

13 setembro 2010

Vamos à luta!

Várias pesquisas mostram que nós, mulheres, somos as maiores vítimas do assédio moral no trabalho. Somos educadas para sermos “dóceis” e “frágeis”, e adoecemos mais do que os homens diante da violência organizacional, que exige resultados absurdos e impõe humilhação como estratégia para elevar a produtividade de nosso trabalho.

Precisamos denunciar os abusos, sermos solidárias com as companheiras vítimas de assédio e exigir melhorias na legislação, pois trabalho não é lugar de sofrimento.
Precisamos lembrar que os avanços no mundo do trabalho foram conquistados por meio de campanhas, piquetes e lutas dos trabalhadores. Se hoje as mulheres desempenham lideranças, há alguns anos, elas necessitavam de autorização do pai ou do marido para se candidatarem a um emprego.

Hoje, já conquistamos a licença-maternidade de seis meses, e não temos mais a exigência de exames de esterilização ou estado de gravidez para contratação.

Ainda temos uma longa luta pela frente, para podermos consolidar nossas carreiras sem comprometer a saúde, e sem prejuízo para nossas vidas em família ou sociedade.
Portanto, trabalhadores e trabalhadoras, vamos aproveitar este momento de campanha salarial e vamos à luta!




Maria Isabel dos Santos - Diretora do Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região

09 setembro 2010

BANCOS - FÁBRICA DE FAZER DINHEIRO.

Os bancos conseguiram quintuplicar seus ganhos se comparado à média mundial, elevando a cobrança de tarifas e o forte movimento de concentração bancária. A aceleração do crescimento econômico e a maior bancarização complementam o cenário.

No governo Lula, o cenário macroeconômico é o melhor possível. Os níveis de renda e emprego melhoraram muito, e vimos uma explosão no mercado de crédito e de capitais.

O lucro líquido dos três maiores grupos do país – Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil – que respondem hoje por 80% do mercado, saltou quase 420% entre os oito anos do governo do PSDB (1995-2002) e os sete anos e meio da gestão Lula (2003-2010).

Os ganhos dessas instituições somaram R$ 167,471 bilhões desde 2003, contra R$ 32,262 bilhões no governo anterior. Os valores estão corrigidos pelo IPCA.

No Governo anterior do PSDB, os bancos ganharam muito dinheiro com as operações no mercado financeiro, beneficiados pelas taxas básicas de juros, que chegaram ao teto histórico de 45% ao ano.

Naquele momento, o Brasil ainda era bastante vulnerável às crises internacionais, devendo ao FMI, e fazendo com que o governo subisse a taxa Selic para estancar a perda de recursos externos. Como se tratava de taxa que serve de base para remunerar os títulos públicos, os bancos não precisaram se esforçar muito para garantir resultados: bastava aplicar os recursos na ciranda financeira.

Entre 1995 e 2002, o BB registrou prejuízo de R$ 16,310 bilhões. Do Governo Lula para cá, a estatal já lucrou R$ 50,298 bilhões, pouco mais do que o Bradesco. O Itaú Unibanco lidera os ganhos na era Lula, com R$ 67,120 bilhões.

Com a redução dos níveis da Selic (que chegou ao piso de 8,75%), os bancos passaram a emprestar mais ao setor produtivo e às pessoas, já que os ganhos com Tesouraria não eram tão atraentes.

De 2003 para cá, os bancos também passaram a cobrar mais tarifas. Ao todo, as receitas com cobrança de serviços – tarifas bancárias, de fundos de investimentos, de seguros etc. – saltaram para 83% entre as eras FHC e Lula, somando R$ 258,7 bilhões só entre 2003 e junho passado. No caso do Bradesco, as receitas com serviços cresceram 130% no período, somando R$ 76,1 bilhões.

As operações de empréstimos dos bancos tiveram expansão de quase 170% entre os dois governos, totalizando R$ 3,575 trilhões, valor também corrigido pela inflação. Destaque para o Itaú Unibanco, com um salto de 200% no período. Na era Lula, o estoque de crédito no setor financeiro saltou 300%, chegando a R$ 1,529 trilhão. Já no governo anterior, a expansão não passou de 110%.

O excelente resultado do setor agrada o Presidente Lula. Recentemente, ele disse que “fica feliz que os bancos estejam ganhando porque, caso contrário, poderiam ter de receber recursos do Estado em épocas de crise, como o americano Lehman Brothers”.

Tudo cria um cenário que deveria extinguir qualquer dificuldade em negociar salários com esses senhores, mas muito pelo contrário, a intolerância e arrogância dos banqueiros são insuportáveis.

A categoria bancária tem que estar preparada para a greve, sob pena de nossa campanha salarial ser esvaziada pelas eleições que se aproximam.

Luizão - Presidente em exercício do Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região

26 agosto 2010

Saúde do trabalhador é discutida em lançamento da Campanha -Metas+Saúde

Especialista e médica do trabalho Margarida Barreto e o doutor em psicologia social Roberto Heloani participaram do lançamento da Campanha Nacional 'Menos Metas, Mais Saúde' em seminário sobre assédio moral, realizado em São Paulo, no dia 18 de agosto, na sede da Contraf-CUT. A diretora do Sindicato dos Bancários de Taubaté Alessandra Cruz esteve presente no evento, e expõe suas considerações sobre as discussões e os assuntos abordados pelos palestrantes:


Os palestrantes Roberto Heloani, doutor em Psicologia Social, professor e pesquisador da Unicamp e da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), e Margarida Barreto, especialista, pesquisadora e médica do trabalho, debateram as novas formas de gestão e a cobrança por produtividade que tanto têm afetado a saúde mental e a dignidade dos bancários.
Para Heloani, as metas fazem parte de uma lógica não somente da organização do trabalho, mas também da luta de classes. "São questões centrais obscurecidas pela tecnologia e que trazem a impossibilidade do trabalhador se indignar por si e pelos outros", relata.
Banalização do assédio, por exemplo, parece inocente, mas tem um propósito. A quem interessa banalizar o tema? Os trabalhadores são obrigados a se prostituir para cumprir metas ou ninguém se sente mal ao vender um produto que sabe que o cliente realmente não precisa? Convencer um amigo de que a aplicação em um plano de previdência é melhor que a poupança quando ele tem mais de 70 anos?
Paira certo cinismo para que se consiga enfrentar os ambientes de trabalho, não somente nos bancos, mas de uma maneira geral, no mundo do trabalho.
Algumas vezes, vemos colegas sofrendo, sendo humilhados. Isso não é assédio moral, tudo bem, mas não deixa de ser violência, até mesmo um crime, talvez injúria, calúnia, difamação... A humilhação no ambiente de trabalho, como em outros ambientes, não pode ser tolerada. Não podemos participar desse jogo, não podemos nos omitir.
"As políticas de metas são pensadas e analisadas pelos superiores de forma autoritária, unilateral e inatingível. Trata-se de um modelo de gestão baseado na 'excelência' que tem uma única mensagem: 'vender, vender, vender'. O trabalhador tem a obrigação de ser forte, produzir melhor que o concorrente, atender todas as demandas e canalizar as energias individualmente", ressalta Margarida Barreto.
"Como diz o médico francês Christophe Dejours: 'quem conhece o limite é o trabalhador'. É o bancário quem sabe os limites físicos e psíquicos no qual atua e sofre. Da forma como acontece, não só se escraviza, como também são comprometidas a saúde e a relação do trabalhador com a família, amigos, etc.", conclui Heloani.
A densificação a flexibilização dos postos de trabalho acompanhada pela polivalência são elementos essenciais para podermos entender o adoecimento da categoria. Resgatar a consciência daqueles que trabalham é essencial para as questões envolvem lutas de classe, dentre elas as condições de trabalho e Saúde do trabalhador.


Alessandra Cruz - Diretora do Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região



16 agosto 2010

Reforma nas agências Unibanco prejudicam trabalho dos bancários

As agências do Unibanco, em reforma para se adequarem ao padrão Itaú, têm causado transtornos para funcionários, clientes e usuários.

Os diretores do Sindicato de Taubaté Evanoel Machado e Alessandra Cruz estiveram, na última quinta-feira, 12, em uma agência Unibanco de Pindamonhangaba e verificaram a situação precária de trabalho dos bancários. As atividades eram mantidas normalmente enquanto a reforma no banco estava sendo feita: paredes descascadas, poeira, sem circulação de ar e manutenção do ar condicionado, acesso pelo corrimão de entrada danificado - amarrado por arames, o que poderia causar um acidente - e funcionários prejudicados pelo ambiente de trabalho impróprio, com irritação nos olhos e nariz.

Nesta segunda-feira, 16, as más condições de trabalho se repetem em Taubaté. A agência Unibanco do Shopping também está passando por reformas, fazendo-se necessário liberar o espaço para que estas alterações de infra-estrutura sejam feitas adequadamente. A agência somente fechou as suas portas hoje, pela intervenção dos diretores Cláudia e Humberto, que expuseram à gerência a importância em desocupar o local, não causando problemas de saúde para funcionários e clientes.

O Sindicato continuará acompanhando as reformas de ambas as agências, para verificar se as alterações necessárias foram mesmo realizadas e a situação de trabalho nos bancos, normalizadas.

29 julho 2010

EDITAL ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA


Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Taubaté e Região, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 72.300.064/0001-19, Registro sindical nº 305.753/75 por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e privados, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para a assembléia geral extraordinária que se realizará dia 04/08/2010, às 18:00h, em primeira convocação, e às 18:30h, em segunda convocação, no endereço à Rua Dr. Silva Barros, nº 248, centro, Taubaté/SP, para discussão e deliberação acerca da seguinte ordem do dia:

1. Autorizar à diretoria para realizar negociações coletivas, celebrar convenção coletiva de trabalho, convenções/acordos coletivos aditivos, bem como convenção/acordos de PLR e, frustradas as negociações, defender-se e/ou instaurar dissídio coletivo de trabalho, bem como delegar poderes para tanto;

2. Discussão e deliberação sobre aprovação ou ratificação da minuta de pré-acordo de negociação e minuta de reivindicações da categoria bancária 2010 aprovada na 12ª Conferência Nacional dos Bancários;

3. Deliberar sobre desconto a ser feito nos salários dos empregados em razão da contratação a ser realizada;

4. Outros assuntos de interesse da categoria profissional



Taubaté, 28 de julho de 2010.


Luiz Antonio da Silva
Presidente
Seeb Taubaté e Região

26 julho 2010

12ª Conferência Nacional define pauta de reivindicações dos Bancários


A 12ª Conferência Nacional dos Bancários, realizada no Rio de Janeiro entre os dias 23, 24 e 25 de julho, reuniu 628 delegados de 25 Estados mais o Distrito Federal, eleitos nas conferências regionais, incluindo os diretores Valdir Aguiar, Alessandra, Evanoel Machado e Valdir Machado do Sindicato dos Bancários de Taubaté e região.

Foram discutidos durante os três dias de evento temas já propostos nas campanhas regionais, os quais definiram a pauta de reivindicações da categoria. A proposta será encaminhada à Federação dos Bancos em agosto.

Entre as principais reivindicações aprovadas, destacam-se o reajuste salarial de 11%, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mínimos mais parcela fixa de R$ 4mil, a ampliação do emprego e o fim das metas abusivas e do assédio moral, zelando sempre pela saúde e maior qualidade de vida do trabalhador.




Confira as principais resoluções da 12ª Conferência Nacional dos Bancários:



Emprego
- Mais contratações
- Ampliar a contratação de mulheres, negros e pessoas com deficiência, garantindo igualdade de oportunidades
- Garantia de emprego
- Qualificação e requalificação profissional

Remuneração e Previdência
- Reajuste salarial de 11% (inflação do período mais 5% de aumento real).
- Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 4 mil para cada funcionário
- Piso salarial no valor do salário mínimo do Dieese (R$ 2.157,88).
- Elevação do auxílio-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação e auxílio-creche/babá para o valor de um salário mínimo para cada item
- Previdência Complementar para todos os bancários

Sistema Financeiro
- Regulamentação do artigo 192 da Constituição Federal
- Regulamentação da remuneração dos executivos
- Democratização e ampliação do Conselho Monetário Nacional (CMN)
- Regulamentação do papel social dos bancos
- Fim dos correspondentes bancários

Saúde do Trabalhador
- Fim das metas abusivas
- Combate ao assédio moral
- Proteção contra os riscos de acidente de trabalho ou doença ocupacional
- Programa de Reabilitação Profissional
- Prevenção de adoecimento e promoção da saúde da mulher
- Assistência médica, hospitalar, odontológica e medicamentosa

Segurança Bancária
- Assistência médica e psicológica às vítimas de assaltos, sequestros ou extorsões
- Ampliação dos equipamentos de prevenção
- Adicional de risco de vida de 30% para agências, postos e tesouraria
- Proibição de transporte de valores e guarda das chaves pelos bancários
- Estabilidade provisória para vitimas de assaltos, sequestros e extorsões

Eleições 2010
- Os delegados presentes à 12ª Conferência Nacional dos Bancários também discutiram a eleição deste ano para a Presidência da República. A avaliação que prevaleceu é de que existem dois projetos distintos em disputa. Um deles, representado pela candidatura Serra, significa uma volta ao passado, com políticas sociais e econômicas contrárias aos interesses dos trabalhadores e novas privatizações. O outro projeto, puxado pela candidatura Dilma, representa a continuidade das políticas de desenvolvimento econômico com inclusão social, geração de empregos e respeito aos trabalhadores - iniciadas pelo governo Lula. Em razão disso, o plenário aprovou o apoio à candidatura Dilma Roussef. "Nós temos um lado nessa disputa, que é o lado do povo, por um Brasil mais justo e melhor. E por isso estamos com Dilma", conclui o presidente da Contraf-CUT.

24 julho 2010

Vera Saba é aplaudida em discurso de Aloízio Mercadante em Caçapava



Na tarde desta sexta-feira, 23 de julho, o PT trouxe mais atividades de campanha no Vale do Paraíba. Os municípios de Caçapava e São José dos Campos receberam a visita do candidato ao governo de São Paulo Aloízio Mercadante, quem, junto a outras lideranças do partido, incluindo o senador Eduardo Suplicy, participou de caminhadas e debates sobre o plano de governo.

A candidata a deputada estadual Vera Saba foi bastante aclamada pelo público presente quando mencionada por Mercadante, que defendeu a regionalização do orçamento no estado. O evento também foi acompanhado pelo Sindicato dos Bancários, representado pelo presidente Luizão, bem como de outros militantes partidários do PT, como o candidato a deputado federal Agnaldo Timóteo.

Em São José dos Campos, o candidato do PT ao Governo Paulista promoveu o quarto ciclo de seminários sobre seu Programa de Governo, com o tema “Novo Modelo de Desenvolvimento Econômico para São Paulo”, com as participações do ministro da Fazenda Guido Mantega, do presidente do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, e do consultor da ONU, Ladislau Dowbor.

23 julho 2010

Marta Suplicy e José Genuíno visitam Taubaté e movimentam almoço dos militantes

Diretor sindical Valdir Aguiar, Marta Suplicy, Vera Saba e Presidente do Sindicato Luizão



Em visita à Taubaté, na quinta-feira, 22 de julho, a candidata ao Senado Marta Suplicy e o Deputado Federal e candidato à reeleição José Genuíno, junto à candidata a Deputada Estadual Vera Saba, reuniram militantes do Sindicato dos Metalúrgicos e dos Bancários e a população em geral, na Praça Dom Epaminondas, e seguiram o trajeto em direção aos lojistas do Mercado Municipal.

Na ocasião, representando a diretoria do Sindicato dos Bancários, estiveram presentes os diretores Luizão e Valdir Aguiar, que almoçaram com todo o grupo, no restaurante Sucar.
Logo em seguida, Marta Suplicy e José Genuíno seguiram para Pindamonhangaba, para mais atividades de militância na cidade.

19 julho 2010

Sistema Financeiro e Saúde do Trabalhador são destaques na 12ª Conferência Estadual dos Bancários


A 12ª Conferência Estadual dos Bancários, realizada no sábado, 17/07, em São Paulo, reuniu 311 delegados dos 15 sindicatos filiados, incluindo 9 diretores do Sindicato dos Bancários e Financiários de Taubaté e Região.

A proposta de reivindicação aprovada durante a Conferência, organizada pela Fetec-CUT/SP, traz como foco principal o debate sobre o sistema financeiro, pelo qual pouco se tem avançado, embora o assunto seja prioridade em discussões anteriores.

A lista de exigências será levada à apreciação da Conferência Nacional 2010, agendada para os dias 23, 24 e 25 de julho, no Rio de Janeiro. Na ocasião, será definida a pauta final de reivindicação da categoria, a qual será posteriormente entregue à Fenaban – Federação Nacional do Bancos.


Entre as reivindicações aprovadas na Conferência Estadual, os bancários do estado de São Paulo defendem aumento real de 5% nos salários; Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 3 salários mais parcela fixa de R$ 4mil; reajuste dos vales alimentação e refeição adequados ao valor do salário mínimo nacional de R$ 510 e auxílio-educação para graduação e pós-graduação, e outros pontos que completam o quadro econômico de propostas.

A campanha dos bancários paulistas também destaca a importância da defesa dos direitos morais e a saúde do trabalhador, e reivindica o cumprimento da jornada de 6 horas com ampliação de contratações; o fim das metas abusivas e do assédio moral; e maior segurança nas agências bancárias, em prol de melhores condições de trabalho e qualidade de vida dos bancários.